Minha namorada virgem quer dar o cuzinho. FINAL

Um conto erótico de Pedro/Mônica
Categoria: Heterossexual
Contém 2917 palavras
Data: 30/08/2025 03:01:35

Acordei com aquele barulhinho irritante do monitor do hospital, mas dessa vez nem me incomodei. A verdade é que eu só estava feliz por estar respirando. A facada que o Vitor me deu poderia ter acabado comigo, mas eu estava ali… vivo.

Meu celular estava em cima da mesinha de apoio. Vibrou. Estiquei o braço devagar e peguei o celular da mão de Mônica. Era Rafael.

“Fala Pedro, tudo bem? Pô cara, fiquei sabendo que melhorou. Pode ter certeza que a vida agora vai ser só de paz pra você.”

Fiquei olhando aquela mensagem, tentando entender. Paz? Como assim? Ele sabia de alguma coisa? Era deboche?

Olhei pra Mônica, que estava sentada na poltrona ao lado do meu leito, cuidando de mim, enquanto pegava em minha mão livre. Ela ficou curiosa com a mensagem, e assim, perguntou:

— Quem é? — perguntou, curiosa.

— Rafael. — respondi, ainda meio confuso. — Mandou isso aqui… dizendo que agora minha vida vai ser só de paz.

Ela franziu a testa. — Estranho… mas esquece ele, Pedro. — pegou na minha mão, com delicadeza. — Eu tô aqui, e acredito que agora sim a gente vai poder ter paz.

— Será mesmo? — perguntei. — Vitor ainda está solto, e esse Rafael... Fingiu ser meu amigo, me fudeu, tudo isso por conta de algo que eu fiz lá atrás, e que nem foi minha culpa. Por um todo...

— Pedro, eu não sei. — respondeu Mônica. — Rafael parecia meio estranho na última vez que eu o vi... Eu ainda não entendi porque ele me livrou da mão do Vítor.

— Mônica, já disse que você tem que parar de ser ingênua e acreditar nas pessoas assim.

— É verdade... Por isso eu tenho você, né? Pra não deixar eu cair nas garras de qualquer um!

Olhei pra ela. Eu sabia que podia ter morrido. E naquele instante percebi que eu não podia mais adiar. Apertei a mão dela.

— Mô… eu sei que aqui não é o melhor lugar, mas eu não consigo esperar mais. — respirei fundo. — Casa comigo?

Ela arregalou os olhos, surpresa. Por alguns segundos, achei que ia rir da minha cara, mas logo os olhos dela se encheram de lágrimas.

— Pedro… — ela balançou a cabeça, rindo baixinho. — Você é e sempre foi o amor da minha vida. Eu tinha olhos pra você desde criança. Morria de ciúmes quando você estava com outras mulheres… e eu me guardei pra você. Sempre soube que a gente ia acabar junto. Eu caso sim!

Eu sorri, emocionado, e puxei ela devagar. Nossos lábios se encontraram num beijo cheio de cuidado, porque eu ainda sentia aquela dor horrível no abdômen. Mesmo assim, foi o beijo mais verdadeiro da minha vida.

De repente, a porta se abriu e um oficial entrou.

— Boa noite. Incomodo?

Mônica saiu de cima de mim, tomando um susto e se recompôs.

— Não, que isso, imagina! hahaha...

— Pedro… — disse ele, sério. — Encontramos o Vitor. Neste momento, a polícia está em perseguição. Ele está com um cúmplice.

Meu coração disparou.

— Vai ser hoje, então… — murmurei. — Tomara que seja hoje!

O policial apontou para a TV presa na parede. — É possível que já esteja passando ao vivo.

Peguei o controle e liguei. E lá estava: Cidade Alerta, câmera de helicóptero mostrando a perseguição. Vitor estava num carro preto, correndo feito louco, duas viaturas atrás dele.

— Acelera, filho da mãe… — falei baixinho, com os punhos cerrados.

— Estamos ao vivo aqui na AMARAL PEIXOTO, um veículo em fuga está fugindo dos carros da polícia.

— É isso mesmo, Gottino, o suspeito é procurado pela polícia, por tentativa de assassinato, além disso, já ficou provado que ele matou no passado sua ex mulher e ameaçou outras pessoas. A polícia ta no encalço e tem um mandado de prisão contra ele.

— Vamos deixar ao vivo aqui a perseguição e torcer para a captura desse suspeito.

A transmissão mostrou um dos policiais atirando nos pneus. O carro de Vitor balançou, mas ele não parou.

— Gottino, a polícia atirou ali no carro do suspeito e o carro parece estar descontrolado, ali do lado tem um barranco. — disse o reporter.

De repente, na curva, o carro simplesmente não freou. Ele atravessou a pista, derrapou e voou barranco abaixo.

Na tela, uma bola de fogo tomou conta. Uma explosão absurda.

— Meu Deus… — Mônica levou a mão à boca, assustada.

— Estamos aqui ao vivo presenciando esse acidente que ocorreu na pista. Não há como sobreviver a isso… informações preliminares dão conta de que o veículo pode ter tido uma falha mecânica.

— Gottino? — disse um cara do lado dele.

— Pode falar comandante, o que você acha?

— Olha, você sabe que eu já servi a polícia por um bom tempo, e posso te dizer que isso ta com cheiro freio cortado, mas só a perícia pra dizer né?

Meu corpo gelou. Eu sabia o que era aquilo. O mesmo que quase fizeram comigo. O mesmo que fizeram com Ana.

Vitor… tinha sido sabotado.

— Meu Deus. Será? — Disse.

— O que, amor? — perguntou Mônica.

Praticamente deixei a resposta dela no vácuo, como se estivesse sendo silenciada em minha mente. Estava por um lado horrorizado com a cena mas por outro eu senti um Alívio muito grande pelo desgraçado finalmente ter morrido. Mas agora vem a pergunta, quem poderia ter interesse em se livrar dele?

Alguns dias depois, finalmente tive alta. Estava em casa, me recuperando. Mônica já tinha se mudado, e cuidava de mim como ninguém.

— Deixa eu tirar essas coisas da escrivaninha.

— Obrigado, amor. — respondi.

— Você estava mesmo morrendo de fome. — comentou.

— Estava, e sinceramente ainda estou, né? Essa sopa é muito rala...

— Quer alguma coisa, amor? — perguntou, arrumando umas cobertas no sofá.

— Quero meu notebook, só pra me distrair um pouco. — pedi.

Ela trouxe e colocou no meu colo. Liguei, e assim que a tela acendeu, senti o estômago virar.

Uma nova mensagem de e-mail. Do mesmo remetente misterioso.

— De novo esse cara… — falei baixinho.

— Que cara? — Mônica se aproximou, curiosa.

— O mesmo que mandou os áudios do Vitor e aquele aviso que salvou minha vida. — olhei pra ela, sério. — Quem quer que seja… sabe de tudo.

Cliquei no e-mail.

E antes mesmo de ler inteiro, eu já sentia que aquilo não tinha acabado. Não pra mim. Não pra nós. Então, eu finalmente li o e-mail.

"Fala Pedro, tranquilo? Então, mano… acredito que esse inferno todo já acabou pra tu.

Elisa se picou depois da vergonha que passou com a família e por ter perdido o namorado. Vanessa tá solta, mas tá tendo que cumprir umas medidas aí. Já o Vítor… já era. Tá morto.

Agora cê e a Mônica podem viver na boa, em paz. E eu posso finalmente abrir o jogo e te dizer quem eu sou.

Sou eu, parceiro… Rafael.

Quero pedir desculpa pra tu e pra Mônica por ter sido um vacilão com vocês dois. Acabei metendo vocês numa confusão braba, que cês não mereciam.

Vou ser sincero: no começo eu não gostava de tu, não. Me aproximei mais foi pra deixar o Vítor se achar. Tinha ranço porque, querendo ou não, tu ficou com a minha irmã enquanto ela ainda era casada, e depois largou ela. No início, achei mesmo que ela tinha se matado porque não aguentou a pressão da separação… mas a real eu só descobri depois.

Quando tu mandou aquela mensagem, quem viu foi o Vítor. Ele pegou minha irmã e desceu a porrada nela. Foi tanto soco, tanta covardia, que ela foi parar no hospital. Aí o desgraçado veio com papo de que ela tentou se jogar da escada.

Depois rolou o acidente, e eu juro que naquela época ainda achava que ele não tinha culpa. Mas anos depois, descobri a real. E foi nesse dia que eu decidi: esse cara ia pagar com a mesma moeda.

Então, parceiro… fui eu. Fui eu que sabotei o carro dele. Fui eu que te mandei as provas contra ele. Fui eu que te alertei quando ele tava tramando contra tu. Fui eu que dei brecha pra Isa tirar as fotos pra ajudar vocês. Até no dia que vocês flagraram a Elisa, eu já sabia que vocês iam tá lá, por isso que deixei a coisa rolar fácil.

Tudo que eu fiz foi na tentativa de pedir desculpa pra vocês dois. Porque, apesar do ranço que eu tive no início, depois eu comecei a me apegar a vocês. Quis me redimir de algum jeito.

Só que agora, cês não vão me ver mais. Tô foragido, cês sabem como é. Mas saí no lucro: consegui pegar toda grana que o Vítor tinha roubado da minha irmã, além do seguro de vida dela.

Eu amava muito a Ana, mano. Ela foi tudo que eu tive. Cresci no meio do crime, minha mãe no crack, nem sei quem foi meu pai… e no fim das contas, quem segurou a onda, quem foi mãe e pai pra mim, foi ela.

Mas é isso, parça. Não tenho mais o que falar. Desejo de coração felicidade pros dois.

Valeu por tudo, irmão."

Olhei, li e reli o e-mail e, por alguns segundos, achei que meus olhos estavam me pregando uma peça. Reli novamente cada linha, devorei cada palavra, mas a sensação era a mesma: incredulidade. Meu peito apertava, a respiração falhava. “Não… isso não pode ser verdade.”

Chamei a Mônica imediatamente e entreguei o notebook para que ela lesse também. Enquanto os olhos dela percorriam a tela, vi seu semblante mudar. Primeiro surpresa, depois descrença. No final, ela me olhou da mesma forma que eu estava olhando para ela: sem saber o que pensar.

Naquele instante, tudo começou a se encaixar na minha cabeça. As ameaças ao Marcos, os passos sempre à frente, a forma como certos detalhes pareciam ser conhecidos apenas por alguém de dentro. Só podia ser ele. Só o Rafael teria acesso àquelas informações. Só ele poderia estar tão próximo do Victor quando tudo aquilo estava acontecendo.

Um peso desabou sobre mim. O dilema era cruel. Poderia entregar essa mensagem á polícia, e ele seria um foragido internacional. Mas eu poderia escolher não entregar.

Olhei para ela. Mônica estava ali, frágil, mas firme, esperando minha decisão. E foi nesse olhar que eu encontrei minha resposta. Respirei fundo, acessei meu g-mail, e, com um clique, apaguei o e-mail para sempre.

Senti um vazio imediato, mas também uma espécie de alívio estranho. Eu não queria mais viver naquele mundo de paranoia, ameaças e perseguições. Tudo o que eu queria era recuperar a vida que tínhamos antes de tudo isso. Só nós dois, livres daquele peso.

Pela primeira vez em muito tempo, decidi que não iria atrás.

Dois anos se passaram desde aquele e-mail que apaguei, como se tivesse apagado também todos os fantasmas que rondavam minha vida. Nesse tempo, Mônica se formou em veterinária e, no mesmo ano, decidimos dar o passo mais importante das nossas vidas: o casamento.

O dia chegou mais rápido do que eu poderia imaginar. A igreja estava decorada com rosas brancas e vermelhas, simples e elegante, exatamente como Mônica sonhava. Os convidados se acomodavam nos bancos, todos sorrindo e cochichando discretamente.

Isa e Caio, que agora estavam juntos — algo que no fundo eu nunca imaginei acontecer —, foram nossos padrinhos. Eles estavam radiantes, felizes por nós, e isso dava ainda mais brilho ao momento.

Quando a música começou e as portas da igreja se abriram, meu coração disparou. Eu a vi. Mônica surgiu no corredor com aquele vestido branco que parecia ter sido feito para ela. Era como se cada detalhe da renda, cada dobra do tecido, tivesse sido moldado para refletir quem ela era: pura, delicada e, ao mesmo tempo, forte.

Ela caminhava lentamente, de braços dados com o pai, mas seus olhos não se desviavam dos meus. E foi aí que percebi, que eu tinha escolhido a pessoa certa. A emoção dela transbordava. Os olhos marejados, o sorriso contido que tremia de tanta felicidade, o suspiro profundo como se cada passo fosse a realização de um sonho de menina.

Eu nunca vou esquecer a sensação daquele instante. Ver Mônica se aproximando do altar, sabendo que, dali em diante, estaríamos ligados não só pelo amor, mas também por uma promessa eterna. Quando ela finalmente chegou até mim, senti sua mão tremer ao tocar a minha. Era emoção pura, era amor verdadeiro.

Naquele momento, tudo o que tínhamos vivido passou pela minha cabeça como um filme: as dificuldades, os medos, os riscos que corremos… mas ali, diante de todos, só restava a certeza de que nada tinha sido em vão. Nós vencemos.

E quando ela sorriu, já diante do padre, percebi que aquele era o sorriso mais bonito que eu já tinha visto em toda a minha vida. E ali, diante de todos, de Deus, e de mim, dissemos sim, e eu pude cumprir a minha promessa, de nunca abandona-la.

Escolhi a cidade de Armação de Búzios para nossa lua de mel próximo a praia do tartaruga. O lugar era lindo sim, mas o que tornava lindo mesmo era a magia de estar com ela.

Quando chegou a noite, eu acabei por não resistir e assim avancei até Mônica. Eu agarrei e comecei a beijá-la, ela abração leva meu corpo e repousava suas mãos por trás de minhas costas enquanto trocávamos aquele beijo cheio de cumplicidade e desejo. Levei uma de minhas mãos dentro de sua calcinha, e comecei a tocar a sua bucetinha. Ela mordia meu lábio ali.

— Hum, ah, gostoso.

Beijava a boca dela enquanto tocava sua xoxota, brincando com aquela bucetinha melada. Comecei a esfregar meus dedos ali, enquanto aos poucos, eu a deitava na cama. Ela então se afastou de meus lábios, e sentou na cama, mandando eu ficar de pé.

— Deixa eu cuidar um pouco dele. — Disse frouxando o cinto de minha calça, e retirando, e deixando pra fora meu pau. Ela o coloca na boca e começa a mover sua língua lentamente pela lateral, enquanto me olha com aquela carinha de fofa, mas ao mesmo tempo de puta.

— Porra, Mônica, assim que eu gosto.

Sem conseguir resistir, levei uma das mãos a seus fios de cabelo e os agarrei, puxando, enquanto ela estava ali, me mamando. Sua língua rodeava meu caralho grosso, enquanto ela chupava e lambia meu cacete. Logo ela o abocanhou, e passou a fazer movimentos de vai e vem enquanto chupava o meu pau.

— Ah, que delícia.. Ahhh, caralho.

Segurei ali mesmo sua cabeça com meus dedos, puxando seu cabelo. Ela me chupava e parecia não pensar em nada, a boquinha quente dela estava ali, me mamando deliciosamente enquanto sua boca envolve completamente minha pica. Quando parou, entre seus lábios e a cabeça do pau se forma um fio de saliva. Olhei abaixo.

— Nossa, Mônica.... Que chupada gostosa, é assim que vai agradar o maridão?

Foi então que ela sorriu, de forma sapeca, e se deitou na cama, abrindo as pernas. Colocando a calcinha de lado, e ambos os dedos abertos, esfregando na bucetinha, abrindo ela.

— Chegou a hora... Dessa vez você pode comer essa bucetinha.

Eu cai de boca, e comecei a chupa-la.Minha língua foi se esfregando nos lábios da bucetinha, onde eu fui ali passeando de um lado ao outro, enquanto ouço ao fundo seu gemido, e meu cabelo sendo agarrado por seus dedos, sendo puxado. Mônica ao fundo delirando de tesão, enquanto eu deixava a bucetinha pronta, babada...

Eu montei em cima dela depois disso. Naquele momento meus olhos se encontravam junto aos devos, e podia perceber um misto de tesão e medo. Eu levei então uma de minhas mãos aos fios de cabelo dela e assim passei a acariciar seus fios, enquanto meus olhos estavam ali encarando os dela. Eu levei então meus lábios aos dela e dei um selinho enquanto dizia:

— Dessa vez você é minha, pra sempre.

Foi então que no mesmo momento em que eu beijei ela de novo e podia sentir sua língua assim enroscando com a minha que eu coloquei a cabecinha do meu pau por entre os lábios dela. O meu pau começou aos poucos a entrar, e eu podia sentir o gemido abafado dela enquanto nos beijávamos. Ela, que estava abraçada por baixo enquanto eu estava por cima, passeava suas unhas em minhas costas enquanto comecei a movimentar devagar percebendo que ela estava com dor. Ela me arranhava, e conforme eu ia metendo dentro, ela foi me arranhando mais.

— Você está bem? — perguntei.

— Sim... Continua... — ela disse.

Então eu continuei, comecei a movimentar o meu quadril um pouco devagar no começo mas aos poucos eu fui aumentando o ritmo, e fui metendo nela um pouco mais, ao ponto que alguns minutos depois ela já não protestava mais estava gemendo enquanto nos beijávamos. Meu corpo se esfregava junto ao dela enquanto estava por cima enquanto ela arranhava minhas costas, quando ela deixou escapar nossos lábios ela gritou:

— VAI PEDRO, COME ESSA BUCETINHA, VAI GOSTOSO!

Mudamos de posição depois disso, e ela ficou de ladinho enquanto eu fui comendo. Ela jogava sua bunda enquanto eu socava a pica, depois disso acabamos indo de quatro. Confesso que não vi a hora passar, na verdade depois que eu gozava, esperava um pouco e ia de novo, no fim, estavamos os dois no auge da madrugada exaustos na cama, com o lençol desarrumado, o outro que estava por cima jogado no chão, cheio de seu sangue e fluidos, sua bucetinha vermelha, enquanto ela dormia, aninhada em meu peito.

E eu estava ali, com agora a minha esposa, que agora não queria apenas me dar o cuzinho, mas me deu tudo, e até mesmo um filho, alguns anos depois.

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Comentários

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Final feliz entre o casal .

Conto excelente

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Maravilhoso final digno de teus contos

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Um descanso prós jovens. Dá até um calorzonho bom no coração... Auhauh

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Final muito bom como toda a série!!

Às vezes vc ver algo diferente no site é tão bom...um casal que realmente se ama, mas que cometem erros e aprendem a sobreviver as consequências juntos.

Na base do amor, cumplicidade, RESPEITO. Sinceramente se o tal Vitor fugisse e ficasse desaparecido p sempre e o Rafael tivesse QQ outro final, sinceramente daria na mesma... não é questão de vingança e etc, apenas, histórias em que o cara eternamente traído e humilhado, seja escondido, seja com um consentimento por "necessidade" em que se destrói a pessoa por dentro...ou qd o cara é traído e aceita por se excitar com isso...

Enfim...ótima série... parabéns!!

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