O beijo estava cada vez mais urgente, nossas bocas se devorando como se todo o tempo de espera tivesse nos levado até aquele instante. Maria apertava meu pau por cima da bermuda, gemendo baixinho, o corpo dela inteiro tremia contra o meu.
— Você não tem ideia do que está fazendo comigo… — sussurrou, ofegante, a boca colada ao meu ouvido.
Minhas mãos desceram pelo quadril até alcançar a barra do vestido encharcado. Levantei o tecido devagar e senti suas coxas firmes, quentes, deslizando entre meus dedos. Maria fechou os olhos, respirando fundo, e me deixou explorar.
Quando minha mão chegou na calcinha molhada, ela gemeu alto, abafando o som mordendo o lábio.
— Aqui não… vão ouvir… — murmurou, mas sua mão segurava a minha, pressionando ainda mais contra a sua intimidade.
O corpo dela dizia o contrário da boca.
Beijei seu pescoço, aspirando o cheiro doce de sabão misturado com o suor do calor. Com a outra mão, apertei seus seios por cima do vestido, sentindo os bicos duros cutucando meu peito. Maria soltou um gemido rouco, agarrando meus cabelos.
— Tira essa roupa… — ela ordenou, firme, mas a voz carregada de desejo.
Obedeci. Em segundos, minha bermuda e a cueca estavam no chão, e meu pau latejava ereto diante dela. Maria abriu os olhos, mordendo os lábios ao me olhar de cima a baixo. Passou a mão devagar, do meu peito até a base, e segurou firme, deslizando os dedos pela grossura, subindo e descendo com movimentos lentos que quase me fizeram perder o controle ali mesmo.
— Meu Deus… — ela gemeu baixinho. — Isso tudo é pra mim?
Puxei o vestido dela para cima, revelando a calcinha grudada no corpo. Sem pensar, ajoelhei-me diante dela, empurrei o tecido de lado e afundei o rosto em sua intimidade. O gosto quente, úmido e doce invadiu minha boca. Maria agarrou minha cabeça com força, arfando alto, sem conseguir conter os gemidos.
— Assim… meu menino… continua…
Chupei, lambi cada dobra, cada parte dela, sentindo seu corpo estremecer a cada lambida. Quando seus gemidos ficaram mais altos e os joelhos começaram a fraquejar, levantei-me e a virei contra a parede de madeira do quintal.
Ela olhou por cima do ombro, olhos brilhando de tesão, e levantou o vestido até a cintura.
— Me toma… agora…
Encostei a glande molhada na entrada quente e a penetrei devagar, sentindo o corpo dela me engolir por inteiro. Maria gemeu alto, arqueando as costas, apertando o arame da cerca com força.
Comecei a meter com ritmo, primeiro lento, saboreando a sensação única de estar dentro dela, depois mais rápido, cada estocada fazendo seu corpo bater contra a madeira. Seus gemidos se misturavam com meus suspiros, até que ela gritou meu nome, gozando forte, tremendo contra mim.
O aperto do gozo dela me levou junto. Segurei firme em sua cintura e gozei fundo, sentindo meu corpo inteiro explodir dentro dela.
Ficamos ali, colados, ofegantes, enquanto o som das cigarras preenchia o silêncio cúmplice do quintal. Maria se virou devagar, me beijou de novo, mais suave desta vez, e sussurrou com um sorriso cansado e malicioso:
— Agora você não é mais menino… mas ninguém pode saber disso.