Conheci um "amigo de uns amigos", em um rolê de mesa de bar, há uns 3 meses aproximadamente. Resolvi narrar a aventura agora, enquanto a memória ainda está fresca. Pela natureza muito singular, inusitada e curiosa desse "relacionamento" que se formou, achei que precisava compartilhar minha aventura, sem expor o "minha putinha". Sou um homem maduro, divorciado, razoavelmente bem-sucedido, assumidamente bissexual, mas completamente heteronormativo no visual e modo de expressão.
Nunca falo abertamente desses assuntos, sou totalmente discreto, porém na intimidade sou um Dominador sádico. Gosto de submeter, possuir e usar submissos e submissas, sem restrição de gênero, aparência, idade (claro que estamos falando aqui de pessoas adultas e responsáveis, sempre e obrigatoriamente!), ou de sexualidade. Alguns detalhes sobre o meu sub deste caso foram sutilmente modificados, apenas para preservar o sigilo e sua privacidade, mas sem modificar detalhes dos fatos como aconteceram.
Bem, o "amigo", que chamarei aqui de Fred, é um rapaz de corpo bem malhadinho, baixinho, branquinho e até então, teoricamente hétero. Casado e pai de 2 filhas pequenas. Na noite em que fomos apresentados, troquei contatos com o pessoal da mesa toda, e foi assim que ele me procurou, uns 4 dias depois, absolutamente do nada. Mandou mensagem puxando conversa, já meio tarde da noite, perguntando como eu estava e comentando qualquer coisa sobre a outra noite.
Respondi casualmente, curioso, e logo em seguida já veio o "Então, vou ser bem sincero, estou com vergonha mas tô precisando de uma ajuda e não tenho pra quem pedir".
Para resumir: ele me pediu um pix de valor razoável, mas para mim relativamente baixo, dizendo que no outro dia de manhã tinha que pagar a alguém que o estava cobrando acintosamente. E como ele estava desempregado, não tinha como pagar e não podia pedir o dinheiro à esposa "sem levantar suspeitas". Com isso, imaginei que era dívida de dr0g4, de jogo ou algo assim, mas nem perguntei detalhes. Achei muita cara de pau, já que a gente mal se conhecia, mas resolvi dar conversa, pois senti algo "diferente" na abordagem, até mesmo pela hora um pouco avançada que já era.
Eu me considero um sujeito generoso, e como era uma quantia que não ia mesmo me fazer falta, já estava querendo ajudar o rapaz (ele tem 28 anos, pelo que me lembro), sem nem perguntar mais nada. No entanto, não respondi imediatamente (nem imaginava o que o meu breve silêncio, sem querer, iria me proporcionar a seguir!) Naquele momento, acho que ele interpretou a minha falta de resposta como recusa. E foi aí que a coisa começou a ficar interessante. Ele continuou:
"Então, cara, com todo respeito, mas assim, a Fulana (a amiga em comum que nos apresentara dias antes) me contou que você é bi, né? Assim, mano, não me leve a mal, cê gosta de uma mamada? Cê não me faria esse Pix? Mas pelamordideus, cara, ninguém pode saber. Tem que ser muito no sigilo. Mas eu tô disposto, porque tô precisando muito mesmo. Não posso pedir pra ninguém, e preciso muito pagar a menina que tá me cobrando até amanhã de manhã. Olha, se você não gostar ou não quiser, só ignora, por favor, OK, desculpa, finge que eu nem falei nada, me perdoa. Eu sou homem, tá ligado, tenho mulher, filhas, sou trabalhador e homem de verdade; a gente é da igreja, sou idôneo. Não ache que sou viado, mas é que tô precisando muito mesmo e de verdade não tenho ninguém a quem recorrer, então tô até disposto a fazer essa fita, e achei que cê podia topar pra me ajudar. Vou me abrir aqui contigo, mano, antes de casar, quando eu era mais molecão assim, eu até já fiz algumas putaria com uns parça, sabe, na hora do tesão, cara, a gente fazia umas brincadeira entre macho assim, eu e uns mano daquele tempo. Tipo bater uma pro outro, também já fiz boquete, fazia 69, mas assim, só umas brincadeiras, então eu já mamei antes, mas não sou viado, nunca dei a bunda não, entendeu? Então, eu já até chupei antes, entendeu? Daí fiquei pensando e achei que se você topasse me ajudar eu conseguia fazer contigo, entendeu? Porque tipo, mano, eu sou homem, mas tô precisando mesmo dessa ajuda aí. Então por isso ofereci, na confiança, né? Arrisquei. Tipo, achei que você se mostrou um cara legal, e discreto, mente aberta, e poderia aceitar me dar essa ajuda no sigilo. Mas aí eu precisava desse pix pra amanhã cedo no máximo, entendeu? Teria como? Sem querer ofender, mano, na humildade mesmo. Mas assim, ninguém pode saber de nada nunca de jeito nenhum, tem que ser tudo no sigilo total, tá ligado? Só isso que eu te peço. A gente vai na igreja, sou sujeito homem, não quero que pensem mal de mim, se alguém souber qualquer coisa de mim assim, dessas coisas, acaba com a minha vida, não quero nem pensar, mano, pelo amor de deus, mas é que num momento desse, né, a gente acaba fazendo o que precisar pra resolver nossa vida né? E aí, mano, sem ofensa, o que você acha? Teria como? Te agrada? Tipo, se achar que estou sendo muito errado, que não tem condição, só ignora, por favor, a gente apaga tudo agora e esquece essa conversa, tá ligado?"
Li e reli a mensagem, algumas vezes, rindo sozinho dos detalhes como "sou sujeito homem", "não pense que sou viado", "já até chupei antes" e "ninguém pode saber". E claro, se antes eu já estava pensando em ajudar o pobre, sem segundas intenções, essa oferta bastou para me animar de vez. Afinal, ajudar um conhecido em dificuldades, que eu provavelmente já ia ajudar mesmo, e ainda ganhar uma mamada, sem ter pedido, me pareceu uma ótima!
Respondi: "Tudo bem, amigo, aceito sim o seu "agrado" pra te fortalecer aí. Me agrada sim. Vamos agora, então! Aí já te faço o pix logo na sequência! Cê já vai pra casa com a grana na conta!"
Eu nem sabia, mas para minha sorte ele ainda por cima mora no mesmo bairro que eu, e nesta região tenho algumas casas fechadas, vazias, que eu podia usar para o abate. Passei o endereço de uma delas, vazia e bem próxima, e disse que o esperava lá em 15 minutos.
- "Mas cê vai me mandar aquele pix mesmo? Nossa, amigo, tô precisando muito mesmo! E por favor, nunca conta nada pra ninguém, tô confiando muito em você, na sua discrição, sigilo total. Cê sabe que tenho mulher e filhas."
Reafirmei que mandaria a ajuda e que ele podia confiar no meu sigilo; só calcei um chinelo e fui do jeito que estava, suado e até meio fedorento, descabelado e de pijama velho. O local em questão, a 3 quadras da minha residência, era uma casa antiga da minha família, um casarão que já estava fechado e desabitado tinha alguns anos. Cheguei, passei do portão e fiquei ali pelo quintal cheio de mato meio alto, na penumbra, de olho lá fora para recebê-lo quando chegasse. Não demorou e ele chegou, de olhar meio desconfiado, meio sem jeito. Soprava uma brisa noturna agradável e a rua era tranquila, deserta, mas ele parecia bem preocupado em não ser visto, olhando em volta sorrateiramente.
Coloquei-o portão adentro, tranquei e o conduzi para dentro da casa pela porta da frente. A grande sala de visitas estava meio na penumbra; um pouco de luz da rua entrava por uma das janelas e deixava ver as formas da mobília antiga, toda coberta com lençóis e muita poeira. Acendi uma das luzes, proporcionando uma iluminação fraca. Ele estava bem sem jeito, de olhar baixo e apertando as mãos nervosamente. Vi que suava muito. Estava visivelmente nervoso e encabulado. Me adiantei, puxei o lençol que cobria um dos sofás velhos da grande sala, sentei-me, joguei o lençol no chão bem à minha frente, e sem rodeios já intimei: "E aí, vamos lá? Ou vai desistir? Pode vir mamar."
"Não, vamos lá, né?" redarguiu meio sem jeito, ainda de olhos baixos, tentando esboçar um sorriso amarelo.
- "Tô com um pouco de vergonha, mano."
- "Ajoelha aqui no lençol, vem cá. Deixa o tênis aí do lado da porta e vem aqui. Deixa que rapidinho eu tiro sua vergonha".
Eu o conduzi, me espalhando no sofá e afastando os joelhos, recostado.
- "Relaxa que essa vergonha passa já".
Ele veio, sentou-se no chão na minha frente e começou a passar a mão no volume por cima do meu short largo de pijama. Eu já estava tarado. Coloquei a jiromba já torada pra fora, grossão e pesado, e ele recuou um pouco. - "Vem cá!" - ordenei, pegando-o pela nuca, mas sem forçar. Ele quis pegar, mas não deixei. O melado já escorria do pauzão grossão e babão.
- "Põe as mãozinhas para trás! Relaxa! Relaxa e mantém as mãos para trás assim, que eu conduzo a brincadeira do jeito que eu quero. Não vou te machucar, não vou deixar nenhuma marca nem vou cometer nenhum abuso. Só relaxa e obedece, que cê vai ver que vai ser uma delícia, pra nós dois".
Ainda segurando a nuca, puxei-o mais para perto e comecei a esfregar a pica suada no rostinho liso, bem barbeado e corado daquele pai de família, conservador e cristão, e mandei: - "Beija!"
apontei o cabeção roxo, inchado e grossão em sua boquinha, balançando de cima pra baixo, pesadão, batendo na cara dele algumas vezes. Ele tentava abocanhar a cabeça, eu tirava e repetia:
- "Beija! Dá beijinho no cabeção. Só beijinho. Cobre minha pica de beijinho, só beijinho primeiro, relaxa".
Ele finalmente entendeu e começou a beijar, ainda de olhos fechados mas com boa submissão, acanhado, tomando mais golpes de jeba no rostinho e beijando timidamente a cabeça e o comprimento, por baixo, do jeito que eu mandava.
Levou a mão novamente e ,tentou pegar, enquanto mamava; afastei sua cabeça, puxando pelos cabelos, de leve, e dei-lhe na cara um tapa de advertência: bem dado, com jeito, justamente para servir de disciplina e não para punir. Sem machucar nem deixar marca, do jeito que sei que o "hétero" pai de família casado geralmente gosta de apanhar; discretamente. Eduquei:
- "Não põe a mão, se eu não mandar. Só pega na rola se eu te der ordem, puta. Agora beija mais. Isso! Agora põe a linguinha pra fora e lambe; vem lambendo no comprimento, do saco até a cabeça."
Ele obedeceu. Provavelmente estava suado e azedo, fétido, mas ele não pareceu desgostar; não demonstrou nojo nem resistiu quando direcionei sua cabeça. Foi lambendo, obediente. Peguei no saco e ajuntei as bolas, apertando-as contra o escroto juntas; com o sacão inchado, ordenei:
- "Aqui, lambe minhas bolas, putinha. Lambe! Assim! Isso! Que delícia! Agora chupa. Põe as duas na boca e chupa gostoso, que nem um doce."
O "suposto hétero" mamou gostoso meus bagos, sugando com jeitinho o sacão peludo e suado. Eu já estava muito excitado. Meu pau, muito babão, minava quase aos jorros aquele melzinho de pica, transparente e farto. Fiquei de pé e mudei a brincadeira. Apoiei a cabeça dele contra o assento do sofá antigo, dei-lhe mais algumas batidas de pica na cara e mandei abrir bem a boca. Enfiei a cabeça na boquinha e comecei o vaivém, segurando sua nuca com as duas mãos. Ele tussiu, engasgou, se babou todo e se debateu muito; ficou vermelho, depois roxo. Peguei pelos cabelos e inclinei sua cabeça pra trás, virando seu rosto para mim:
- "Olha aqui!"
Ele olhou pra cima com uma cara de coitadinho, e expliquei:
- "Agora vou foder sua boca. Você vai mamar bem gostoso, obedecendo às minhas ordens, até eu te esporrar; aí você pode levar na cara ou mamar todo o leite de macho e deixar tudo bem limpinho. Cuidado, não vai se lambuzar, pra depois ir pra casa todo esporrado. Quero ver você mamar tudo sem desperdiçar nem uma gotinha".
Ele fez que sim com a cabeça, dei-lhe mais um tapa de leve e mandei chupar meu saco novamente, mãos para trás. Gosto muito de chupada no saco, então fiquei mais algum tempo ali curtindo aquela gulosa, antes de começar a foder a cara do meu pai de família conservador, que agora já sugava meu escroto com apetite. Tirei-lhe as bolas da boca e posicionei o cabeção roxo nos lábios, e mandei: - "Chupa!"
Ele levou a mão. Dei-lhe outra bofetada sem muita força, só como disciplina, e tirei o pau:
- "Não mandei pegar. Não põe a mão! Se desobedecer de novo, vou ter que amarrar suas mãos para trás. Entendeu? Põe as mãos pra trás!"
- "Calma aí, mano, cê não vai me machucar, né? Desculpa, foi meio que normal pra mim, meio que reflexo, manja? Tudo bem? Desculpa. Desse jeito que cê gosta, eu nunca fiz não, entendeu? Mas tudo bem, eu aceito sim, mas cê precisa me ensinar, tá ligado? Tem um pouco de paciência comigo. Pode me ensinar que eu aceito, eu topo, eu faço do jeito que cê quiser, tá bom? Numa boa. Só não me machuca, por favor."
E colocou as mãos para trás.
Para mim a coisa ficava cada vez mais interessante, e percebi que nem precisava me impor muito. Ele demonstrava uma tendência natural à submissão; era dócil e obediente. Parecia amedrontado, mas ao mesmo tempo obedecia sem nem esboçar qualquer hesitação ou protesto. Sentado ali no chão entre meus joelhos, Fred, o pai de família, evangélico e conservador, era espontaneamente um legítimo submisso, só esperando para ser adestrado. "Achei que ia buscar prata, na verdade achei ouro!" Dali em diante tive certeza que, se conduzisse com habilidade, até aquele cuzinho de "hétero", supostamente virgem, eu conseguiria descabaçar com certeza, se oferecesse a quantia certa. A ideia me ocorreu e deixei para planejar depois. Naquele momento apenas continuei com a diversão que tinha literalmente nas mãos.
Mandei abrir bem a boca; ele sentado no chão, eu de pé, de novo apoiei sua nuca no assento do velho sofá e recomecei o vaivém dentro daquela boca quente. O pau torado o fazia engasgar quando eu socava um pouco mais fundo; dei-lhe algumas bofetadas, sempre com cuidado para não deixar marcas, e mandava beijar a cabeça depois ia socando sem dó naquela boquinha pequena, vermelhinha, de putinho submisso. Embora eu não seja nenhum monstro, meu pau é grande e principalmente bem grosso, então ele teve alguma dificuldade para abocanhar; os dentes raspavam inevitavelmente, da metade pra baixo, pois o formato cônico realmente não cabia, dali até a base. Eu sabia que provavelmente seria um pouco difícil mesmo, mas não me importei. Segurando-o pelos cabelos, esbofeteei-o novamente, agora de "ida e volta" (com a palma para um lado e com as costas da mão, voltando). Ele em nenhum momento reclamou de apanhar na cara, nem de mão nem de pica.
- "Abre a boca! Cuidado com os dentes, puta, não morde meu cacete!"
Soquei mais algumas vezes e obviamente os dentes ainda pegavam um pouco, mesmo com ele se esforçando para arreganhar a boquinha. A bitola não cabia. Dei-lhe mais alguns golpes de pau duro na cara, só pela diversão, e puxei pelos cabelos, levantando-o. Empurrei-o com truculência até um dos quartos da casa, o mais próximo, a uns 20 passos. Ordenei: "Deita aí!", arremessando-o como um boneco sobre a cama de casal. Deitei-o de costas, rosto para cima, estendido na largura da cama com a cabeça à beira da lateral. Procurei rapidamente em volta e aranjei uma almofada grande e alta, que coloquei-lhe sob a nuca, inclinando-lhe a cabeça para baixo na beira da cama. Mandei novamente arreganhar a boca e comecei a foder a garganta sem dó. Ele engasgava, se babava todo. Teve alguns reflexos de vômito, vermelho, roxo, sufocado; lacrimejava muito e achei que chegou a chorar de verdade. Eu enfiava até sentir que pegava na garganta e tirava o pau para não deixar vomitar, depois voltava a socar. Continuei nessa brincadeira por vários minutos. Algumas vezes, entre engasgos e choro, ele pediu "pera um pouquinho" ou "vai com calma por favor pra não me machucar".
Quando senti que queria gozar, tirei e comecei a esfregar o saco na cara dele e mandei mamar minhas bolas. Ele obedeceu, e ia chupando uma depois outra, bem dedicado, sem levar as mãos, bem como eu tinha adestrado. Mostrou que aprende rápido. Por fim mandei que se esforçasse para abocanhar as duas de uma vez e pegasse na rola. Coloquei minha mão por cima dele e mostrei como eu queria, ele entendeu e foi masturbando devagar pra me fazer esporrar.
Quando o tesão escalou, tirei a mão dele e bati eu mesmo bem rápido, enquanto a boquinha quente aconchegava meu saco. Apertei a glande com força para segurar o jato; quando veio, enfiei em sua boca, contraindo a musculatura para mandar o jato mais forte que conseguia. Ele engoliu tudo, bem esforçado, sem protestar nem fazer menção de vômito. Ainda em ondas do tesão do orgasmo, mandei lamber devagarinho e passar a língua com carinho, limpando tudo com capricho. Me afastei e subi o short de pijama de novo. Ajudei-o a se colocar de cabeça pra cima, sentado na cama velha.
- "Nossa, que loucura, cara! Você é muito safado! Nunca imaginei fazer uma coisa dessa!"
Eu só gargalhei, sem responder.
Deixei-o ali sentado por mais alguns minutos, sem dizer nada. Por fim, exclamei:
- "Daora, jovem, já mereceu seu Pix! Muito bem!"
Voltei à sala e peguei meu celular, pedi que confirmasse a chave e fiz a transferência combinada, na mesma hora. Ele agradeceu.
- "Nossa, cara, eu tava precisando mesmo dessa grana. Mas por favor, sigilo total, tá ligado? Só isso que eu te peço. E tipo, se for muito discreto sempre no sigilo total, a gente pode fazer outras, manja? Se você puder me ajudar aí, manja, eu acho que seria de boa e toparia outra vez. Tô desempregado, tá ligado? E minha mulher me humilha muito por não conseguir trampo e depender dela. Esse lugar aqui é seu? Aqui é bem discreto, parece ser de boa, e é perto de casa, então acho que daria pra gente combinar, manja? Aí é só fazer o Pix..."
Disse isso e pela primeira vez deu uma risada mais descontraída. Percebi que tinha acabado de converter o "hétero casado conservador" em minha putinha, e que poderia tê-lo à minha disposição quando quisesse. Só precisava negociar direitinho e provavelmente conseguiria até mesmo deflorar aquele rabo virgem em breve.
Os detalhes de como dominei e corrompi o crentinho pai de família conservador, "supostamente hétero", transformando-o em minha putinha particular e realizando minha fantasia, compartilharei na próxima parte do meu relato.