Minha esposa Maha virou atriz (11)

Um conto erótico de Sabrino (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 2855 palavras
Data: 30/08/2025 00:35:20

Parte 11.

Da série: Maha – esposa e atriz

Ao ouvir o Melga sussurrar:

— Não faz barulho. Disfarça...Vamos assistir.

Eu fiquei todo arrepiado com a cena que estávamos vendo.

A Maha beijando a Shakira, segurando nos seios dela, e a Sharon ajoelhada no chão, com a boca metida na xoxota da minha esposa. Maha gemia e suspirava sem largar a Shakira. Ouvi o Melga falando no meu ouvido:

— As duas baianas safadas encontraram outra safada à altura. Vamos deixar as moças se divertirem.

Eu recuei e fechei novamente a porta, e nós dois voltamos ao quarto. Fomos para a varanda onde havia uma piscina pequena e umas cadeiras reclináveis. Na minha cabeça estava só imaginando o que poderia nos esperar naquele final de tarde e começo de noite.

Nada do que estava acontecendo eu conseguira prever. Do momento em que cheguei na praia, até ali, uma série de coisas se sucederam e eu, que sempre fui muito mais cérebro, planejamento e método, do que ação improvisada, estava sem tempo para parar, pensar, e tomar decisões.

Eu tinha percebido que o Melga, por respeito à mim e à Maha, minha esposa, tinha resolvido deixar que elas ficassem à vontade, sugerindo fecharmos a porta, e ele se reservou para não ver. Entendi então a sua percepção. Quando ele deu a opção do que eu poderia fazer, depois do jantar, até ir embora se eu desejasse, entendi que ele estava respeitando o meu casamento, e talvez não quisesse misturar as coisas. Ele era meu sócio, meu mestre, muito mais velho e experiente, e sabia que a Maha, que era impulsiva e descolada, pudesse fazer coisas que talvez depois me deixassem constrangido com ele. E se ela resolvesse dar para o meu sócio ali na minha frente? Vindo da Maha, que era mesmo totalmente emoção e improviso, tudo seria possível. Admirei muito aquilo nele, e nos sentamos tentando relaxar. Nisso, tocou a campainha da suíte, avisando que o nosso jantar havia chegado.

Eu fiquei de pé e cruzei o quarto em passadas rápidas. Fui abrir a porta da entrada, para receber as bandejas com as comidas servidas em travessas de aço tampadas.

Na mesma hora me lembrei de algum dos filmes de espionagem ou de assassinos, tipo os do Tarantino, onde a pistola com silenciador chega para o assassino escondida numa das travessas, exatamente como aquelas. Cheguei até a “ver” uma cena imaginária da Uma Thurman em Kill Bill, num de seus papeis mais marcantes. Maha talvez ficasse também, muito bem naquele papel de assassina sedutora.

Achei graça daquele meu pensamento, e enquanto recebia as bandejas e colocava sobre a mesa de refeições da suíte, tive a curiosidade de destampar algumas das travessas de aço e espreitar para dentro. Não vi nenhuma pistola, mas minha mente criativa já imaginou uma cena para um filme de propaganda onde o anel de noivado do casal, chega numa bandeja coberta, e o noivo faz surpresa para a noiva. E na mesma hora me recordei da Maha dizendo, “Faz tempo que quem tem o anel, tem o poder. Sabe ao que me refiro?”

Por instantes me distraí, mas logo voltei à realidade.

Logo que despedi os entregadores e fechei a parta da suíte, as mulheres apareceram no quarto, saindo do banho vestidas com roupões brancos de tecido de toalha com a marca do motel. Elas disseram:

— Vão, tomem banho rápido para podermos jantar.

Dei a vez ao Melga, para que tomasse banho primeiro, enquanto observava as três mulheres curiosas examinando as comidas.

Maha se aproximou de onde eu estava, na varanda e eu perguntei, malicioso:

— Demoradinho esse banho, né?

Maha sorriu e disse:

— Mulher demora mais, e éramos três, cada uma com um jeitinho especial de dar banho na outra.

Eu pisquei e disse:

— Já estava de safadeza lá dentro?

— Brincadeirinhas. Só uma espécie de “esquenta” para mais tarde. - Ela disse, com uma piscadela mais do que maliciosa.

— Pelo visto, tu adorou a Shakira, tanto quanto eu. – Falei para ouvir a reação dela.

— Ela é muito dez! Gostei muito. Fomos andar na praia e a primeira coisa que ela me disse foi: “Fiquei com o seu marido, m gostoso, mas eu nem sabia de nada do que houve. Ele só me contou depois. E ele é um pedaço de mau caminho.” – Maha falou.

Eu confirmei:

— Ela parece que é mesmo uma pessoa muito assumida e verdadeira. Gostei dela.

Maha disse:

— Tem uma história de vida incrível. Me contou hoje. Favelada na Bahia, filha de mãe solteira com quatro filhos, criada na rua, virou puta muito novinha.

— Parece que as duas irmãs são gente boa, do bem. O Melga gostou da Sharon. - Comentei.

Maha contou:

— Eu convidei para elas irem ao ensaio do teatro, e darem uma olhada no texto da peça, e nos diálogos. Acho que podem melhorar mais com a experiência delas.

Eu disse:

— Se tu indicar as duas na agência de modelos, elas podem ter uma chance melhor de trabalho aqui. E deixar a agência delas, que obriga a fazer book rosa.

— Boa ideia. Não tinha pensado nisso. – Disse ela.

Logo que o Melga saiu do banho, eu fui tomar uma ducha. Não demorei muito, talvez uns cinco minutos.

Quando saí do banheiro eles estavam só me esperando para comermos aquela comida que cheirava muito bem. As mulheres de roupão de tecido de toalha do hotel, e eu e o Melga só de bermudas. Nos acomodamos à mesa e nos servimos com nítida aparência de famintos desesperados. Durante o almoço, a conversa foi tranquila, descontraída, e sem provocações.

Quando terminamos e pedimos sorvetes de sobremesa e café, o Melga perguntou:

— Vão passar a noite aqui comigo e a Sharon?

Eu olhei para a Maha que olhou para a Shakira, e em seguida falou comigo:

— Eu convidei a Shakira para conhecer a nossa casa. Você está de acordo?

Eu fui pego meio de surpresa, mas não era uma novidade ruim. Eu sorri e olhei para a Shakira, que estava sorridente. Eu disse:

— Se é para o bem de todos, e para a felicidade do povo, eu estou de acordo.

Maha falou:

— Safado!

Após a sobremesa, com deliciosos sorvetes e seguidos de café, nós nos despedimos do Melga e da Sharon. Avisei que eu e o Melga racharíamos as despesas depois. Pegamos meu carro e seguimos, eu, Maha e Shakira.

Voltávamos da Barra da Tijuca, e até chegarmos ao final de Botafogo, levaríamos bem mais de uma hora de trajeto, naquele horário da noite de domingo. No som do carro, minha seleção de Nana Caymmi, prosseguiu como trilha sonora. “De Volta Ao Começo”.

“E o menino com o brilho do Sol na menina dos olhos”

“Sorri e estende a mão entregando o seu coração”

“E eu entrego o meu coração”

“E eu entro na roda e canto as antigas cantigas de amigo, irmão”

“As canções de amanhecer lumiar a escuridão”

“E é como se eu despertasse de um sonho que não me deixou viver”

“E a vida explodisse em meu peito com as cores que eu não sonhei”

“E é como se eu descobrisse que a força esteve o tempo todo em mim”

“E é como se então, de repente, eu chegasse ao fundo do fim”

“De volta ao começo”

“Ao fundo do fim”

“De volta ao começo”

Estávamos cansados de um dia muito intenso, e logo as duas mulheres adormeceram recostadas nos assentos do S.U.V.

Eu segui ouvindo música e pensando em tudo o que havia acontecido em apenas um final de semana. Nem um roteirista criando um thriller de suspense e ação, faria tantas reviravoltas numa história em tão pouco tempo, e que começou parecendo que ia dar tudo errado.

No trajeto, passei pelo túnel por baixo da Favela da Rocinha, e saí na Gávea, peguei a Avenida Jardim Botânico, e um pouco depois, chegando no Humaitá, senti a mão da Maha apertar o meu braço. Olhei para ela que me disse em voz baixa:

— Pode me deixar no Largo do Humaitá? Por favor. – Está de acordo?

Na hora, levei até um susto, e não entendi direito o que ela pretendia, mas ela mostrou a tela do telefone celular onde eu pude ver a foto do Gênio sentado na moto, e a mensagem dele embaixo. “Me espere no Largo do Humaitá. Se o Sabrino deixar, eu pego você lá. Avise quando chegar.

Entendi finalmente que ela havia decidido antes, e certamente devia ter combinado com ele, ainda dentro do banheiro ou enquanto eu tomava banho, por isso falou que convidou a Shakira para conhecer a nossa casa. Ela me deixava com a Shakira, e aproveitava para fazer o que realmente estava com vontade.

Apenas acenei com a cabeça, concordando. Eu estava achando realmente que quanto mais depressa aquilo se resolvesse, melhor seria para nós dois. Por isso, achei até bom.

Poucos minutos depois eu cheguei no Largo do Humaitá e parei. Ela me beijou com carinho, acariciou a minha nuca e disse ao ouvido:

— Agora é a minha vez. Obrigada. Te amo. Mas eu te deixo com quem sabe te cuidar muito bem. Não vai ficar sozinho.

A Shakira naquela parada acordou e a Maha falou para ela:

— Fico agora por aqui, amiga. Passe para a frente. Cuida desse meu corno direitinho. Depois eu te conto como foi.

Shakira não disse nada, apenas veio se sentar ao meu lado, colocou o cinto, e partimos.

Pelo espelho retrovisor, enquanto me afastava, vi a moto do Gênio encostando perto da Maha. Ele já deveria estar ali esperando. Depois acabei seguindo pela rua Humaitá, e os perdi de vista, pegando a rua Marques à direita, para pegar a rua Voluntários da Pátria, em direção à Praia de Botafogo.

Eu perguntei para a Shakira:

— Ela combinou com você?

Shakira fez que sim:

— Ela me perguntou se eu me importava de vir contigo, para ela poder encontrar o amigo. Eu disse que não me importava, da minha parte estava tudo certo. Até agradeci. – Ela respondeu.

Não comentei mais nada, e continuei dirigindo em silêncio, até que a Shakira disse:

— Ela ama você de verdade. Só ficou um pouco mordida de ciúme porque você passou a noite comigo e ela sozinha esperando você voltar. Mas na praia hoje, ela assumiu que você não fez nada que já não estivesse liberado, nem fez por vingança.

Eu sorri, e disse:

— Ela sabe que não pode reclamar de nada.

Continuamos em silêncio descendo a praia de Botafogo em direção ao meu apartamento perto do Morro da Viúva. No som do carro a voz da Nana Caymmi ainda estava cantando:

“Suave Veneno.”

“Vivo encantado de amor”

“Inebriado em você”

“Suave veneno que pode curar ou matar”

“Sem querer, por querer”

“Essa paixão tão intensa”

“Também é meio doença”

“Sinto no ar que respiro”

“Os suspiros de amor com você”

A Shakira falou baixo, como se estivesse pensando alto:

— Tem gente que tem tudo do bom e do melhor, mas sempre quer mais…

— O que quer dizer com isso? – Perguntei:

— Se eu tivesse um marido como você, e a vida que ela tem, talvez não desse tão mole como ela dá…

Resolvi não responder. Eu sabia o que ela sentia, pois não tinha quase nada do que a Maha tivesse, como estudo, preparo, marido, uma bela casa, emprego, além apenas da beleza… Aquilo me deixou um pouco sensibilizado. A canção prosseguiu no nosso silêncio:

“Suave veneno, você”

“Que soube impregnar”

“Até a luz de outros olhos”

“Que busquei nas noites pra me consolar”

“Se eu me curar desse amor”

“Não volto a te procurar”

“Minto que tudo mudou”

“Que eu pude me libertar”

“Apenas te peço um favor”“Não lance nos meus esses olhos de mar”

“Que eu desisto do adeus pra me envenenar”

“Suave veneno, você”

“Que soube impregnar”

“Até a luz de outros olhos”

“Que busquei nas noites pra me consolar”

“Se eu me curar deste amor”

“Não volto a te procurar”

“Minto que tudo mudou”

“Que eu pude me libertar”

“Apenas te peço um favor”

“Não lance nos meus esses olhos de mar”

“Que eu desisto do adeus pra me envenenar”

Ao chegarmos em meu edifício, deixamos o carro e subimos direto ao meu apartamento. Reparei que a Shakira se mostrava meio tímida, observando tudo. Eu a abracei por trás, e perguntei:

— O que você deseja? Já tomamos banho. Já jantamos. Deseja algo, uma bebida, ou o quê? Fique à vontade.

— Estou na sua casa, na casa dela, estou com você. Está muito bom. – Ela disse.

Trocamos um beijo que foi evoluindo para um tremendo beijo de língua, mas era mais de paixão do que de sexo.

Eu sentia que estava mesmo encantado com aquela moça simples, carinhosa, forte, educada, sempre bem-humorada, e bastante sedutora. A sensação que eu tinha é de que estava mesmo gostando muito dela, cada vez mais, me sentia mais envolvido, e tinha receio de falar aquilo, e criar algum tipo de envolvimento com ela, que poderia ser frustrante depois.

Aos poucos, fomos nos acariciando, beijando, tirando nossas roupas e quando ficamos nus, voltei a me extasiar diante da perfeição e beleza daquela garota. Eu a levei para o quarto. Retiramos a colcha que cobria a cama e nos deitamos, cada vez mais envolvidos nas carícias que evoluíram para toques e provocações íntimas mais ousadas.

Eu já beijava seus seios e ela acariciava meu pau com as mãos hábeis e experientes. Não havia pressa, não havia pressão. Estávamos muito mais desfrutando aqueles momentos de intimidade do que sedentos de sexo. Enquanto fui beijando o corpo moreno daquela mestiça, sentindo sua pele toda arrepiada, e seu calor, minha cabeça estava a mil, pensando que mesmo gostando muito de minha esposa, e tendo muito tesão nela, eu conseguia sentir o mesmo por aquela garota, como se eu pudesse gostar das duas de formas iguais. Aquilo me estimulava a dizer a ela o quanto eu estava feliz e excitado em poder fazer tudo aquilo com ela. Shakira apenas suspirava e pedia:

— Vem, eu sou sua! Eu quero você demais…

Nossas preliminares passaram por um 69 delicioso, demorado, onde eu pude saborear os excitantes fluidos da bocetinha vermelha e quente por dentro, sentindo a boca da Shakira me chupando o pau, o saco, os bagos, passado sua língua de forma terrivelmente alucinante pelo meu aparelho genital. Aos poucos, durante uns dez minutos nos provocamos daquele jeito até que a Shakira gozou gemendo e tremendo as pernas.

Logo a seguir, ela veio me cavalgar, como percebi que ela gostava de fazer, e novamente, por uns quinze minutos nós brincamos de sexo, às vezes trocando beijos, quando ela se debruçava sobre o meu corpo, e às vezes, saltando com força sobre meu cacete que a penetrava até o útero. Ela foi novamente se deixando levar, os olhos perdidos no espaço, a boca entreaberta, e pedindo:

— Me faz gozar gostoso! Assim… Assim… muito gostoso!

A bocetinha me apertava o cacete em contrações de pompoarismo, e eu me esforçava para não gozar ainda. Ela não resistiu mais e teve outro gozo, me chamando de gostoso, safado, e exclamando:

— Eu vou gozar de novo, meu amor! Ah, eu vou apaixonar assim!

Fiquei parado, com o pau todo enterrado dentro dela, esperando que ela tivesse seu êxtase pleno, e quando vi, ela se ergueu, ficou de joelhos sobre a cama ainda à cavalo e pegando meu pau melado de seus fluidos, encaixou na entrada do cuzinho, dizendo:

— Vem, vem gozar no cuzinho da sua puta, safado! Eu sei que você gosta.

Ela mesma foi se abaixando, rebolando e forçando a minha pica para dentro do seu cu, enquanto eu me concentrava em não gozar logo. Quando finalmente eu senti a pica toda atolada no cuzinho, ela passou a rebolar, e ir para frente e para trás apertado o ânus sobre meu pau, e gemia:

— Vem, tesudo, enche o cuzinho da sua puta de porra! Goza em mim safado!

Eu não consegui segurar mais do que dois minutos naquele vai e vem espremendo minha pica naquele anel quente e justo. Avisei que iria gozar e ela também acabou tendo mais um terceiro orgasmo, que foi como uma convulsão, de tanto que nos debatemos abraçados e gemendo.

Nossa, eu ficava surpreso de como e quanto eu sentia prazer com ela. Não era apenas um prazer sexual, era uma satisfação plena, de estarmos nos entendendo perfeitamente, em sincronia e harmonia. Depois, ficamos ali abraçados esperando o fôlego voltar.

Meu pau foi saindo lentamente de seu cuzinho. Ela suspirou e disse:

— Obrigada! Fazer amor, é muito melhor do que fazer somente sexo.

Eu concordei e falei:

— Sinto isso mesmo. Nosso sexo evoluiu muito.

Ela disse:

— É algo que terei que controlar, mas estou muito apaixonada.

Eu sorria, e resolvi ser verdadeiro. Pensei: "Que se foda o que vier a seguir".

— Eu sinto o mesmo. Estou me apaixonando cada dia mais.

Ela só me beijou. Eu naquele momento pensei que a Maha poderia estar sentindo a mesma coisa com o Gênio. Mas não disse nada. Ficamos abraçados, e adormecemos.

Continua na parte 12 (quando eu conseguir continuar).

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 387Seguidores: 897Seguindo: 208Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meu romance erótico: "Muito Safados - Confissões Eróticas Alucinantes”, basta me pedir o link por e-mail. Tem e-book e edição impressa por encomenda.

Comentários

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Essa parte da Maha na volta pra casa decidir ficar com o Gênio ,foi uma surpresa,pois também achei que ao convidar a Shakira iria ter uma nova festinha em casa.

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Que história, que capítulo!

Parabéns Leon!

Dormirei satisfeito. Mesmo quem não é do meio liberal entende que é sobre amor...

Algum idiota pode até comentar que a Maha deveria ter conversado vom o Sabrino antes de "simplesmente" informar que encontraria o Gênio. Só que ela já estava liberada pelo marido antes dele ficar com a Shakira. Só não rolou antes pq o Gênio nâo quis e ela também ficou mexida com a reação dele durante o jantar e a conversa depois.

Não é vingança, ou não é só isso. Ela queria, o Gênio queria...

Confesso que achei que rolaria um ménage do casal com a baianinha, mas do jeito que ficou está excelente!

Como disse antes, a história é sobre amor, mas também sobre respeito, sobre cumplicidade, sobre parceria...

Agora é esperar como será o próximo capítulo...

Forte abraço

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