Presente da Esposa

Um conto erótico de Rafael
Categoria: Grupal
Contém 3083 palavras
Data: 29/08/2025 17:45:53
Última revisão: 29/08/2025 19:19:30
Assuntos: Cuckold, Grupal, Menage, Swing

Eu sou Rafa, 35 anos, corpo normal, nem gordo nem magro. Sempre fui o mais safado da relação. Minha esposa, Clara, 33 anos, uma loira linda de fôlego curto, tinha um corpo que me deixava maluco: seios médios em forma de pera e um sorriso que desmonta qualquer um.

Clara sempre foi mais reservada, principalmente por causa da criação religiosa. Eu sempre puxava ela pro meu lado safado, testava limites, provocava. E ela, que parecia sempre tímida, começou a curtir essa pegada mais safada e, a cada ano que passava, Clara se soltava mais, e quanto mais ela se libertava, mais eu queria levá-la além.

Com o tempo, começamos a buscar novas formas de apimentar nossa vida. Primeiro foram os motéis, e ali já dava pra sentir o quanto Clara estava se soltando. A gente transava com a porta da garagem entreaberta, só pelo risco de alguém passar e ver. Aquilo deixava a gente em chamas.

Logo depois, a ousadia cresceu: na rodovia, à noite, Clara ficava excitada, e eu parava o carro no acostamento. Transávamos ali mesmo, os faróis dos caminhões passando e iluminando nossos corpos. O perigo de sermos flagrados fazia meu pau pulsar e ela gozar mais rápido.

Essa vontade de ser visto só aumentava. Foi quando descobrimos o Sexylog. Primeiro, só criamos perfil pra olhar, mas a tentação falou mais alto. Postamos algumas fotos, depois vídeos, e a resposta foi insana: comentários, convites, elogios. Clara, antes reservada, começou a sentir tesão em se mostrar. Chegamos até a arriscar algumas lives, e ver gente assistindo e se excitando com a gente foi como jogar gasolina no fogo.

Comecei a mostrar vídeos pornôs pra ela, principlanmente nas nossas trnasas, eu preparava antes sempre com um homem e duas mulheres,pois cada dia mais eu queria e imaginava algo assim. imaginando nós dois naquilo. Uma noite, tava tão excitado que coloquei um vídeo pra rodar. Transamos com força, gemendo, suando, e quando o vídeo terminou, outro começou, só que esse era diferente: dois caras com uma mulher. Sem pensar, olhei pra Clara, nua na cama, e soltei: “Imagina se fosse você.” Gozei na hora, e ela também, os olhos arregalados. Não sei o que me deu, nunca tinha pensado nisso, mas aquela imagem ficou na cabeça. Passei a buscar mais vídeos assim, dois caras com uma mulher, e sempre colocava. Durante o sexo, eu provocava: “Imagina você chupando outro pau na minha frente. Aqulo me deixava louco, a gente usava vibradores simulando dois homens, punha a mão na boca dela, e ela lambia, como se fosse outro. “Tô imaginando um pau na sua boca,” eu dizia, e ela gemia mais forte.

Com o tempo, não bastava mais a tela. Decidimos dar um passo além. Foi assim que ouvimos falar da Freedom, uma boate liberal em Belo Horizonte. O nome já mexia com a imaginação, mas a ideia de entrar num lugar onde tudo podia acontecer, onde o desejo era a única regra, deixou a gente obcecado.

Em agosto de 2025, tomamos coragem e fomos conhecer a Freedom, em Belo Horizonte. Desde a estrada até a porta da boate, meu coração batia acelerado. Clara, ao meu lado, usava um vestido preto colado que deixava cada curva do corpo dela ainda mais provocante. Eu sabia que qualquer olhar masculino que caísse sobre ela se perderia fácil — e, por dentro, isso me deixava ao mesmo tempo possessivo e com tesão.

A Freedom era um lugar que engolia a gente logo na entrada. As luzes piscavam suaves, refletindo nas paredes de veludo escuro. A pista de dança vibrava com um som de rock anos 80, casais rodando, dançando como uma balada normal.

No bar, garrafas de uísque, vodca e gim. Os bartenders, que serviam com um sorrisinho, como se já soubessem o que nos tinha levado até ali. Mesas para sentar, área aberta com mais mesas, um lugar muito lindo, que a gente não imaginava que tanta coisa pudesse acontecer.

Depois de uns drinques, seguimos para o fundo. Lá estava o labirinto — famoso, sussurrado, quase mítico. A entrada era estreita, iluminada apenas por lâmpadas fracas que mal deixavam ver o próximo passo. O ar era mais quente, abafado, carregado de perfume, suor e desejo.

O corredor era um aperto: corpos se esbarravam, algumas mãos ousavam deslizar por braços, costas e bundas de quem passava. Clara riu nervosa quando alguém passou a mão nela, e eu não falei nada, mas também tinha aproveitado o escuro para me aventurar a tocar em outras bundas. Era como se estivéssemos entrando em outro mundo, onde nada tinha regra.

As paredes tinham buracos estratégicos, e as pessoas, homens, mulheres e casais, enfiavam as mãos e tocavam no que imagino serem outros casais, algo um pouco estranho para a gente. Alguns eram só carícias leves, outros avançavam mais, buscando apertar seios, segurar paus, explorar bucetas. Em certos pontos, dava pra ver bocas esperando do outro lado, prontas pra chupar quem se arriscasse a colocar algo ali. O som de gemidos ecoava pelo labirinto, misturado ao ritmo grave da música que vinha abafada da pista.

Cada passo era um convite. Cada toque, um teste de limite. Eu sentia Clara cada vez mais molhada quando minha mão deslizava pela perna dela. Ali, no escuro, com gente nos tocando, percebi que o tesão dela estava no auge, e ouvimos as pessoas reclamarem dizendo que a casa estava meio vazia e as pessoas desanimadas. Eu achei estranho, porque pra mim estava ótimo, e então chegamos a uma sala no final do corredor.

Logo de cara, uma cena que grudou na minha mente: uma mulher, apoiada nas pernas do marido, estava de quatro, o vestido erguido, a bunda completamente exposta. Quem entrava dava de cara com aquela visão. Tinham quatro casais na sala: esse casal, outro sentado quase de frente, um casal bem próximo deles e eu e Clara perto da porta.

Nesse momento a mulher que estava se exibindo começou a chupar o pau do marido e ao mesmo tempo rebolando. Aquilo me deu uma vontade louca e, na minha cabeça, eu pensei: “Nossa, imagina a Clara naquela posição.” O outro casal se aproximou deles, com a mulher fazendo carinho nas costas da que estava de quatro. O homem se posicionou atrás dela e começou a enfiar o pau. Que cena excitante. Eu deslizei minha mão pela perna de Clara e toquei em sua buceta, que já estava muito molhada.

Nesse momento, a mulher que estava se exibindo começou a chupar o pau do marido e, ao mesmo tempo, rebolava. Aquilo me deu uma vontade louca e, na minha cabeça, eu pensei: “Nossa, imagina a Clara naquela posição.” O outro casal se aproximou deles, com a mulher fazendo carinho nas costas da que estava de quatro. O homem se posicionou atrás dela e começou a enfiar o pau. Que cena excitante. Eu deslizei minha mão pela perna de Clara e toquei em sua buceta, que já estava muito molhada.

Como falei, éramos quatro casais na sala. Um casal estava perto de nós e, vendo essa cena, o homem se levantou, ficou de frente para a esposa e colocou o pau para fora. A mulher começou a chupar, e eu, ao mesmo tempo, tocava a buceta da Clara. Nisso, a mulher que fazia carinho na outra percebeu a buceta da Clara exposta e veio em nossa direção, dando um beijo nela.

Meu corpo gelou por um segundo, mas logo a onda de tesão explodiu. Ver minha esposa, sempre tão reservada, beijando outra mulher na minha frente me deixou em transe. Baixei a alça do vestido preto dela, libertando aquele seio perfeito. A mulher caiu de boca, chupando com vontade, e Clara gemeu, apertando a nuca dela. Com a outra mão, ela apertava meu pau, que já estava para fora da calça.

Nesse momento, eu nem tinha percebido, mas o casal ao lado se aproximou ainda mais da gente. O marido puxou minha mão até o seio da esposa dele. Aquilo era surreal: eu pegando em outro seio, minha mulher sendo beijada e tocada ao mesmo tempo que outra mulher chupava seus seios e Clara me masturbava.

Com a outra mão, baixei a outra alça do vestido, deixando aqueles dois seios à mostra. Foi um convite. Dessa vez, para o marido da mulher ao lado, que se aproximou e começou a beijar o outro seio da Clara. Eu fiquei meio bolado na hora, com ciúmes, mas ao mesmo tempo sem entender o que estava acontecendo.

Vi que a mão da Clara saiu do meu pau. Eu parei para respirar um segundo e senti a mão de volta nele — mas não era a dela, era da mulher ao lado, que pegava meu pau e deslizava para cima e para baixo.

Era muita coisa acontecendo: uma mulher segurando meu pau, Clara com a bunda colada em mim sendo devorada por duas bocas, uma em cada peito, e ela não demonstrava resistência. Aquilo era demais: um misto de ciúmes, raiva e tesão incontrolável.

Pensei: “Se ela está curtindo, eu também vou.” E desci a mão para a buceta da Clara. Mas já tinha outra mão ali. Deu para sentir os dedos entrando dentro da buceta dela e ela gemendo. Achei que ali seria o auge da noite. Mas então me lembrei da mão da Clara, que não estava mais no meu pau, já que a mulher do lado me masturbava. Quando procurei, vi uma das coisas mais excitantes que presenciei até hoje: Clara acariciando o pau de outro homem, subindo e descendo, enquanto era duplamente chupada nos seios, tinha sua buceta preenchida pelos dedos dele e ainda esfregava a bunda no meu pau, que era segurado pela outra mulher.

Nesse momento, eu não pensava em mais nada, só sussurrava no ouvido da Clara:

— “Que delícia você pegando em outro pau… que tesão…”

E ficamos ali, trocando beijos. Nisso, a mulher se levantou e foi beijar a Clara também. Estávamos em um emaranhado de pessoas três mulheres e dois homens, todos se pegando. A mulher me deu um beijo na frente da Clara, que parecia estar tão em transe quanto eu. Nessa hora, passei a mão na buceta da mulher, que estava encharcada. Quis comê-la imediatamente, mas fui pego de surpresa quando ela me perguntou se eu tinha camisinha.

Clara, na hora, me falou que não sabia se estava preparada para aquilo. Uma coisa é imaginar, outra é sua esposa considerar dar para outra pessoa na sua frente. Mas instintivamente sentei a Clara e levantei seu vestido, mostrando sua buceta para todos que quisessem olhar. O homem já pegou uma camisinha e começou a colocar no pau. Clara olhava vidrada, e eu pensava se aquilo realmente estava acontecendo. Meu pau explodia, e eu tentava dar confiança para ela.

Ela, quase que involuntariamente, se virou, ficando de quatro, com a bunda virada para o homem. Eu entendi, e ele também: era o consentimento — e também um convite. Assim, eu vi um homem estranho colocar a cabeça do pau na porta da buceta da minha esposa e, devagar, empurrar para dentro. Eu, assistindo de camarote, via ele começar a comer ela ali, na minha frente.

Eu, em transe, fui até a Clara, beijei sua boca e perguntei se ela estava gostando. Ela não conseguia falar; apenas os movimentos dele, metendo nela, a faziam ir e voltar. Os gemidos dela me davam a pista do tesão que estava sentindo.

Eu estava tão em transe que nem percebi o quarto encher de gente. A mulher do cara falou para mim:

— “Tem muita gente, me protege aqui…”

Ela ficou na minha frente, se esfregando em mim, mas eu não conseguia tirar os olhos da Clara — gemendo na vara de um estranho, na frente do marido.

Falei para a mulher que era a primeira vez que estávamos fazendo aquilo. Ela não acreditou e respondeu:

— “Nossa, mas ela está gostando, viu…”

Nesse momento chegou outro casal mais perto da gente. Uma morena perguntou para a mulher do meu lado se podia me tocar. Ela respondeu que eu não era o marido dela, que minha esposa era aquela de quatro, sendo comida.

A morena, na hora, chegou no meu ouvido, perto das minhas costas, e falou baixinho:

— “Quer dizer que você gosta de ver sua mulher dando pra outro?”

Ela deslizou a mão até o meu pau e começou a bater uma punheta forte, puxando para trás e para frente com tanta força que até doeu. Ela falava no meu ouvido:

— “Você gosta de assistir, né, safado? Olha o tanto que esse pau está duro…”

E ainda falava para o marido dela:

— “Olha só, ele gosta de ver a mulher dele dando…”

Ele ria, dizendo que quem não gosta.

Eu me virei para a morena e acabei me sentando, ao lado da Clara, no sofá. Fui beijando a boca dela, enquanto a morena simplesmente abocanhou meu pau e ficou ali me chupando.

Era uma cena de filme pornô: minha esposa de quatro, com um pau na buceta, me beijando e gemendo; eu sendo chupado por outra mulher; e a morena, ao mesmo tempo, levando rola do marido dela por trás.

Nem nos meus sonhos mais loucos imaginei viver isso.

A morena saiu de cima de mim e eu fiquei ali, assistindo, quase gozando, enquanto de vez em quando a Clara vinha e me chupava também. Até que o cara gozou dentro dela.

Minha esposa se levantou, e a esposa dele a beijou agradecendo. Me beijou também, e a Clara ainda beijou o marido dela. Aquela cena também me pegou — ele tinha acabado de gozar nela, mas era estranho ver minha mulher beijando ele.

Saímos do quarto e ela me perguntou se eu estava bem. Eu estava em êxtase, nas nuvens, com muita vontade de meter nela. Ela falou para andarmos, que queria achar um lugar para eu me divertir — mal sabia ela que eu já tinha me divertido muito, talvez até mais do que ela.

Andando ainda pelo corredor, eu atrás dela, Clara me dizia que precisávamos achar um lugar, porque só ela tinha se divertido. Ela nunca imaginava o que estava passando pela minha cabeça. Eu dizia para ela que tinha me divertido muito, mas que precisava muito dela, que eu estava com muito tesão, que meu pau estava pulsando de tanto tesão.

Chegamos a andar um pouco pela casa, mas não achamos nada que chamasse a atenção. Ela brincava dizendo que eu precisava encontrar alguém, já que só ela tinha se divertido. Eu falei que precisava comer uma daquelas gostosas da casa — e que essa gostosa era ela.

Entramos em um quarto. O tesão era tanto que eu simplesmente levantei o vestido dela, joguei Clara em um banco, abri suas pernas, olhei para sua buceta linda, que minutos atrás tinha sido ocupada por outro pau. Coloquei meu pau para dentro, abaixei minhas calças e comi.

pessoas entrando e assitindo e eu nem ligava, so queria comer aquela puta gostosa que era minha eposa, tesão era tanto que acho que não durei nem 5 minutos, mas foi muito gostoso. Gozei feito um louco. Falei com ela enquanto gozava, e ela disse que também tinha gozado. Perguntei se tinha gozado antes; ela respondeu que não, que estava um pouco ansiosa, mas que ali sim tinha gozado bastante. Ainda brincou:

— “Só você me deixa de pernas bambas…”

Aquilo foi uma loucura, uma cumplicidade absurda. Meu corpo estava todo arrepiado.

Saímos do quarto, fomos em direção aos banheiros, passamos no bar, pegamos uma última cerveja e saímos. Pagamos a conta.

No estacionamento, ela entrou no meu braço e disse que estava tudo bem. Eu falei que estava tudo ótimo. Clara comentou que estava se sentindo um pouco mal, porque parecia que só ela tinha se divertido. Eu respondi que muito pelo contrário, que nunca tinha me divertido tanto assim em uma noite, que eu estava até com dificuldade de processar, que às vezes parecia que tinha sido só um sonho, uma ilusão.

Andamos até o carro, fomos para o hotel. No hotel, ela foi tomar banho e eu fiquei deitado na cama, olhando aquela mulher linda se despindo, tomando banho. Pensava em tudo que tinha acontecido. Foi tão alucinante que eu quase entrei em transe. Acabei cochilando e, quando acordei, ela já estava deitada ao meu lado. Meu pau duro, pulsando, o tesão gritando.

Simplesmente comecei a beijá-la e, quando percebi, ela já estava de quatro, e eu comendo ela de novo. Enquanto metia nela, eu não conseguia tirar a cena da cabeça: Clara de quatro, chupando meu pau, sendo comida por outro. Gozei rápido de novo.

Depois pegamos o carro para voltar para casa. Tivemos que demorar um pouco por causa do trânsito. Estávamos cansados. Fui direto tomar banho. E, quando estava no chuveiro, meio sem querer, aquela cena voltou para minha cabeça. Fiquei lembrando daquilo, meu pau duro ali no banheiro, e acabei fazendo como um adolescente: batendo uma punheta. Só que, ao contrário da adolescência, quando a gente tinha que olhar revistas Playboy, lembrar de algum filme ou cena de Emmanuelle, a cena que vinha na minha cabeça era da minha própria esposa.

Linda, gostosa, maravilhosa. Eu, ali, sendo espectador, vendo ela gozar, vendo ela ser comida, vendo ela se esbaldar. Aquilo me dava tesão demais. Gozei de novo.

Depois do banho, fomos assistir um filme antes de dormir. Mas, quando deitei na cama ao lado dela, olhei para Clara, comecei a beijar seu pescoço, coloquei ela novamente de quatro e comecei a meter nela mais uma vez.

Nunca na minha vida eu tinha conseguido gozar três vezes seguidas no mesmo dia. O tesão era tanto que não tinha como controlar.

Desde então, a gente entendeu que somos maduros o suficiente para aceitar que o que aconteceu foi ótimo, e que não muda nada no amor que sentimos um pelo outro. Acredito que teremos outras experiências, outras aventuras assim.

Mas o fato é que, desde aquele dia, todos os dias, o meu tesão por ela mais que dobrou. Todas as vezes que chego perto, ou quando lembro do que aconteceu, me dá uma vontade imensa de deitar com a minha mulher, comê-la de novo, fazer um sexo selvagem, lembrando daquela noite.

É quase animalístico, instintivo. Ao mesmo tempo, olho nos olhos dela, os mesmos que me fizeram me apaixonar, beijo com carinho essa mulher — e tenho certeza absoluta que ela é a mulher da minha vida e enquanto escrevo este conto que totalmente real , estou de pau duro de novo, louco para chegar a hora de comer minha gostosa.

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