Segredos do Coração - Superando o Passado. Epílogo Final.

Um conto erótico de Ménage Literário
Categoria: Heterossexual
Contém 8311 palavras
Data: 29/08/2025 15:30:42

Parte 44: “Ninguém É De Ninguém”

Quase cinco anos haviam se passado desde a renovação dos votos, e a vida de Mari e Celo tinha se transformado em um retrato de amadurecimento e plenitude.

Mari voltou ao trabalho com uma nova missão: ajudar pessoas a lidarem com traumas relacionados à sexualidade. Com delicadeza e firmeza, ela recebia pacientes que carregavam feridas parecidas com as que um dia também a machucaram. O espaço, antes pequeno e discreto, havia ganhado luz, cor e até uma equipe de apoio. Era reconhecida como uma referência em sua área. Não apenas como psicanalista, mas como alguém que trazia, no olhar e na escuta, a autoridade de quem havia superado as próprias dores.

Enquanto isso, Celo e Diego, agora lideravam uma empresa de tecnologia que crescia em ritmo acelerado. De pouco mais de meia dúzia de funcionários, lá atrás, já eram quase duas dezenas, com clientes importantes e contratos sólidos. A parceria entre pai e filho se mostrou uma das maiores forças daquele negócio. Diego trazia o frescor das novas gerações, com ideias ousadas e olhar inovador. Celo, a experiência, o equilíbrio e a resiliência que aprendera a duras penas. Juntos, haviam criado algo que não era só fonte de renda, mas motivo de orgulho para toda a família.

Na vida pessoal, os frutos também floresciam. Os novos gêmeos, agora mais independentes, enchiam a casa de energia, correndo pelos corredores e exigindo de Mari e Celo o mesmo fôlego de juventude que tinham nos tempos de Daniela e Diego, quando pequenos. Só que agora, tudo era diferente: havia menos cobranças e mais cumplicidade, como se aqueles dois fossem um presente tardio para reforçar o que nunca deveria ter sido perdido.

Daniela, formada em medicina veterinária, vivia sua independência com segurança. Trabalhava na área que escolhera, mantendo o espírito livre que sempre a caracterizara, mas sem abrir mão da maturidade adquirida ao longo dos anos turbulentos da família.

E Diego, finalmente, havia se firmado. O namoro com Carolina evoluíra de forma natural e sólida, e agora os dois eram noivos. Ela abriu mão dos desejos liberais, pois se sentia plena com a vida a dois, com um homem para chamar de seu. A relação séria mostrava o quanto Diego, outrora o mais contido, aprendera a lidar com os próprios sentimentos e com a vida adulta.

Naquela manhã ensolarada de sábado, com as crianças correndo pela casa, Mari e Celo se olhavam em silêncio, cúmplices. Eles sabiam: todas as dores, separações, quedas e recomeços, os haviam levado até ali. E, cinco anos depois, finalmente podiam sorrir com a certeza de que o futuro estava sendo escrito sobre bases firmes, construídas a quatro mãos e agora, com uma família inteira por trás.

{…}

A casa de Mari e Celo estava cheia de vida. Balões coloridos decoravam o jardim, uma mesa comprida exibia o bolo confeitado com super-heróis e princesas, e o som alegre das crianças ecoava em meio às conversas animadas dos adultos. Os gêmeos, agora com quatro anos, corriam de um lado para o outro, rindo alto, com as bochechas pintadas por uma artista contratada para animar a festa.

Daniela, elegante e segura, ajudava Mari a organizar os convidados, enquanto Matheus, seu namorado, entretinha as crianças com pequenas mágicas improvisadas, um talento que ele descobrira por acaso, mas que sempre fazia sucesso.

Diego estava ao lado de Carolina, que já exibia no dedo o anel de noivado. Os dois formavam um casal admirado por todos: cúmplices, divertidos e carinhosos um com o outro. Carolina, brincalhona como sempre, ajudava os gêmeos a abrir presentes, mas sempre arrumava tempo para se encostar em Diego e arrancar dele um sorriso tímido.

Entre os amigos, o clima era igualmente especial. Anna e Paul chegaram juntos, de mãos dadas, trazendo nos braços o filho do casal, de apenas três anos, que rapidamente se juntou à algazarra com os primos de coração. Anna parecia realizada, e Paul, orgulhoso, não escondia o olhar de admiração para a esposa e os amigos ao redor.

Chris e Fabi chegaram um pouco depois, trazendo lembrancinhas personalizadas para as crianças, sempre detalhistas, sempre cuidadosos. Logo se juntaram à roda de conversa com Cora e Giba, que também estavam lá, mais maduros e serenos do que anos atrás, mas ainda com aquele brilho de casal que venceu suas próprias batalhas.

Luciana apareceu acompanhada de um novo namorado, um homem simpático e de sorriso fácil, que logo caiu nas graças do grupo. Ela estava feliz, e todos percebiam o quanto sua vida também havia ganhado novos contornos positivos.

Também estavam presentes os amiguinhos da escolinha, e alguns pais, e Celo circulava entre os convidados com seu violão na mão, porque ninguém conseguia imaginar uma festa sua sem música. Quando os salgadinhos já tinham rodado pela terceira vez, ele se sentou numa cadeira no jardim, cercado pelas crianças.

— Essa é da época do papai. — Disse, rindo, arranhando os primeiros acordes de “Aquarela”, do Toquinho. As crianças começaram a cantar juntas, mesmo tropeçando nas palavras.

— Vai voando … contornando a imensa curva … Norte e Sul …

Depois emendou com “O Balão Mágico”, arrancando gargalhadas dos mais velhos, que imediatamente foram transportados para a própria infância.

— Sou feliz … por isso estou aqui … também quero viajar nesse balão …

Até Paul e Giba se pegaram cantarolando o refrão, meio sem graça.

E então, “Amigos do peito”.

— Viver a vida, viajando nas canções … viver cantando, alegrando os corações …

Por último, Celo arriscou “Ai, meu Nariz”, também da turma do Balão Mágico, que arrancou gargalhadas tanto das crianças, quanto dos adultos.

— Aí, meu nariz … aí, meu nariz … ele parece muito mais um chafariz …

Mari, de longe, sorria emocionada. Fabi, rindo, comentou:

— Você sabe tocar tudo, hein, Celo. Até música infantil?

Ele ajeitou o violão no colo e respondeu, divertido:

— Eu cresci ouvindo isso! Essas músicas ficaram gravadas na memória, como se fossem parte da gente. Sempre soube tocar, só precisava de uma plateia exigente o suficiente pra pedir, e piscou para os filhos, que se agarraram a ele rindo.

Naquele momento, Mari percebeu que a cena não poderia ser mais perfeita: família reunida, amigos de verdade, e o homem da sua vida tocando o coração de todos com a simplicidade de uma canção.

Depois dos parabéns e do corte do bolo, a criançada desapareceu pelo quintal, correndo atrás de balões e brinquedos. O burburinho diminuiu, deixando espaço para que os adultos se dividissem em pequenos grupos de conversa.

Mari aproveitou para se afastar um pouco, levando um prato de docinhos até os amigos. Paul já estava ali, apoiado no corrimão, olhando a movimentação no jardim. Ele abriu um sorriso quando ela se aproximou.

— Festa linda, Mari. Vocês dois são incríveis. — Disse, sincero.

Mari agradeceu com um sorriso tímido, mas antes que pudesse responder, Anna chegou, se encaixando naturalmente no lado de Paul. Ela olhou para Mari, depois para Celo que conversava animadamente com Giba e Chris do outro lado, e suspirou, divertida:

— Eu estava esperando o momento certo para falar isso, mas acho que já deu tempo demais.

Paul pigarreou, olhando ao redor para ver se estavam a sós, e entrou no assunto:

— É. Acho que a gente deve a vocês um convite. Faz tempo que não nos reunimos como antes, sem pressa, sem peso, só ... a gente, nossa turma. — E emendou. — O que acha de uma reunião mais íntima, lá na casa de praia, no próximo mês?

Mari não respondeu de imediato, surpresa pelo convite. Mas Celo, que chegava justamente com duas taças de vinho nas mãos, ouviu a última parte. Ele riu, entregando uma taça para a esposa:

— Eu já estava achando que vocês nunca mais iam lembrar da gente. — Provocou, piscando. — Está mais do que na hora.

Mari lançou um olhar cúmplice para o marido, sorrindo. Anna, rindo, ergueu as mãos em defesa:

— Ei, não foi esquecimento! É que a maternidade tomou conta de tudo, vocês sabem. Mas agora ... — Ela olhou para Paul de forma divertida e completou: — Agora não vejo a hora de reunir os amigos de novo. Eu amo meu marido, claro, mas já não aguentava mais o arroz com feijão caseiro de todo dia.

Paul fingiu ficar ofendido:

— Arroz com feijão? É assim que você fala do nosso casamento?

Anna gargalhou, segurando o braço dele com carinho:

— Só porque eu sei que você também está com saudade de uma brincadeira mais coletiva.

Ele tentou manter a expressão séria, mas logo cedeu, abraçando a esposa e roubando-lhe um beijo. Mari e Celo trocaram um olhar cheio de promessas, já imaginando o que aquele convite significava.

Na varanda, depois do convite ousado de Paul e Anna, o clima já estava cheio de malícia disfarçada. Mari riu nervosa, Celo ergueu a sobrancelha como quem já esperava, e foi nesse momento que Chris, curioso, apareceu com uma taça de vinho na mão.

— Ihhhh … olha a cara de vocês. — Disse ele, estreitando os olhos. — Tão tramando coisa, que eu sei.

Anna piscou para Mari, tentando disfarçar. Mas Giba logo se aproximou também, trazendo Cora, abraçada pela cintura:

— Se tão tramando viagem, podem incluir a gente. Faz tempo que não tem farra boa nesse grupo.

Paul deu uma gargalhada.

— Vocês farejam safadeza de longe.

Cora, com aquele jeito provocador, não deixou passar:

— Ahhhh … e você não, Paul? Olha só a cara da Mari e do Celo, tá escrito na testa deles.

Mari ficou vermelha, enquanto Celo aproveitou para brincar:

— Bom … eu adoro o “arroz com feijão” da minha Mari. Não tenho do que reclamar. Mas um rodízio de vez em quando não faz mal a ninguém.

Anna caiu na risada e bateu palmas:

— Tá vendo? Até o Celo concorda comigo!

Fabi, que vinha chegando com uma bandeja de brigadeiros, entrou na conversa sem entender:

— Concorda com o quê?

Chris respondeu no mesmo segundo:

— Que arroz com feijão, todo dia, enjoa.

Fabi fez cara de séria, mas o olhar era cheio de ironia.

— Se tiver linguiça, da boa, dá pra incrementar o cardápio. — Ela piscou para Mari.

Todos caíram na gargalhada, até Paul levantar as mãos como quem estava entregando o jogo:

— Gente, vamos com calma. Se organizar direitinho, todo mundo come bem.

Luciana, que até então observava em silêncio, deu aquela risadinha de canto:

— “Come bem” … sei. Vocês esquecem que eu enxergo além do óbvio, né? Mas olha, vou falar uma coisa: tô começando a achar que entre vocês, nada é tão reservado assim.

Mari, meio sem graça, encostou no ombro da amiga e riu:

— Você fala isso como se não gostasse de ouvir as fofocas depois.

Luciana piscou de volta, maliciosa:

— Quem disse que eu quero só ouvir a fofoca?

Mari provocou:

— Você só fala. Até hoje ainda não se decidiu. Vai que agora é a hora certa?

Luciana não respondeu, apenas corou e o grupo explodiu em risadas de novo. Paul, tentando botar ordem, bateu a taça contra a de Anna e Celo:

— Então tá decidido. Próxima parada: casa de praia.

E Celo, no embalo, completou:

— Já estava passando da hora, mesmo.

{…}

Os dias que antecederam o tão esperado final de semana, pareciam arrastar-se em câmera lenta. Cada um dos casais, à sua maneira, preparava o terreno para a viagem, equilibrando responsabilidades, segredos e a ansiedade crescente.

Na sexta-feira à tarde, véspera do encontro, Mari arrumava as malas com um misto de nervosismo e animação. Enquanto dobrava os vestidos e separava um biquíni especial, Celo a observava, apoiado no batente da porta, com um sorriso maroto.

— Tá difícil esconder a animação, hein? — Ele provocou.

— E você também não tá disfarçando nada, Celo. — Mari riu, mordendo os lábios.

Os dois deixaram os filhos com Diego e Carolina, que se mostraram empolgados em cuidar dos pequenos, com a ajuda de Daniela. Na despedida, Dani comentou:

— Relaxem. Aproveitem. Aqui a gente dá conta.

Mari a abraçou apertado, grata pelo apoio dos filhos mais velhos.

Há alguns bairros de distância, Anna e Paul também se preparavam. Anna arrumava uma pequena mala enquanto Paul ajudava o filho a guardar brinquedos antes de levá-lo para a casa do avô.

— Vai ser estranho deixar ele, né? — Anna murmurou, já sentindo aquele aperto no coração de mãe.

Paul a puxou pela cintura e a beijou na testa.

— É só um final de semana. E você merece, nós merecemos.

Ela sorriu, rendida, e deixou-se embalar pelo entusiasmo do marido, que parecia tão ansioso quanto ela.

Cora e Giba trocaram mensagens com Chris e Fabi durante a semana, todos brincando sobre “o cardápio especial do final de semana”. As provocações iam de emojis de vinho até piadas ousadas, e cada resposta só deixava mais claro que ninguém conseguia pensar em outra coisa.

A noite da sexta-feira caiu trazendo um clima de expectativa que pairava sobre todos eles. Malas prontas, filhos acomodados, corações acelerados. No ar, a certeza de que aquele final de semana não seria apenas uma fuga, mas um marco para todos.

O sol da tarde de sábado dourava a fachada da casa de praia quando Paul e Anna terminaram de organizar os últimos detalhes. A mesa da varanda estava posta com queijos, pães artesanais, frutas frescas, espumante já no gelo e taças esperando para serem erguidas. Anna ajeitou os cabelos, respirando fundo, enquanto Paul, já de bermuda e camisa aberta, olhava satisfeito para tudo.

— Pronto. Agora é só esperar os convidados chegarem. — Ele comentou, rindo.

Anna, com um brilho de malícia nos olhos, completou:

— Esperar … e ver quem vai aguentar mais tempo sem perder a compostura.

O ronco de um carro ao longe anunciou os primeiros convidados. Giba estacionou sorridente, descendo de braços dados com Cora, que já vinha rindo alto, como sempre.

— Olha só! — Gritou Paul, abrindo os braços. — O casal simpatia chegou primeiro!

Cora não perdeu tempo:

— Ué, alguém tinha que abrir oficialmente o final de semana.

Anna a abraçou, rindo, e Paul foi recebido com um forte aperto de mão de Giba. Logo estavam todos servindo as primeiras taças.

Pouco depois, outro carro se aproximou. Chris desceu ajeitando os óculos escuros, enquanto Fabi, elegante e prática, vinha com uma sacola com suas famosas sobremesas caseiras.

— Espero que vocês tenham deixado espaço na mesa, porque eu trouxe reforço! Energia nunca é demais. — Disse ela, sorrindo.

— Salvaram a gente, então! — Paul respondeu, pegando a sacola e abraçando os dois.

A expectativa parecia aumentar com cada segundo até que, enfim, o carro de Celo entrou na propriedade. Mari desceu primeiro, cabelos soltos, vestido leve que balançava com a brisa. Celo, atrás dela, já com aquele sorriso maroto, foi recebido como se a casa fosse sua.

Anna foi a primeira a correr até Mari, abraçando-a com carinho, e Paul cumprimentou Celo com aquele aperto de mão firme que logo virou um meio abraço entre amigos.

Na varanda, quando todos já estavam reunidos, Paul ergueu a taça e fez um brinde:

— Aos amigos, às histórias que já vivemos e às que ainda vamos viver. Que esse final de semana seja memorável.

As taças tilintaram e as risadas ecoaram pelo espaço. Ali, no reencontro de risos fáceis e olhares cúmplices, começava mais um capítulo que todos sabiam que não seria apenas mais uma viagem, mas um marco para a amizade e a liberdade que unia aquele grupo.

A brisa do mar tomava conta do ambiente, misturando-se ao aroma de velas de baunilha que iluminavam com uma luz dourada. A casa de praia estava envolta em uma atmosfera quente, íntima, como se o próprio ar conspirasse para aquela noite. Os quatro casais estavam à vontade, curtindo a liberdade que apenas um encontro assim poderia proporcionar.

Celo estava sentado no sofá, com Mari deitada entre suas pernas, seus dedos deslizando lentamente pelos cabelos dela. Paul e Anna trocavam olhares carregados de desejo enquanto Chris e Fabi dançavam ao som da música suave que ecoava. Giba e Cora, por sua vez, estavam mais próximos do bar, compartilhando um drinque com sorrisos maliciosos.

Era impossível não notar a química entre todos. Ninguém precisava de palavras, gestos, os olhares já diziam tudo. Parecia que o tempo havia parado, como se o mundo lá fora não existisse mais.

Foi Anna quem quebrou o silêncio primeiro.

— Quem vai começar? — Ela perguntou com um sorriso provocante, enquanto erguia ligeiramente o corpo para se sentar.

Seus dedos deslizaram pela perna de Paul, subindo devagar até a coxa dele. Ele respondeu com um leve aperto no quadril dela, puxando-a para mais perto. Seus lábios se encontraram em um beijo lento, profundo, as mãos dela se perdendo nos cabelos dele. Paul segurou sua cintura com firmeza, enquanto seus corpos se ajustavam um ao outro.

Chris e Fabi não demoraram a seguir o exemplo. Ele a puxou contra si, envolvendo-a em um abraço apertado enquanto suas bocas se encontravam em um beijo carregado de desejo. Fabi soltou um suspiro suave quando ele começou a deslizar as mãos por suas costas, descendo até a curva dos quadris.

Giba e Cora observavam a cena com olhos faiscantes. Ele pegou a mão dela e a puxou para mais perto, seus corpos se encaixando naturalmente.

— Você adora isso, né? — Ele perguntou, com um tom de voz rouco e sedutor.

Ela respondeu com um sorriso cheio de segundas intenções, sua mão descendo devagar pelo peito dele.

Mari decidiu dar o próximo passo. Ela se virou para enfrentar Celo, suas pernas se abrindo ligeiramente enquanto ela se ajoelhava na frente dele. Suas mãos seguraram o rosto do marido, puxando-o para um beijo ardente. Celo respondeu com voracidade, suas mãos deslizando pelo corpo dela, explorando cada curva.

Paul e Anna estavam completamente envolvidos, um no outro. Ele começou a desabotoar lentamente sua blusa, expondo a pele macia. Anna arqueou as costas, sentindo o toque dele em sua pele, enquanto suas mãos puxavam a camisa dele para cima, revelando o físico maduro.

Chris e Fabi estavam em um ritmo mais rápido. Ele a levantou, sentando-a na borda da mesa atrás deles, seus corpos se ajustando enquanto ele se posicionava entre suas pernas. O beijo entre eles era intenso, cheio de urgência, enquanto suas mãos a exploravam sem pudor.

Giba e Cora estavam em uma dança própria. Ele começou a deslizar o vestido dela para baixo, expondo os ombros dela à luz suave das velas. Cora soltou um suspiro de satisfação quando ele começou a beijar seu pescoço, descendo até os ombros, suas mãos seguindo o mesmo caminho.

O ambiente estava cheia de sons suaves: os gemidos baixos, a respiração ofegante, o ruído dos corpos se movendo juntos em harmonia. Cada toque era calculado, cada movimento cuidadosamente planejado para maximizar o prazer.

Mari começou a deslizar seu corpo pelo de Celo, seus joelhos se posicionando de cada lado das pernas dele. Suas mãos seguravam o rosto dele enquanto eles se beijavam profundamente, suas línguas se encontrando em uma dança sensual. Celo levou as mãos às costas dela, apoiando-a enquanto ela se movia contra ele.

Paul e Anna estavam completamente absorvidos um pelo outro. Ele acabou de despir a blusa dela, expondo seus belos seios. Anna soltou um suspiro de satisfação quando ele começou a beijá-los, sua boca quente envolvendo um dos mamilos enquanto a mão acariciava o outro.

Chris e Fabi estavam em um ritmo frenético. Ele levantou o vestido dela, expondo seu corpo completamente a ele. Fabi arqueou as costas, sentindo o toque dele entre suas pernas, os dedos dele explorando sua intimidade com habilidade surpreendente.

Giba e Cora também estavam plenamente envolvidos. Ele acabou de tirar o vestido dela, deixando-a nua. Seus olhos percorreram o corpo da esposa com desejo evidente, antes de começar a deslizar as mãos por ela, explorando cada centímetro de sua pele de ébano.

O ambiente inteiro estava imerso em uma onda de sensualidade, onde todos estavam conectados, explorando uns aos outros de maneiras novas e excitantes.

Anna afastou-se lentamente de Paul, sua pele ainda quente dos beijos profundos que haviam compartilhado. Seus olhos encontraram os de Chris, que estava em pé ao lado da mesa, onde Fabi se reclinava com as pernas abertas. A atração entre eles sempre fora magnética, como um fio invisível puxando-os para mais perto. Anna caminhou até ele, seus passos calmos, mas determinados, enquanto Paul, sem hesitação, virou-se para Fabi, estendendo a mão para ajudá-la a descer da mesa.

— Você parece tão … pronto. Estou com saudade. — Anna sussurrou, parando a poucos centímetros de Chris.

Ela colocou a mão no peito dele, sentindo o coração acelerado. Ele respirou fundo, seu olhar escurecendo enquanto suas mãos encontravam as curvas dela, puxando-a contra o seu corpo. O calor entre eles era intenso, quase sufocante. Anna inclinou o rosto para cima, seus lábios encontrando os dele em um beijo lento, exploratório, que logo se transformou em algo mais profundo, mais urgente.

Paul estava agora de frente para Fabi, seus dedos deslizando pelas laterais do corpo dela enquanto ela recuava, levando-o para o sofá.

— Gosto de como você toma a iniciativa. — Ela murmurou, deitando-se nas almofadas macias e abrindo as pernas para ele.

Paul a seguiu, suas mãos firmes descendo por suas coxas até alcançarem a umidade quente da xoxota. Ele arqueou uma sobrancelha, surpreso com a resposta imediata do corpo dela, e mergulhou os dedos nela com uma pressão firme, fazendo-a tremer e soltar um suspiro rouco.

— Ahhhh … que saudade …

No outro lado, Chris estava agora com as mãos na cintura de Anna, virando-a de costas para ele antes de pressionar seu corpo contra o dela. Sua boca encontrou seu pescoço, beijando e mordiscando enquanto suas mãos subiam por sua barriga até segurar seus seios. Anna respirou fundo, sentindo o tesão crescer dentro dela como uma onda que a engolia. Ela podia sentir o toque das mãos dele em seus seios, apertando e massageando os mamilos que já estavam rígidos de desejo.

— Você tem ideia do que sempre você faz comigo? — Chris cochichou em seu ouvido, com a voz grave e cheia de necessidade.

Ele empurrou o quadril para frente, deixando-a sentir o volume de sua excitação contra ela. Anna sorriu maliciosamente, esfregando o bunda nele, sentindo-o endurecer ainda mais. Ela gostava do poder que tinha sobre ele, da forma como ele tremia quando ela se movia assim.

De volta ao sofá, Fabi estava completamente entregue às mãos de Paul. Ele dobrou-se para baixo, beijando a linha do abdômen antes de levar a boca até o centro de seu prazer. Ela agarrou as almofadas atrás da cabeça, os dedos se contorcendo no tecido enquanto o orgasmo começava a se aproximar. Ele sabia exatamente como guiá-la, e ela quase perdeu o fôlego quando ele aumentou o ritmo, com a língua fazendo círculos rápidos e precisos.

— Paul … eu vou … — ela se engasgou, seus músculos vaginais se contorcendo em antecipação.

— Então vem, putinha gostosa. Vem com tudo. — Ele ordenou, com a voz dominante.

Quando o clímax a atingiu, Fabi gritou, seu corpo arqueando violentamente enquanto ondas de prazer a consumiam.

— Ahhhh, Paul … corninho gostoso … Ahhhhhhhh …

Paul não deixou que ela recuasse, mantendo-a no limite por mais alguns segundos, antes de finalmente permitir que ela desabasse no sofá, respirando descontroladamente.

Anna e Chris estavam agora no chão, com Anna por cima. Ela sentou-se sobre ele, guiando-o para dentro dela com um movimento lento e deliberado que fez os dois suspirarem em uníssono. Ela começou a se subir e descer, rebolando lentamente, mas logo acelerando o ritmo conforme o prazer crescia dentro dela. Chris a segurou pelas coxas, ajudando a guiar seus movimentos enquanto seus olhos ficavam grudados nos dela, observando cada expressão de prazer. Fabi, ainda se recuperando no sofá, assistia a cena com um sorriso preguiçoso nos lábios.

— Vocês dois são incríveis juntos. Sempre foram. — Ela sussurrou, com a voz ainda trêmula do clímax recente.

Paul sentou-se ao seu lado, a mão acariciando suavemente sua perna enquanto eles apreciavam a visão.

— Vem brincar com a gente … — Anna sugeriu com um sorriso malicioso, estendendo a mão para Fabi.

Sem hesitar, Fabi levantou-se e se juntou a eles no chão. Agora eles eram uma massa de corpos entrelaçados

Anna e Fabi se entreolharam, seus corpos ainda quentes e brilhando de suor. Fabi sentiu algo pulsar dentro dela, uma atração que ia além do físico. Era algo elétrico, quase magnético. Anna sorriu, seus lábios se curvaram em um arco malicioso enquanto ela se inclinava para frente, seus seios roçando levemente os de Fabi.

— Você fica tão linda assim. Me deixa incapaz de resistir. — Fabi disse, antes de beijar Anna.

O beijo foi leve, quase romântico, mas logo se aprofundou. Anna agarrou o cabelo da amiga amante, enquanto suas línguas se encontravam em uma dança ardente. Fabi gemeu baixinho, seu corpo respondendo ao toque de Anna. Suas mãos deslizaram pelas costas dela, sentindo cada curva, cada músculo tenso sob sua pele suave.

Mari, que estava observando tudo de longe, sentiu seu interior queimar. Teve apenas uma única experiência bissexual, com Clara, mas ver aquilo ao vivo, como espectadora, era completamente alucinante. Movida por um impulso irresistível, ela se aproximou, sua respiração ficando mais pesada a cada passo. Quando ela chegou perto o suficiente, sua mão tocou o ombro de Fabi, trazendo-a para perto dela.

Fabi olhou para Mari, seus olhos cheios de desejo.

— Você quer se juntar a nós? — Ela perguntou, com a voz provocante.

Mari não precisou de nenhuma outra palavra. Ela se inclinou e capturou os lábios de Fabi em um beijo intenso, suas línguas se entrelaçando, enquanto suas mãos exploravam os corpos, uma da outra.

Anna assistiu à cena com um sorriso satisfeito. Ela nunca tinha visto Mari tão solta, tão livre, tomando a iniciativa. Seus próprios dedos deslizaram pelas costas de Mari, sentindo a suavidade de sua pele. Ela então se moveu para trás, desvencilhando-se de Chris e apoiando-se nas mãos enquanto observava as duas mulheres se entregarem uma à outra.

Paul estava hipnotizado pela visão, completamente imerso na cena que se desenrolava à sua frente. Chris se levantou do chão, se aproximou de Paul e colocou a mão no ombro dele, sua voz sussurrando:

— Isso sim é um verdadeiro espetáculo.

Celo, também vidrado na cena, completou:

— E nem precisamos pagar ingresso.

Paul assentiu, seus olhos fixos nas mulheres. Ele sentia o calor aumentando dentro dele, uma necessidade crescente que ele mal conseguia controlar.

— Sorte a nossa.

Chris até se afastou, admirado pela química eletrizante entre as três.

Fabi agora estava de joelhos entre Mari e Anna, suas mãos explorando os corpos de ambas as mulheres. Ela começou com Anna, seus dedos deslizando pelos seios dela, apertando suavemente os mamilos até que eles endurecessem sob seu toque. Anna soltou um gemido baixo, sua cabeça caindo para trás enquanto ela se entregava à sensação.

— Vem também … — Mari estendeu a mão, chamando Cora.

Fabi se virou para Mari, sua mão deslizando desde o pescoço até a cintura, aproveitando para alisar as coxas de Cora, que já se ajoelhava na frente das outras três mulheres, entrando na ação. Ela parou quando sua mão encontrou a coxa de Mari, seus dedos circulando levemente a pele macia. Mari suspirou, seus olhos fechados de prazer enquanto Fabi continuava a explorar seu corpo.

Mari decidiu ser mais assertiva, empurrando Fabi gentilmente para trás até que ela estivesse deitada no chão. Mari então se ajoelhou sobre ela, seus quadris se alinhando com os de Fabi. Ela lentamente começou a mover os quadris, sua buceta roçando a de Fabi em movimentos suaves e rítmicos. Fabi gemeu alto, sua cabeça jogada para trás enquanto o prazer a consumia.

Anna assistiu à cena com olhos famintos, tendo seu corpo explorado pela boca de Cora. Ela se ajoelhou ao lado de Mari, sua mão deslizando sobre as costas dela até chegar à bunda. Ela apertou suavemente a carne macia, fazendo Mari gemer baixinho. Anna curvou-se sobre Mari, seus lábios encontrando os ombros dela em uma série de beijos demorados.

Chris não conseguia mais ficar parado. Ele se levantou e se aproximou das mulheres, seus olhos fixos em Anna. Ele a puxou para longe de Mari, seus lábios encontrando os dela em um beijo intenso. Anna respondeu ao beijo com igual intensidade, suas mãos agarrando os ombros de Chris enquanto ele a puxava para mais perto.

Paul viu o movimento e decidiu participar também. Ele se aproximou de Mari, Cora e Fabi, seus olhos escaneando seus corpos enquanto planejava seu próximo movimento. Ele parou ao lado de Mari, puxando-a para longe de Fabi e Cora em um movimento rápido. Mari olhou para ele, seus olhos cheios de desejo enquanto ele a puxava para um beijo profundo.

Fabi agora estava com Cora no chão, mas isso não durou muito tempo. Celo finalmente decidiu entrar na festa. Ele se aproximou das duas, beijando Cora, enquanto Fabi aproveitou para rapidamente tirar o pau dele para fora e abocanhar a rola.

Anna estava novamente por cima de Chris. Paul e Mari estavam em uma posição diferente. Paul havia virado Mari de costas para ele, suas mãos agarrando seus quadris enquanto ele estocava por trás. Mari gemeu alto, suas mãos apoiadas no chão enquanto Paul começava a se mover mais rápido dentro dela.

— Mete … mete forte … não tenha dó de mim … — Mari pediu, se entregando por completo.

Celo e Fabi estavam entrelaçados, seus corpos movendo-se juntos em uma dança antiga que parecia tão natural quanto respirar. Celo estava por cima de Fabi, seus braços segurando-a firmemente enquanto ele a penetrava com força. Cora reforçava as carícias, ora beijando Celo, depois Fabi.

O som dos gemidos ecoava alto, misturando-se com o som da música suave que tocava ao fundo. Era uma sinfonia de prazer, cada nota mais intensa que a anterior. Todos eles estavam imersos no momento, esquecendo-se do mundo exterior, enquanto desfrutavam uns dos outros.

— Por que não trocamos? — Anna sugeriu, com a voz trêmula pelo prazer.

Chris saiu de dentro dela, se sentando no sofá, os olhos brilhando com uma chama ansiosa. Todos se moveram, buscando novos parceiros.

Fabi, com aquele sorriso travesso que sempre deixava as coisas mais interessantes, aproximou-se de Chris. Ela deslizou suavemente em seu colo, sentindo o calor do corpo do marido contra sua pele. Seus lábios se encontraram em um beijo lento e profundo, a língua de Chris explorando a dela com uma intensidade que fez Fabi suspirar.

Enquanto isso, Celo se posicionou atrás de Cora, sua mão grande e firme deslizando pela curva de sua cintura. Ele se inclinou para frente, seus lábios tocando a nuca dela, enquanto suas mãos subiam até os seios, apertando-os com uma mistura de ternura e desejo. Cora se empinou inteira, seus mamilos endurecendo sob os dedos de Celo, e ela gemeu baixinho.

— Como eu esperei por isso …

Celo provocou:

— Quem espera, da forma correta, sempre alcança. — E num movimento rápido, invadiu a xoxota dela com um empurrão certeiro.

Chris sentiu o corpo de Fabi tremer contra o seu e respondeu com um movimento sutil dos quadris, pressionando-se contra ela. Suas mãos agarravam suas coxas, incentivando-a a abrir as pernas um pouco mais.

Chris permaneceu firme, suas mãos segurando a cintura de Fabi, estocando cada vez mais forte. Fabi sentiu a cabeça do pau inchando dentro dela, o vai e vem constante, o prazer escalando a níveis inimagináveis.

— Deus … que gostoso, amor … — Ela murmurou.

Chris sentiu o peso dela em seu colo, e ele sabia exatamente o que fazer. Enquanto Celo continuava a foder Cora, bem ali na frente dele, Chris acompanhava o ritmo, arrancando gemidos cada vez mais guturais da esposa.

— Agora, amor … mais forte … Ahhhh … tô quase lá … não para …

Celo aumentou o ritmo também, seu quadril batendo contra as nádegas de Cora, enquanto ela mergulhava profundamente em sensações inebriantes.

— Você é tão apertada … que buceta gostosa … — Ele sussurrou, sua voz rouca pelo esforço.

Fabi respondeu por Cora, com um gemido alto, suas unhas se cravando nas costas de Chris.

— Puta que pariu … mete, amor … Ahhhh …

Fabi inclinou a cabeça para trás, sua expressão um misto de êxtase e concentração, enquanto os dois homens trabalhavam harmoniosamente para levá-la, junto com Cora, ao ápice do prazer.

— Agora … mais forte … Ahhhh … bem assim … — Cora gemeu mais alto.

Celo percebeu que ela estava perto. Ele manteve o ritmo constante, mas profundo, cada movimento a levando mais perto do objetivo. Ele dobrou-se sobre ela, seus músculos rígidos contra suas costas, trazendo-a ainda mais perto.

Fabi cavalgava o marido, quicando na rola como se não houvesse amanhã.

— Não para … por favor … — Ela suplicou entre gemidos.

Seus músculos internos contraíam-se fortemente em volta do pau de Chris, e ela podia sentir a tensão crescendo em todo o seu corpo. Era quase demais para suportar. A respiração de Chris tornou-se superficial, e ele se moveu contra ela com uma disposição renovada.

— Toma, safada … rebola pro seu macho … goza nesse pau …

Celo pressionou ainda mais fundo, sua pulsação enlouquecendo. Ele podia sentir toda a resistência deliciosa, o aperto constante, alucinado, que significava que Cora estava quase lá. E então …

— Agora! — Ela quase chorou de prazer, seu corpo tremendo violentamente quando finalmente cedeu à intensidade pura.

Gemidos altos preencheram o ar, à medida que o pico de prazer direcionava o ritmo deles.

— Ahhhh … tô gozando, amor … não para … — Fabi se entregava ao orgasmo.

— Mete, Celo … fode essa buceta … eu sabia que seria incrível … Ahhhh … — Cora não ficou para atrás, reagindo no mesmo instante que a amiga.

Um rugido profundo escapou dos lábios de Celo enquanto ele também chegava ao ponto de transbordar.

— Putinha gostosa … apertada … metedeira …

Ele agarrou os quadris de Cora com força enquanto derramava calor dentro dela, o orgasmo sacudindo-os por inteiro.

Chris assistiu à cena com os olhos meio fechados, se entregando ao gozo inevitável, testemunhando como o corpo de Fabi continuava a tremer conforme ela se esvaziava em pós momento.

Descanso para uns, reinício para outros. Anna e Mari se aproximaram, atraídas pela energia que emanavam. Anna deslizou a mão pelo braço de Mari, seus dedos dançando sobre a pele suave antes de puxá-la para um beijo lento e profundo. Seus lábios se encontraram com uma familiaridade que só anos de amizade poderiam criar, mas havia algo mais ali agora, uma tensão que nunca haviam explorado antes. Mari respondeu imediatamente, sua língua encontrando a de Anna em um jogo que deixou ambas sem fôlego.

Mari deslizou as mãos pelas costas de Anna, puxando-a para mais perto enquanto suas bocas continuavam a se movimentar. Anna soltou um suspiro suave, seus dedos entrelaçando-se nos cabelos de Mari.

— Você sempre me deixou curiosa. — Anna sussurrou contra os lábios dela.

Mari sorriu, sentindo uma pontada de prazer ao ouvir aquelas palavras. Ela sempre soube que havia algo entre elas, mas nunca tiveram a oportunidade de explorar.

Anna e Mari se separaram do beijo, suas faces rosadas e respirações ofegantes. Anna olhou para Mari com um sorriso, se enfiando entre suas pernas, abrindo-as ainda mais antes de inclinar-se para frente e cobrir o clitóris com a boca. Mari tremeu inteira, gemendo alto, enquanto Celo se aproximou, beijando a esposa.

Cora observou por um momento antes de se juntar a Anna, deslizando as mãos pelas costas da amiga enquanto ela se concentrava em Mari. Ela então se moveu para o lado, posicionando-se para começar a explorar o corpo de Anna com suas próprias mãos e lábios. Seus dedos encontraram o seio de Anna primeiro, tocando os mamilos já endurecidos. Anna se arrepiou, oferecendo mais acesso, enquanto continuava a dar prazer a Mari.

Celo sentiu como Mari começava a tremer com a chupada de Anna, indicando que ela estava perto do orgasmo. Ele rapidamente virou a esposa de bruços, assumindo o comando da ação, besuntando um pouco de lubrificante no ânus dela. Ele pincelou o pau duro no cuzinho, e começou a forçar delicadamente. O pau, após um pequeno esforço inicial, encontrou seu caminho, até se enterrar inteiro.

Não foi preciso muito esforço, e junto com a carícia delicada que Celo fazia no grelo, mais as estocadas rápidas, intensas, Mari gritou, com seu corpo sacudindo violentamente quando o orgasmo a atingiu com toda a força.

— Ahhhh … assim é covardia, amor … você acabou comigo …

Celo sentiu como a musculatura se contraía ao redor do pau dele, e isso foi o suficiente para levá-lo ao limite. Ele segurou os quadris de Mari com firmeza, enquanto derramava todo seu calor dentro dela, seu próprio corpo tremendo com a intensidade do momento.

— Ficamos muito nisso … a prática levou a perfeição.

Mari ainda sentia as últimas ondas de prazer percorrendo seu corpo quando sua atenção foi capturada pelo que acontecia atrás dela. Ela virou a cabeça devagar, os olhos se fixando na cena: Paul e Giba trabalhando em perfeita sincronia enquanto Cora se contorcia entre eles, seus gemidos abafados ecoando na sala. A visão fez Mari sentir aquilo de novo, uma fagulha revirando dentro dela, e ela não conseguia mais parar de olhar.

— Isso é tão quente … a safada tá sendo fodida pelos dois. — Mari sussurrou, sua voz um misto de admiração e desejo.

Anna, ao seu lado, concordou com um aceno discreto, mas seus olhos não se desviavam daquela imagem. Havia algo hipnotizante na maneira como Cora se entregava, totalmente dominada pelos dois homens, e Mari sentiu uma urgência crescente, como se precisasse fazer algo com aquela energia que fervia dentro dela outra vez.

As duas mulheres trocaram um olhar carregado de intenção, e sem precisar de palavras, avançaram uma sobre a outra. Mari puxou Anna, seus seios colidindo suavemente, e seus lábios se encontraram em um beijo cheio de voracidade. A língua de Anna explorou a boca de Mari com uma familiaridade que só a intimidade permite, e Mari respondeu com igual intensidade, suas mãos descendo pelas costas de Anna até agarrar suas nádegas com firmeza.

Enquanto isso, Paul e Giba continuavam sua dança com Cora. Paul estava atrás dela, suas mãos firmes segurando seus quadris enquanto ele a empurrava para frente, penetrando-a com movimentos profundos e controlados. Giba, de pé à frente de Cora, segurava o rosto dela com uma mão enquanto sua outra mão deslizava por seu corpo, acariciando os seios inchados de Cora antes de descer até sua região íntima. Seus dedos encontraram o clitóris já sensível de Cora, e ela arqueou as costas, um gemido longo e rouco escapando de sua garganta.

— Vocês estão me matando … — Cora murmurou, sua voz embargada pelo prazer, mas Giba apenas sorriu, seu toque se tornando mais insistente.

Mari, distraída pelo som dos gemidos de Cora, afastou-se do beijo com Anna e desceu até a xoxota. Seus lábios pressionaram a pele macia das coxas de Anna, beijando e mordiscando suavemente antes de finalmente encontrar o ponto que mais a fazia tremer. Anna soltou um suspiro ofegante, suas mãos se agarrando aos cabelos de Mari enquanto ela começava a mover a língua em círculos lentos e firmes.

— Deus, Mari … assim mesmo. — Anna gemeu, sua voz trêmula, e Mari aumentou o ritmo, sua língua explorando cada centímetro de Anna com uma intimidade que deixava claro que conhecia cada curva, cada reação.

No outro lado da sala, Cora estava à beira de um segundo orgasmo. Paul acelerou seus movimentos, cada estocada mais forte do que a anterior, enquanto Giba continuava a estimular seu clitóris com dedos ágeis. Cora tentou dizer algo, mas as palavras se perderam em meio a um gemido rouco e prolongado, enquanto seu corpo tremia violentamente, as pernas cedendo sob o peso do prazer.

— Ela tá chegando lá de novo. — Giba comentou, observando as expressões faciais de Cora mudarem conforme a onda de prazer a consumia.

Paul não diminuía o ritmo, continuando a empurrar Cora em direção ao clímax enquanto ela ainda estava no meio do orgasmo. Ela gritou, suas unhas cravando-se nas costas de Paul, e ele finalmente soltou um grunhido baixo, seu próprio corpo atingindo o ápice do prazer.

— Porra, mulher … que foda incrível.

Mari, ainda ocupada com Anna, sentiu os próprios músculos contraírem ao ouvir os sons ao seu redor. Ela levantou o olhar por um momento, observando Paul e Giba se afastarem de Cora, que agora respirava pesadamente, seu corpo coberto por uma fina camada de suor. Mas Mari não teve muito tempo para pensar nisso, pois Anna puxou-a de volta para um beijo apaixonado, suas mãos explorando o corpo de Mari com uma urgência renovada.

— Eu quero você agora. — Anna sussurrou contra os lábios de Mari, sua voz carregada de desejo, e Mari não hesitou.

Ela virou Anna de costas, posicionando-se atrás dela e deslizando seus dedos pela curva das nádegas de Anna antes de encontrar sua entrada já molhada. Mari entrou devagar, sentindo Anna se contrair, e começou a mover os dedos com uma cadência que deixava claro que não estava com pressa.

Anna inclinou a cabeça para trás, seus cabelos escorrendo sobre os ombros, enquanto os gemidos escapavam de seus lábios. Suas mãos agarraram as pernas de Mari, puxando-a mais para perto, e Mari aumentou a velocidade.

— Mais … por favor … — Anna implorou, com a voz embargada, e Mari obedeceu, seus movimentos se tornando mais rápidos e profundos.

Os sons de prazer ecoavam pela sala, uma sinfonia de gemidos e suspiros que se misturavam com o som da respiração pesada. Mari sentiu o corpo de Anna se tensionar, sabendo que ela estava prestes a atingir o clímax, e não diminuiu o ritmo. Em vez disso, ela usou sua língua para sugar o clitóris com gentileza, enquanto continuava a mover os dedos dentro dela.

Anna gritou quando o orgasmo a atingiu, o corpo se contorcendo enquanto a onda de prazer a dominava. Mari permaneceu lá, enquanto o tremor passava, até que Anna finalmente relaxou em seus braços.

Do outro lado da sala, Cora estava agora sentada no chão, observando as duas mulheres com um sorriso cansado, mas satisfeito.

Os olhos de Paul e Giba se encontraram com os de Mari e Anna, uma faísca de desejo cruzando o espaço entre eles. “É agora”, pensou Paul, sua boca curvando em um sorriso lento e sedutor enquanto ele se levantava, seu corpo musculoso ainda brilhando com o suor do prazer recente. Giba seguiu o exemplo, sua postura relaxada, mas cheia de intenção, como se já soubesse exatamente onde queria estar.

Mari sentiu uma corrente elétrica percorrer sua espinha ao perceber a aproximação deles. Ela estava deitada ao lado de Anna, que ainda respirava pesadamente após o orgasmo intenso. As mãos de Mari descansavam sobre a barriga da amiga, seus dedos traçando padrões suaves na pele úmida. Quando Paul se ajoelhou ao lado dela, seu corpo grande e imponente bloqueando parte da luz, Mari sentiu uma onda de excitação subir pelo corpo. Suas pernas se abriram quase que automaticamente …

— Você judiou da minha putinha … — Paul brincou, já enfiando o rosto entre as pernas de Mari. — Preciso vingá-la.

Mari não precisou responder. Sua expressão já dizia tudo. Com um movimento fluido, Paul começou a lamber e sugar o grelinho dela, parando vez ou outra para dar mordidinhas na parte interna da coxa, arrancando gemidos manhosos de Mari.

— Entra em mim … me fode com vontade … vem … — Mari pediu, agarrada aos cabelos dele.

Paul a puxou para cima, sentando-a em seu colo. Ele era forte, e Mari sentiu-se pequena e frágil em seus braços, uma sensação que a excitava ainda mais.

Giba se aproximou de Anna, seu sorriso largo e safado, fazendo-a rir baixinho, mesmo estando ainda fraca de prazer.

— E você? — Giba perguntou, tocando levemente o rosto dela com as pontas dos dedos. — Acha que consegue aguentar mais um pouco?

Anna respondeu com um olhar que dizia “vem com tudo”, enquanto se esticava para receber o toque dele. Giba não hesitou. Suas mãos desceram ao longo do corpo dela, explorando cada curva como se estivesse descobrindo algo novo. Ele começou com beijos suaves no pescoço, depois nos ombros, enquanto suas mãos encontravam os seios de Anna, apertando-os com uma mistura de força e ternura que a fez gemer.

— Hummm … sempre carinhoso …

Do outro lado, Paul já estava ocupado com Mari. Ele introduziu dois dedos dentro dela, sua expressão satisfeita ao sentir como ela já estava molhada e pronta. Ele começou a mover os dedos em um ritmo constante, sua palma esfregando suavemente contra o clitóris a cada movimento. Mari não aguentava mais e montou sobre ele, seus seios pressionando contra o peito de Paul enquanto ela gemia em sua boca. “Isso é tão bom”, ela queria gritar, mas as palavras se perderam no calor do beijo.

Enquanto isso, Giba havia levado Anna para as profundezas do prazer novamente. Ele se posicionou entre suas pernas, sua boca encontrou a região mais sensível dela com uma precisão que deixou Anna sem fôlego. Ele era meticuloso, alternando entre beijos suaves e lambidas firmes, garantindo que cada centímetro de sua pele fosse estimulado ao máximo. Anna agarrou os cabelos dele, puxando-os levemente conforme as ondas de prazer começavam a se formar dentro dela mais uma vez.

Paul decidiu que era hora de avançar. Ele removeu os dedos de dentro de Mari e posicionou-a melhor em seu colo, guiando seu corpo para que ela pudesse sentar-se sobre o pau já duro e pronto. Mari desceu lentamente, engolindo cada centímetro dele com um gemido longo e profundo.

— Que delícia … fode essa buceta.

Seus músculos vaginais se contraiam, se ajustando ao tamanho dele. Paul segurou seus quadris, controlando o ritmo enquanto ela começava a se mover para cima e para baixo.

Os sons de prazer encheram o ar novamente, desta vez mais altos, mais intensos. Mari e Anna estavam ambas entregues ao momento, suas vozes ecoando numa sincronia perfeita de êxtase.

Giba penetrou Anna, estocando com delicadeza, paciência, calmo e com ritmo, enquanto Paul e Mari criavam um ritmo cada vez mais rápido e desesperado.

Mari sentia-se totalmente preenchida por Paul, subindo e descendo na pica, trocando beijos e carícias. Giba estava concentrado em Anna, seus movimentos, apesar de lentos, eram fortes e determinados, enquanto ele a levava ao limite novamente.

O ambiente estava tomado por uma sinfonia de gemidos, suspiros e o som úmido de pele batendo contra pele. Mari não conseguia pensar direito; tudo o que ela sabia era que estava sendo levada a um lugar onde só existia prazer. Ela olhou para Paul, seus olhos encontrando os dele. “Ele está me destruindo”, ela pensou, mas era uma destruição gloriosa, uma que ela nunca queria que terminasse.

Giba inclinou-se para frente, seus lábios encontrando os ombros de Anna, enquanto ele continuava a se mover dentro dela.

— Você é incrível. — Ele sussurrou em seu ouvido, sua voz carregada de admiração.

Anna não conseguiu responder; tudo o que ela pôde fazer foi gemer mais alto quando ele atingiu um ponto dentro dela que a fez ver estrelas.

— Ahhhh … bem aí … não para …

Do outro lado, Mari estava prestes a atingir o orgasmo. Suas unhas cravaram nas costas de Paul enquanto ela o segurava com todas as forças que restavam.

— Não para … tô gozando … que loucura … por Deus … Ahhhhhhhh … — Ela choramingou, sua voz quase inaudível sobre o barulho de corpos em movimento.

Paul obedeceu, seus movimentos ficando mais rápidos e mais precisos. Quando ela finalmente caiu sobre ele, seu corpo tremendo violentamente sob o efeito do orgasmo que a atingia como uma onda gigante, Paul não diminuiu o ritmo até que ele mesmo chegasse ao clímax, derramando-se dentro dela com um grunhido profundo e satisfeito.

— Ah, Mari … é sempre um prazer …

Anna estava próxima também. O ritmo constante de Giba dentro dela, combinado com os sons do prazer ao redor, estavam construindo algo dentro dela que ela sabia que não conseguiria segurar por muito tempo.

— Agora, Giba … mais forte … mais … Ahhhh … — Quando ele finalmente a alcançou, foi com uma intensidade que a deixou sem fôlego.

— Ah, Giba … que incrível … Ahhhh … — Ela gritou seu nome, seu corpo se curvando para trás enquanto ele a segurava firmemente para não cair.

Do outro lado, Celo e Chris trocaram olhares, seus corpos já aquecidos pela atmosfera carregada de desejo que envolvia a todos. A visão de Mari, Anna, Paul e Giba entrelaçados havia acendido algo neles, uma urgência que não podia ser ignorada. Com passos determinados, se aproximaram de Fabi e Cora, que estavam deitadas lado a lado, trocando carícias suaves enquanto observavam a cena.

— Vocês duas parecem prontas para mais. — Chris disse, sua voz rouca e convidativa, enquanto se ajoelhava entre as pernas de Cora, seus dedos já deslizando pela parte interna de suas coxas.

Celo, por sua vez, se posicionou atrás de Fabi, suas mãos firmes agarrando seus quadris enquanto ele encaixava seu corpo no dela.

— Vamos tornar isso inesquecível. — Ele sussurrou em seu ouvido, sentindo um arrepio percorrer sua espinha quando ela arqueou as costas em resposta.

Fabi soltou um gemido suave quando Celo começou a estocar dentro dela, seu corpo se familiarizando com o ritmo e a intensidade dele. Ela se entregou completamente, cada movimento despertando uma onda de prazer que a deixava tonta. Enquanto Chris manteve os olhos fixos em Cora, sua língua explorando cada centímetro dela com uma devoção que fazia seu corpo tremer.

— Chris, por favor … — Cora gemeu, suas mãos se agarrando ao assento do sofá, enquanto ele a levava ao limite, sua boca e dedos trabalhando em perfeita sincronia.

— Você é tão linda assim … — Chris sussurrou, sua voz cheia de admiração e desejo.

Cora abriu os olhos para encará-lo, um sorriso de satisfação iluminava seu rosto, enquanto Chris apontava o pau na entrada da xoxota e entrava nela de uma vez, arrancando um gemido intenso.

— Ah, cassete … quase me rasgou … Ahhhh …

Celo e Fabi, Chris e Cora, cada um encontrou seu ritmo, e em poucos minutos, os orgasmos vieram em ondas de prazer avassaladoras, decretando o término da primeira rodada de amizade, liberdade e prazer daquele final de semana que seria o primeiro de muitos.

Após aquele final de semana, Celo e Mari estavam oficialmente integrados ao grupo, mas não perdiam a oportunidade de ter as próprias aventuras por fora. Inclusive, estavam prontos para receber Clara novamente. E dizem as boas línguas, que Luciana está cada vez mais propensa e curiosa sobre esse tal de mundo liberal, de poliamor, de prazer e liberdade.

Fim!!!

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Foto de perfil de Ménage LiterárioMénage LiterárioContos: 80Seguidores: 347Seguindo: 37Mensagem Três autoras apaixonadas por literatura erótica. Duas liberais, e uma mente aberta, que adora ver o parquinho pegando fogo.

Comentários

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Meninas parabéns!!!

Foi sensacional do inicio ao fim.

Uma jornada por dentro desse universo "Liberal".

Vocês mostraram que em todos os tipos de relacionamento existem conflitos, cabe a cada uma de nós conseguir superar e resolver todos eles.

Simplesmente fantástica.

Grande abraço

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Eita que maravilha de " festinha " ! Todos saíram ganhando! Só faltou a Luciana aderir ao grupo,um avez que ela gostava de saber das " fofocas ",como Mari disse a ela n fera de aniversário dos Gêmeos. Parabéns ao Quarteto das Escritoras Superpoderosas 🌟🌟🌟🌟🌟.

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Meu caro Samas, que eu saiba, somos um trio. Quem vc esta incluindo na trupe ? Rsrsrs

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Perfeito!!!

Esse meu comentário final!!!

Pronto para o próximo!! Kkk

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Perfeito, perfeito, perfeito e perfeito!

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

Não demorem, para um novo conto, por favor!

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E, acabou. Mas a jornada foi fantástica !!!

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Amiga Ida, do jeito que vc gosta de Drama, achei que a vida de alguém do grupo estaria em risco, onde Jonas e André iam se vingar.

Mas, vcs 3 foram espetaculares, meninas, parabéns, e obrigado por vcs duas não deixarem a Ida matar alguém! Kkkkkkkkkkk.

Brincadeira Ida! Ou não! Kkkkkkkkkkk

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Eu sou mesmo muito dramática … sem deixar de ser justa !!!!

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olá minha amiga...

fantástica é pouco para classificar essa história.

parabéns para vocês

foi maravilhoso demais acompanhar todos os capítulos

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Neto, meu amigo, que bom te ver por aqui. Abs !!!

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