Capitulo 04 – Novas Descobertas, Aventuras Inimagináveis

Um conto erótico de Incesto_2025
Categoria: Grupal
Contém 3357 palavras
Data: 29/08/2025 10:31:37

Mais tarde, todos se encontraram na cozinha para um lanche, obviamente, todos nus. A vida parecia normal naquele momento, até que Isabella decidiu falar: "Sou só eu ou tem mais alguém aqui dentro, querendo falar sobre tudo o que aconteceu hoje?"

Augusto, que passava manteiga num pedaço de pão, ergueu as sobrancelhas. "Como assim, meu amor?"

Os olhos de Isabella brilharam de malícia. "Quer dizer", disse ela, encostando-se no balcão, "estou absolutamente emocionada com tudo o que aconteceu. Não sei como explicar ..., mas me sinto nas nuvens. Como vocês, crianças, se sentem?"

Nanda e Alex trocaram olhares, ambos corando levemente. "Foi... intenso", disse Nanda, com a voz baixa. "Mas eu gostei."

Alex concorda com a cabeça, sem tirar os olhos dos da irmã. "É, eu também."

Augusto larga a faca, ainda com um pouco de manteiga no dedo, que lambe com um estalo de língua. "Que bom que você gostou, porque agora que começamos, não pretendo parar." Ele dá um sorriso travesso. "Na verdade, tenho muitas ideias para compartilhar", diz, rindo novamente.

Isabella se aproxima e o beija profundamente, sua língua serpenteando pela dele, saboreando os resquícios do amor de seus filhos em seus lábios. "Sou toda ouvidos", diz ela, com a voz em um ronronar sedutor que arrepia a espinha de todos.

Ele sorri, faz uma pausa e diz: "Calma, querida, você vai descobrir na hora certa." Isabella sorri de volta, entendendo que o marido não queria lhe contar suas fantasias naquele momento. Ela aproveita para perguntar à Nanda..., "Mas me diga, Nanda, como você se sentiu com tudo isso? Pelo que eu sei, até hoje, sua maior aventura foi se masturbar na frente do seu irmão e deixá-lo gozar sem pudor nos seus seios... agora, como é ser chupada por uma mulher, além de fazer algo com que todo homem no mundo sonha e nem sempre consegue?"

Nanda cora, tentando formular uma resposta que não revelasse a intensidade dos seus sentimentos. Ela se sentiu usada, mas da maneira mais deliciosa possível. "Foi... intenso", diz ela finalmente, com a voz trêmula. "Eu gostei. Gostei de sentir você..., gostei da cara do Alex quando descobriu que poderia gozar na minha boca."

"Só isso?!" Isabella retruca, obviamente querendo arrancar mais informações da filha. "Como foi? Foi bom? Me conta, querida, preciso saber de tudo."

As bochechas de Nanda queimam com um rubor intenso enquanto ela tenta articular as emoções tumultuadas que a invadiram. "Foi... incrível, mãe", ela admite, com a voz quase sussurrando. "Parecia errado, mas, ao mesmo tempo, era como... como nada que eu já tivesse sentido antes."

Seus olhos se voltam para Alex, que mordisca discretamente um pedaço de queijo, tentando fingir que não está ouvindo. Mas ela sabe que ele está, porque consegue ver a mesma mistura de emoções estampada em seu rosto — a confusão, a excitação, o medo do que tudo isso significa.

"Mãe", ela começa, com a voz hesitante, "o que você fez... não se parece com nada que eu já tenha sentido antes. Seu dedo na minha bunda, foi como se você estivesse abrindo uma porta para um mundo totalmente novo de prazer. E o orgasmo do Alex", ela diz, com a voz caindo para um sussurro, "foi... estranho, mas de alguma forma, parecia que algo o controlava, como se ele fosse meu, que ele faria qualquer coisa por mim só pela ideia de poder ter aquilo de novo."

Isabella sorri, com os olhos brilhando de entusiasmo. "E você, Alex? Como foi ver sua mãe e sua irmã daquele jeito?"

Alex engole em seco, sentindo o queijo de repente como um nó na garganta. "Foi... indescritível", ele ecoa as palavras de Nanda. "Eu não esperava que me excitasse tanto, mas... excitava." Ele olha para Nanda, com os olhos cheios de uma mistura de admiração e luxúria. "Sempre te achei atraente, mas nunca imaginei que pudesse ser assim entre nós."

Isabella assente, com um sorriso alargado. "É natural, meu amor", diz ela, com os olhos cintilando em Augusto, que os observa com uma fome ainda não saciada. "O vínculo entre irmãos é um dos mais fortes, e quando se combina com o amor de um pai..." Ela se perde, a voz se transformando em um sussurro. "É imparável."

Augusto aproveita a hesitação de Isabella e faz uma pergunta, tentando colocá-la em uma situação difícil. "Mas me diga, minha querida... como é se tornar uma mulher safada? A Isabella com quem me casei, que eu conhecia até ontem, não faria um décimo do que fizemos até agora... conte-nos o que aconteceu!!!"

Isabella sorri, com um brilho de cumplicidade nos olhos. "Bem, meu amor", diz ela, com a voz carregada de sarcasmo, "acho que a pandemia trouxe à tona a fera que existe em mim. Ou talvez ela sempre tenha estado lá, esperando o momento certo para aparecer e brincar." Ela passa a mão pela barriga, os dedos demorando-se no clitóris, provocando a si mesma. "Mas não vamos esquecer que foi você quem começou tudo isso", acrescenta, com o sorriso se transformando em um sorriso irônico.

Augusto retruca, dizendo que ama sua nova esposa: "É como se você fosse uma nova pessoa, mais aventureira, mais... aberta a novas experiências." Ele pisca para ela, seu pau já começando a endurecer novamente ao pensar nos atos tabus que eles compartilharam.

Isabella percebe que o marido está mostrando sinais de ereção com toda essa conversa e aproveita para provocá-lo: "Você não tem ideia, ainda tem coisas que você não experimentou... se você for um bom menino, talvez eu deixe você tentar..." Sua expressão travessa era algo que Augusto nunca tinha visto antes. Ela sempre fora uma amante apaixonada e aventureira, mas isso era novo, um lado dela mais sombrio, mais intenso, e só o fazia desejá-la ainda mais.

Isabella, sabendo que estava no controle da situação, volta sua atenção para Nanda..., "Mas Nanda... voltando à nossa conversa... você sabia que hoje também foi um dia especial para mim???? Você é a primeira mulher com quem eu tive qualquer tipo de relação sexual."... Isso atinge a cabeça de Nanda como uma bomba nuclear. "O quê?!?", ela pergunta, surpresa.

Isabella, sem hesitar, explica: "Sim, querida, nunca tive curiosidade de saber como seria ter o corpo de uma mulher sob o meu, sentir sua boceta, saborear seu sabor. Mas você mudou tudo isso, me fez desejar uma mulher como sempre desejei seu pai. Posso te dizer, é incrível!" Ela toma um gole de vinho, com os olhos brilhando de excitação. "Mas não pense por um segundo que vai parar por aí."

A mente de Nanda gira com a revelação da mãe. É como se uma bomba tivesse explodido em sua mente, destruindo cada resquício de normalidade que ainda lhe restava. Ela olha para Isabella, tentando processar as palavras que acabara de ouvir. "Mãe", diz ela, com a voz trêmula, "eu não fazia ideia."

Isabella toma outro gole de vinho, sem tirar os olhos do rosto de Nanda. "Eu também não, meu amor", admite. "Mas agora que as comportas estão abertas, não consigo deixar de querer mais." Ela pousa a taça com um clique suave. "E não só do Augusto, mas de você e do Alex também."

Nanda prende a respiração enquanto tenta assimilar as palavras da mãe. "Você nos quer... todos nós?", gagueja ela, com os olhos arregalados de choque.

Augusto aproveita a oportunidade e se posiciona: "Sim, filha, sua mãe te ama..., mas não só ela, todos nós, eu, seu irmão. Só preciso ter certeza de que você também compartilha esse desejo." Seus olhos são intensos, buscando no rosto de Nanda qualquer sinal de hesitação.

Nanda olha da mãe para o pai, depois para Alex, que os observa com uma mistura de curiosidade e excitação. "Eu quero", ela sussurra, com a voz quase inaudível. "Eu quero isso... tudo isso."

Alex, que até então só observava tudo... "Que loucura, nem no fundo da internet eu encontrei algo assim... mas estou adorando", sorri para o que acabava de dizer e olha para Nanda com um brilho nos olhos. "Sabe de uma coisa? Vou pegar um pouco de água", diz ele, levantando-se e caminhando em direção ao purificador, com o pau ainda meio duro, balançando a cada passo.

Todos caem na gargalhada com as palavras de Alex. A conversa meio que termina aí, todos vão para um canto fazer alguma coisa... porque embora tudo tenha sido muito intenso, naquele momento a sensação era de que já havia se tornado normal em suas vidas, onde a vida não se resumia apenas a sexo... havia outras tarefas e atividades de lazer para viver.

A noite passou normalmente, Alex tentou se insinuar para Nanda, mas foi impedido por ela, ele entendeu e foi para seu quarto jogar videogame... Nanda se perdeu em seus pensamentos ouvindo música e o casal foi assistir um filme na TV.

Na manhã seguinte, porém, a tensão era palpável novamente. Os irmãos trocaram olhares cúmplices à mesa do café da manhã, seus corpos ainda vibrando com as lembranças da depravação da noite anterior. Augusto e Isabella, aparentemente alheios à corrente de luxúria que percorria o ambiente, conversavam amigavelmente sobre assuntos banais — o tempo, as notícias, o tédio interminável da pandemia.

Mas, por baixo da superfície, a dinâmica familiar havia mudado irrevogavelmente. Nanda não conseguia deixar de observar os lábios da mãe enquanto ela falava, lembrando-se de como aqueles mesmos lábios haviam envolvido o pênis do irmão, de como haviam sussurrado doces palavras em seu ouvido enquanto ela se aproximava cada vez mais do próprio orgasmo. Alex, por sua vez, achava difícil olhar o pai nos olhos, sabendo que ele havia visto — e apreciado — a inocência da filha sendo destruída.

Mas a semana transcorreu com certa normalidade, Isabella e Augusto dedicando boa parte do dia aos seus respectivos trabalhos, Nanda e Alex envolvidos com tarefas escolares, por ora todas remotas. A casa estava imersa em um silêncio peculiar, pontuado por uma risadinha ocasional, um olhar cúmplice, um suspiro de desejo. A tensão sexual não havia desaparecido, mas se estabelecera num zumbido constante e de baixa frequência que vibrava através das paredes e do próprio ar que respiravam.

O que aconteceu durante uma semana foram algumas conversas indiretas entre os irmãos, mas, por medo de não saber exatamente até onde poderiam ir, acabaram não dando continuidade, resultando em várias masturbações individuais, cada um em seu quarto. No entanto, a tensão aumentava, principalmente à noite. Foi durante uma dessas noites sem dormir que Augusto decidiu entrar furtivamente no quarto de Nanda, com a mente a mil com as imagens da semana anterior.

Ele observa a filha, incrivelmente nua, em sono profundo. Sua mente imagina vários atos pervertidos, mas ele finalmente se controla e sai do quarto. Ao retornar ao quarto, verifica se Isabella está dormindo. Ajeita-se na cama de um jeito que a perturba, propositalmente para ver se ela acorda. Começa a se masturbar, movendo-se de forma estranha. Sua intenção não era ter um orgasmo, mas sim fazer Isabella acordar e flagrá-lo naquela situação. E funcionou.

Seus olhos se abrem bruscamente, e ela o vê, acariciando-se com uma paixão furiosa que a atrai. "O que você está fazendo?", ela sussurra, com a voz rouca de sono e um toque de algo mais.

Augusto sorri no escuro, a mão sem parar a dança rítmica em seu pau. "Não consegui dormir", murmura, a voz um ronronar baixo e sedutor. "Pensando em você, querida. E nas crianças."

Os olhos de Isabella se arregalam com a compreensão, seu próprio desejo se acendendo ao observar a mão do marido deslizar sobre seu membro. Ela se senta, os lençóis caindo, revelando seu corpo nu. "É mesmo?", pergunta. Ela se aproxima de Augusto, estendendo a mão para se juntar à dele. "Então talvez devêssemos convidá-los para se juntarem a nós", sugere, com os olhos brilhando de malícia.

A ideia faz Augusto se arrepiar, e seu pau se contrai de expectativa. "Você acha que eles topariam?", pergunta ele, com a voz esperançosa.

Isabella monta nele, sua mão deslizando para baixo para substituir a dele. "Acho que todos nós mostramos que estamos mais do que dispostos a explorar esses novos... limites", diz ela, com a voz transbordando sedução. "E quem sabe? Talvez eles estejam tão ansiosos quanto nós."

Os olhos de Augusto brilham de excitação e ele concorda. "Vamos descobrir", diz ele, com a voz rouca, um sussurro. Ele olha diretamente nos olhos de Isabella e diz: "Mas agora, eu quero você, só você..." Ele a joga na cama, fazendo-a cair de pernas abertas e, num movimento rápido, ele está com a boca pronta para chupar a boceta de Isabella.

Ele chupa feroz, Isabella não se dá ao trabalho de abafar os gemidos. Ela entra em transe com Augusto chupando seu clitóris, ele percebe e começa a enfiar o dedo na boceta delaaté que ele tenha metade da mão dentro da vagina de Isabella, ela se contorce de desejo. Ela sente a mão dele se movendo dentro dela, alargando-a, preenchendo-a de uma forma que ela nunca havia sentido antes. O prazer é tão intenso que ela sente que vai explodir.

Tentando escapar do orgasmo prematuro, Isabella se liberta de Augusto, inverte rapidamente as posições e começa a chupar o pau do marido, que está prestes a explodir. Ela está ansiosa para engolir cada gota de sua essência, um símbolo de sua submissão e desejo de agradá-lo em todos os sentidos. Augusto, vencido pela mudança repentina, não consegue se conter. Ele agarra a cabeça dela, guiando seus movimentos enquanto fode sua boca. Mas ele também não quer ceder ao orgasmo, então ele assume o controle novamente, coloca Isabella em cima dele e propõe um 69 maravilhoso. Ela não hesita em montá-lo, sua boceta molhada envolvendo seu rosto, seu pau em sua boca. O quarto é preenchido com o som de suas chupadas e gemidos famintos, seus corpos entrelaçados em uma sinfonia de prazer incestuoso.

Augusto se lembra de Isabella enfiando o dedo no cu de Nanda e imediatamente repete o feito com Isabella... ele enfia o dedo indicador inteiro de uma só vez, sem preâmbulos. Ela ofega de prazer e surpresa, seu corpo reagindo instintivamente à intrusão repentina. Ela começa a mexer os quadris, masturbando-se com a mão dele enquanto continua a chupar seu pau. O gosto do próprio esperma no pau dele é um poderoso afrodisíaco, fazendo-a querer devorá-lo completamente.

De repente, ela para, levanta seu corpo distanciando sua bunda da cara de Augusto, se vira e pergunta a Augusto: "Quer provar este buraco?". Ela pisca para ele, a voz cheia de desafio sedutor. Augusto, com os olhos ainda grudados no local onde seu dedo estivera momentos antes, “Mais que tudo”. Ela monta em seu rosto, com a bunda a centímetros de sua boca ávida. Ele abre a boca e a penetra, a língua explorando o anel tenso de músculos. Ela geme de prazer, sentindo suas paredes se contraírem. "Então lamba bem com essa língua deliciosa, porque eu nunca fiz isso antes. Preciso que você seja gentil e cuidadoso."

Os olhos de Augusto se arregalam de excitação, mas ele concorda, com a boca salivando de antecipação. Ele a lambe, explorando um território desconhecido com a ponta da língua. Ele a saboreia, a doçura e o salgado se misturando de uma forma que é ao mesmo tempo familiar e tabu. Ele leva seu tempo, saboreando cada momento, cada sensação.

Finalmente, Augusto não aguenta mais e implora para Isabela deixá-lo foder sua bunda. "Por favor, querida, eu preciso muito sentir sua bunda apertando meu pau." Sua voz é um sussurro suplicante, cheio de desejo.

Isabella sorri, apreciando o poder que exerce sobre ele. "Mas lembre-se, devagar e com cuidado", avisa, com a voz em um misto de entusiasmo e preocupação.

Augusto assente, com o pau pulsando de desejo enquanto observa a esposa espalhar bastante saliva sobre sua ereção, com as mãos tremendo levemente. Ele sabe que este é um momento significativo para ela e está determinado a torná-lo inesquecível — por todos os motivos certos.

Ele gentilmente afasta as pernas dela, com o pau posicionado em sua entrada. Ele respira fundo, forçando-se a ser tão gentil quanto ela pediu. Ele desliza para dentro dela lentamente, saboreando a maneira como o corpo dela se abre para ele, a firmeza de sua bunda um contraponto delicioso ao calor familiar de sua boceta. Os gemidos de prazer de Isabella o guiam, seu corpo se arqueando conforme ele se aprofunda. Ele beija seu pescoço, sussurrando palavras doces em seu ouvido, suas mãos acariciando seus seios enquanto a fode com uma paixão terna que desmente a natureza depravada do ato deles.

Os movimentos deles são uma dança, uma conversa silenciosa de amor e luxúria que só os dois entendem. Cada investida do pau dele no cuzinho dela envia ondas de prazer pelo corpo de Augusto, e ele sabe que nunca se sentiu tão próximo dela quanto neste momento, o mais tabu dos abraços. Ele observa o rosto dela, a maneira como seus olhos se fecham e sua boca forma um "O" perfeito a cada empurrão.

A mão de Isabella desliza até o clitóris, seus dedos circulando o nódulo inchado com a precisão de um maestro regendo uma orquestra. Ela está tão perto, tão perto da beira de um orgasmo que promete abalar sua alma. Augusto a sente apertar-se em volta dele, suas paredes se contraindo à medida que ela se aproxima cada vez mais.

"Goza para mim", ele sussurra, sua voz uma carícia no silêncio da noite. "Goza para o papai."

Os olhos dela se abrem de repente, encontrando os dele. Ela está deita, o cuzinho preenchido pelo pau grosso dele, as paredes pulsando com a necessidade de chegar ao clímax. Ela nunca se sentiu assim antes — tão cheia, tão completa. Isabella sabe que não vai conseguir resistir mais. "Grandão, vamos lá... fode o cu dessa vagabunda... rasga tudo... vamos lá, eu vou gozar!", ela grita, o corpo convulsionando em êxtase. Augusto acelera, não se preocupa mais com as dores, sabe que neste momento tudo que ela sente é prazer.

A intensidade do prazer é tão grande que Isabella se torna extrema, tão selvagem e extrema que acontece algo que ela nunca havia sentido antes... sua vagina esguicha como uma ejaculação... ela sente como se estivesse mijando... o volume é tão grande que molha todo o abdômen de Augusto. Ela abaixa o corpo abruptamente como se estivesse desmaiando. Augusto, surpreso e excitado com o espetáculo, não para de fodê-la, observando o esguicho da esposa cobrir sua barriga e peito. "Oh, querida", ele diz, "você é tão linda."

Instintivamente, sem se preocupar mais com a possível dor que Isabella sentiria na bunda, ele começa a bombear ferozmente, e a entrada e saída do seu pau na bunda da esposa se tornam algo brutal. Ele está perdido no momento, a natureza do ato levando sua paixão a novos patamares. Isabella, por sua vez, está em estado de delírio, seu corpo não mais a pertencendo, enquanto sucumbe ao prazer avassalador de ser tomada tão completamente pelo marido.

Sua vagina jorra incontrolavelmente, uma fonte de desejo que parece não ter fim. A umidade de seus sucos e o contato de pele com pele enchem o ambiente com uma sinfonia de sons depravados que só servem para estimulá-los. A visão do corpo de sua esposa respondendo tão lascivamente ao seu toque é inebriante para Augusto, seu próprio orgasmo crescendo como um vulcão prestes a entrar em erupção.

Ele sente a aproximação, a pressão em suas bolas apertando como um torno, seu pau inchando ainda mais dentro da bunda dela. "Vou gozar", ele avisa, com a voz tensa.

Isabella assente, com os olhos vidrados de prazer. "Faz isso", sussurra. "Goza dentro de mim, Augusto. Quero sentir sua semente quente enchendo minha bunda, quero porra na minha bunda."

Augusto dispensa qualquer incentivo. Ele a penetra uma última vez, seu pênis pulsando enquanto ele se esvazia dentro dela, seu orgasmo tão intenso que parece despedaçá-lo. O corpo de Isabella convulsiona a cada espasmo, e seu próprio orgasmo atinge o ápice novamente. Eles ficam assim por um instante, corpos entrelaçados, corações acelerados, sem fôlego após um novo ato, mesmo para aqueles que estão casados há tanto tempo.

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