Capitulo 14 - Vida de casados
Nos olhando estarrecida mamãe adentrou o quarto passando por nós e fechando a porta, parou e nos viramos de frente para ela, ela estava lá com os braços cruzados como se quisesse ouvir alguma resposta, porém não haviam respostas, na melhor das hipóteses ela viu um beijo amoroso entre seus filhos, amoroso e cheio de felicidade, e na pior ela tinha escutado uma transa animal.
Olhei para Sofia, pálida com expressão de desespero, seus olhos já lacrimejavam, seu corpo começava a tremer de nervosismo.
- Eu sabia - Mamãe começou - Sabia que não era normal o relacionamento de vocês
- Mãe... - Comecei uma frase, porém sem saber o que dizer
Ela olhou para mim indignada, com o rosto chateado
- Vocês - Mamãe começou a dizer com lagrimas escorrendo - Desde quando isso acontece?
Abaixei a cabeça, olhei para Sofia que a essas alturas já chorava em silencio com seu corpinho se tremendo, peguei em sua mão e a puxei para mim, queria faze-la se sentir segura e de fato consegui, ela acordou de seu torpor e mesmo em pânico me encarou e aliviou a tensão do seu olhar, a abracei pela cintura e ela retribuiu terminando de se aconchegar em mim
Mamãe fez uma expressão de nojo ao ver a cena, mas antes que ela pudesse dizer qualquer coisa eu tomei a iniciativa:
- É isso mesmo mãe, Sofia e eu nos amamos, muito mais que um amor que irmãos teriam um com o outro, e respondendo sua pergunta, fazem anos, eu amo Sofia como uma mulher mãe, ela é o amor da minha vida, antes de mais nada quero dizer que vou lutar por esse amor, nem que tenha que passar por cima de você ou papai.
Ela ficou horrorizada, levou as mãos no rosto enxugando as lagrimas, Sofia por sua vez me encarava com fascinação, seu rosto já não transmitia mais pavor ou medo, ela me abraçou forte naquele momento.
- Eu... não acredito nisso, anos? Seu... como pode? Você é o mais velho, deveria ter mais juízo, não vai me dizer que Sofia ainda era menor?
Aquilo foi demais para mim, o que ela achava que era? Um monstro? Senti um calor crescente subindo em meu peito e fui totalmente acalmando pelo toque gentil de Sofia em meu rosto que me encarava com ternura, olhei para seus olhos e fui totalmente arrebatado, só ela era capaz de me trazer a realidade.
- Mãe? - Era Sofia que tinha rompido o silencio - Fui eu mãe, eu quem seduziu o Gu, e não, eu não era menor, eu o amei muito antes dele me amar e eu o amo mais que tudo, eu morreria sem ele mãe, não suporto ficar longe dele - Sofia dizia emocionada
O rosto de mamãe se contorceu e lagrimas desceram em cascata pelo seu rosto
- Foi isso que aconteceu então anos atrás? Quando você foi embora? - Mamãe parou pensativa - O sofrimento de Sofia, vocês não se falando .... Bianca?
Provavelmente ela assimilou como Bianca era tão parecida com Sofia.
- Sim mãe - Respondi - Já tínhamos um envolvimento de amor estarrecedor a algum tempo mas nos separamos, foram os piores anos da minha vida, ali eu vi que minha vida não tinha sentido algum sem Sofia, na verdade mãe eu preferia ter morrido naquele tiroteio se soubesse que não tinha a menor chance de reatar com Sofia.
- Oh Deus - Mamãe sentou na cama chorando - Você sente o mesmo filha?
- Sim mãe - Sofia chorava apertando meu braço - Minha vida não faz sentido sem o Gustavo
Minha mãe desatou a chorar com as mãos no rosto
- Mas isso tem que acabar, e acaba hoje, é melhor você voltar Gustavo e Sofia fica aqui, isso por si só é bizarro, além de irmãos vocês nem podem ter uma família
- Não mãe - Sofia se desesperou
Apertei Sofia contra meu braços e levantei seu rosto, alisando mostrando que estava tudo bem, eu não gostaria que aquilo tivesse acontecido e nem ter que resolver por meios menos pacatos, mas tinha que tomar uma atitude.
- Mãe, vou colocar as cartas na mesa - Disse firme
Mamãe me olhou em pânico, me encarando enquanto eu ia mais próximo dela e continuei
- Eu não estou pedindo autorização sua o de papai, Sofia e eu somos adultos, já que chegamos a esse ponto não tenho intensão alguma de apoio de vocês, se você ama seus filhos mãe você vai ter que aceitar, não estou pedindo para compactuar, mas pelo menos aceite, se quiser nos ver felizes, agora se esse não for o caso você nunca mais nos vera, eu vou embora e levar Sofia junto comigo, por ela eu deixaria a policia e iria para qualquer lugar longe, outro estado ou até mesmo outro país e lá construiremos nossa família, longe de qualquer preconceito ou julgamento.
- Nãoooooooo - Mamãe entrou em pânico chorando
Eu realmente não gostaria de tomar aquela atitude, não gostaria de machucar mais pessoas, já tinha feito de mais, ainda mais uma pessoa que era tão especial para mim, mas minha felicidade com Sofia era o mais importante para mim.
Sofia mesmo triste me abraçou forte demonstrando que estaria comigo para o que der e vier me olhando com ternura.
- Meu amor - Disse alisando seu rosto - Se tiver algo que queria levar embora a hora é agora, acho que deu aqui pra gente.
- Tá bom meu amor - Sofia respondeu me beijando nos lábios - Vou pegar algumas coisas no meu quarto
Ela disse isso e saiu, cheguei próximo a mamãe e me abaixei sem sua frente, peguei sua mão e levantei seu rosto carinhosamente, ela me olhou com tristeza, me cortou o coração
- Mamãe - Disse alisando seu rosto e me emocionando - Eu sinto tanto por isso, eu te amo muito, muito mesmo, mas você nunca vai entender meu sentimento por Sofia mãe, e por nosso amor vou ser obrigado a fazer isso... Perdão mamãe
Mamãe pulou em meus braços me abraçando e chorando, me apertou forte e eu retribui o abraço, nem sei quanto tempo ficamos abraçados e chorando totalmente emocionados.
- Fiquem por favor - Ela dizia soluçando - Eu... eu não vou interferir, vai ser difícil de aceitar, mas eu vou tentar eu prometo, não quero perder meus bebes - Desatou a chorar novamente
Nesse momento Sofia tinha retornado ao meu quarto e viu a cena inteira, correu em nossa direção se abaixando ao meu lado e abraçando tanto mamãe quanto eu.
- Oh mamãe - Sofia dizia emocionada - Nós te amamos tanto mãe, por favor nos perdoe, mas nós nos amamos muito
- Eu também amo vocês, vou aceitar eu juro, mas não contem nada ao pai de vocês, tenho medo dele surtar e vocês terminarem de nos abandonar, por favor
- Tudo bem mãe - Respondi - Só por você pelo menos tentar entender eu já ficou muito mais feliz
- E outra coisa, fiquem hoje também, já vai parecer suspeito esse tempo que nos afastamos, o pai de vocês é esperto não se esqueçam e tente se comportar aqui em casa
- Nós vamos ficar mamãe - Era Sofia que me encarava emocionada - Prometemos tomar cuidado
- Então tá, vamos descer ou seu pai vem atras de nos
Descemos, meu pai ainda bebia e escutava musica para nosso alivio, acho que ele não mensurou o tempo que passamos fora, minha mãe nos obrigou a ficar, jantar e dormir por lá, ainda bebemos mais um pouco com meu pai e depois entramos para dormir, Sofia e eu passamos a noite juntos nesse dia no meu quarto como nos velhos temposanos se passaram, eu agora com 28 anos e Sofia com 23, nosso amor cresceu como nunca, eu estava no auge da minha carreira como investigador chefe, liderava uma equipe de policiais, já estava correndo atrás de prestar concurso para delegado, Sofia tinha se formado mas nunca atuou na área, ela se sentia satisfeita cuidando da nossa casa, havíamos mudado de apartamento, dessa vez para um maior com um quarto a mais, tínhamos planos.
Mamãe acabou aceitando de vez nossa relação, sempre que vinha nos visitar ou íamos a sua casa nem se importava mais com nossa proximidade de casal, diria até que ela aceitou bem mais que esperávamos, ela parecia até feliz vendo nossa felicidade, já com papai mantivemos o segredo e nos contínhamos próximo a ele, porém sempre tivemos desconfiança que ele sabia de tudo, ele era muito esperto, talvez evitando confronto ele guardou isso para ele, percebíamos isso quando ele forçava algum tipo de situação como por exemplo:
- Cristina já arrumou o quarto deles? - Quando passávamos o final de semana lá
Ou:
- Isso sim é uma boa musica pra dança em casal - Dizia dançando com mamãe - Vamos, levantem e dancem também
Pra mim, Sofia e mamãe ele sabia de tudo, mas lidava com o jeito dele.
Tinha acabado de voltar do trabalho, já era inicio de noite, cheguei e encontrei minha linda esposa cozinhando.
- Boa noite amor - Disse a abraçando por trás
Sofia se virou com um lindo sorriso me abraçando pelo pescoço e me beijando docemente
- Oi meu amor, estava com tanta saudades - Disse me beijando - Como foi seu dia?
- Tranquilo, só preciso de um banho - Disse me desvencilhando dela
Sofia sorriu e voltou a atenção para o fogão
- Já esta quase pronto esta com fome?
- Não mais que saudades de você - Disse entrando no banheiro
- Mentiroso - Sofia disse gritando da cozinha
- Tenho uma surpresa para depois do jantar - Gritei do banheiro
Conhecendo Sofia eu sabia muito bem que tinha mexido com ela, ela não se aguentava quando estava curiosa, passado uns dez minutos em que estava no banho já quase acabando ela adentrou o box nua.
- Vai ser assim amor? - Disse pegando no meu membro - Tem certeza que vai por esse caminho?
Eu afirmei com a cabeça, Sofia desligou o chuveiro e se abaixou na minha frente, segurou meu membro carinhosamente ainda flácido e o levou até sua boca, o colocando inteiro e chupando como uma mamadeira, vi meu próprio membro ir inchando esticando seus lábios, ao ponto que Sofia já se esforçava para manter os movimentos.
- Ahh que boquinha deliciosa, vou falar isso todo dia quando chegar em casa - Disse sorrindo
- Humm - Sofia retirou meu pau da boca - Adoro sentir ele crescendo dentro de mim, mas e ai vai me contar a surpresa?
Sofia pegou meu pau e colocou a língua pra fora, começou a bater ele em sua língua e voltou a chupar, ela chupava rápido fazendo movimentos giratórios com a mão me masturbando, escorei na parede do banheiro para procurar apoio, o tesão estava forte de mais, Sofia pegou a outra mão e começou a acariciar minhas bolas, um prazer incontrolável tomou conta do meu corpo.
- Ahhhh amor, depois da janta, eu prometo que falo, quero te comer, estou louco para gozar
Sofia me olhou sorrindo com um sorriso maléfico nos lábios, largou meu pau e se levantou, olhei indignado enquanto ela virava de costas e saiu do box rebolando aquela bunda deliciosa
- Se apresse querido, ou a comida vai esfriar - Ela disse mandando um beijo e sumindo do meu campo de visão
- Filha da puta - Disse sorrindo
Terminei o banho, após me secar ainda estava com uma ereção grotesca, era minha vez de provoca-la, vesti somente uma boxer, deixando minha ereção muito marcada, me penteei e me perfumei, fui para cozinha, Sofia me aguardava sentada a mesa já vestida com seu vestidinho curto, ela me olhou estarrecida vendo minha ereção marcada na cueca, fiz questão de pulsar o pau diante dos seus olhos.
Vi perfeitamente sua cor mudar e sua respiração descompassar, Sofia não tirava os olhos do meu corpo, como se nada estive acontecendo me sentei de frente com ela a encarando.
- E ai amor, o que temos hoje para comer? - Perguntei pegando sua taça de vinho e dando um gole.
Sofia pegou a taça da minha mão e virou o liquido bebendo de uma vez
- Seu... Se não estiver com tanta fome tem a mim, serve? - Disse se levantando e vindo na minha direção
Afastei a cadeira da mesa e Sofia se sentou no meu colo de frente comigo, agarrou meu rosto e me guiou em um beijo quente rebolando a bunda na minha ereção e acariciando meu corpo
- Seu gostoso, fica ai me provocando, vai ter que me comer agora
- Eu não esperaria menos da esposinha safadinha que tenho, se ajoelhe e me chupe - Disse serio
Sofia suspirou tremendo o corpo, ela adorava ser submissa, se levantou do meu colo e se ajoelhou na minha frente, levantei meu corpo da cadeira e Sofia abaixou minha cueca, minha ereção era tão grande que meu pau saiu de dentro com violência acertando seu queixo, Sofia nem ligou, terminou de tirar minha cueca e caiu de boca faminta.
- Humm, que pauzão gostoso, vai querer na boquinha ou no cuzinho amor?
- Quero no cuzinho, deixa ele bem babado que vou te foder igual uma putinha hoje
Sofia sorriu me masturbando, voltou a abocanhar a cabeça e foi afundando meu pau em sua boca, com os olhos bem abertos me olhando, só os fechou quando meu pau tocou em sua garganta e ela se concentrou até enfiar todo meu pau, encostou seu nariz na minha pélvis e agitou sua língua na minhas bolas.
- Pooorra - Gemia alisando seu rosto - Como pode ser tão perfeita?
Retirou meu pau extremamente babado de sua boquinha, me masturbando com movimentos circulares e me encarando com os olhos marejados pelo esforço.
- Você que é perfeito meu amor, te amo tanto sabia?
Encarei Sofia com desejo, minha mulher era a coisa mais preciosa do mundo, me levantei trazendo Sofia junto comigo e a beijei com paixão, levantei seu vestidinho até sua cintura e a direcionei para se ajoelhar na cadeira, Sofia se escorou no encosto da cadeira e arrebitou bem sua bunda empinada
Dei um tapa forte no seu bumbum, Sofia gemeu e rebolou para mim, afastei sua calcinha e abri aquela perfeição de bunda, mais perfeito ainda era seu cuzinho lindo, rosado e lisinho, meu pau solavancou ao ver aquele orifício delicioso, Sofia me encarava sorrindo
- Isso é o que me faz mais feliz e tarada por você amor, sua cara de quando esta prestes a me devorar - Disse e mordeu os lábios
- È por que você é perfeita amor, meu desejo e amor por você só crescem
Sofia sorriu me encarando e rebolando, ataquei aquele cuzinho precioso com gosto, lambendo e chupando, Sofia gemia e rebolava em minha boca, ela pegou as alças do seu vestidinho e abaixou, pegou minhas duas mãos que estava em sua bunda e puxou para frente me fazendo pegar em seus seios e apertar, ela adorava isso
Apertei com força seus seios firmes e concentrei minha língua no seu cuzinho, sempre limpo e cheiroso fiz força até conseguir introduzir minha língua, Sofia desatou a gemer e rebolar forte.
- Aiiii amor, que delicia, que língua maravilhosa, Aiiiiii
Eu enfiava a pontinha da língua e lá dentro rodopiava e lambia, apertei forte seus biquinhos e Sofia se descontrolou, empurrou minha cabeça para trás gemendo se tremendo inteira
- Ahhhh chega amor, chega ou não vou aguentar, me fode, me come gostosinho
Me levantei ainda lambendo seu cuzinho e sua bumba, Sofia olhava para trás com tesão analisando meus movimentos, salivei bem seu cuzinho e a cabeça do meu pau, uma coisa que descobrimos é que o lubrificante tira um pouco da sensibilidade, apesar da saliva ter mais atrito, para rapidinhas era muito mais prazeroso
Sofia empinou bem a bunda, abri uma de suas nádegas e posicionei meu pau no seu cuzinho, fiz pressão, Sofia apertou os lábios e fechou os olhos, fui empurrando de vagar até minha cabeça entrar, Sofia arregalou os olhos e abriu a boca me encarando.
- Ai, ai amor, empurra de vagar, quero sentir ele entrando inteiro em mim
- Meu Deus amor - Dei um tapa na sua bunda - Como você é deliciosa
- Ahhhh, gostoso, empurra amor - Sofia jogava a bunda pra trás
Apertei sua cinturinha e fui empurrando, Sofia com os olhos bem aberto e sua boca também parecia ter prendido a respiração, só parei quando senti meu saco encostar no saquinho de Sofia que soltou o ar gemendo igual uma cadelinha
- Aiiiiiiii que delicia de rola - Sofia gemia com a voz chorosa - Me come amor, esfola meu cuzinho, que delicia
Comecei o vai e vem, primeiro de vagar, mas fui aumentando a velocidade gradualmente, aos poucos seu cu foi relaxando cada vez mais e a própria Sofia começou a jogar a bunda pra trás no momento da minha estocada, tirei uma mão de sua cintura e dei um tapa forte e estalado na sua bunda
- Aiiii, que gostoso, isso amor, mete forte
- Sua puta - Dei outro tapa - É assim que você gosta
Após mais um tapa voltei minha mão na sua cintura e literalmente fodi seu rabinho, Sofia gritava, chorava e gemia recebendo minhas estocadas violentas
- Aiiiiii, sim amor, é assim que gosto, PORRAAAAA, Aiii que delicia de pica, Aiii amor vou gozar, Ahhhhhh
- Goza putinha - Disse sem parar de estocar - Goza na rola do seu macho
- Aiiiiii, Aiiiiiii, Ahhhhhhhhh
Sofia gozou forte se tremendo inteira na cadeira, continuei estocando seu cuzinho sem parar, ela já se tremia e arfava pela sensibilidade pós gozo, mas eu continuei até gozar e que gozada, diminui a velocidade mas não a estocadas fortes, na hora de gozar busquei o máximo de profundidade apertando meu corpo, sua bunda amassou pressionada em minha pélvis, enchi seu orifício de gozo.
- Puta que pariu sua gostosa - Disse me inclinando buscando seus lábios
Sofia levantou o corpo abraçando minha nuca e me dando a língua, nos beijamos deliciosamente, nos desencaixamos e fomos para o banho.
- Você é um malvado Gustavo - Sofia disse enquanto lavava meu pau - Me deixou curiosa e ainda me comeu desse jeito?
- Desculpe meu amor - Disse a beijando - Eu não resisti, você é tão deliciosa
- Seu safado - Disse me beijando - Agora me conta vai
Desligamos o chuveiro e nos enrolamos na toalha, fomos para o quarto e nos sentamos na cama
- Amor - Disse pegando em sua mão - Gostaria que jantássemos antes, tenho medo de você perder o apetite
- Amor - Sofia já demonstrava emoção na face - Não vai me dizer que saiu, saiu?
- Sim amor, você será mãe - Disse alisando seu rosto
A um ano e meio atrás, antes de nos mudarmos demos entrada na adoção, na verdade Sofia deu entrada, como mãe solteira, como nunca poderemos nos casar nada mais justo que a guarda seja dela, esse sempre foi seu sonho, ter um bebê, e ficamos na fila de adoção, o processo em si é demorado, mas com a ajuda de um juiz conhecido finalmente havia saído, mais algumas semanas e poderíamos finalmente conhecer nosso bebê.
- Ah amor - Sofia se jogou nos meus braços chorando - Eu não acredito nisso
- Pode acreditar meu amor, você será uma mamãe, tenho certeza que a melhor de todas
Sofia me abraçou chorando emocionada, me emocionei junto com ela, ela se afastou limpando as lagrimas e me beijou apaixonada
- E você também, será o melhor pai do mundo tenho certeza, Deus como você pode me fazer cada dia mais feliz?
- Por que sua felicidade é a minha - Disse alisando seu rosto
- Você me deu todo seu amor, agora esta me dando uma família, Jesus Gustavo, eu não poderia ter escolhido melhor meu marido.
- Muito menos eu minha princesa, eu te amo muito, tenho certeza que seremos a família mais feliz do mundo
- Te amo de mais meu amor - Sofia voltou a me beijar - Preciso ligar para mamãe, acredita que ela também estava ansiosa?
- Serio? - Perguntei surpreso
- Uhum, vou ligar pra ela, pode ir para a cozinha que já vou te servir, te amo meu amor
- Também te amo