Sofia, minha irma trans Cap 13

Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Trans
Contém 3735 palavras
Data: 29/08/2025 06:24:03

Capitulo 13 - Tesão incontrolável parte 2

As semanas passaram rapidamente, Sofia e eu nunca transamos tanto igual dessa vez, ficávamos o dia inteiro dentro de casa a sós, praticamente nus, fodia-mos iguais animais, só dávamos um tempo a noite quando mamãe e as vezes papai vinha me visitar, fui ficando cada vez mais recuperado, estava chegando a hora de voltar a trabalhar.

Era uma tarde de quarta feira onde eu estava comendo Sofia no chão da sala, nesse dia ela estava usando um micro vestido apertado que estava enrolado em sua cintura, de quatro em cima de um tapete eu estocava com força no seu rabinho, Sofia gemia e pedia mais.

- Aiii amor, isso me fode, que delicia... Ahhhh

- Puta que pariu amor, você não cansa de me dar esse cuzinho, e eu não canso de te comer.

- Ahhhh nunca, nunca vou cansar desse pau delicioso, ai amor continua que vou gozar

Apertei bem sua cinturinha, ao invés de estar ajoelhado atrás de Sofia eu estava semiagachado estocando ela de cima para baixo com todo o vigor que eu tinha, Sofia estava com a bunda extremamente arrebitada recebendo minhas estocadas e gritando de prazer, ela começou a berrar revirando os olhos e gozou forte.

- Ahhhhh, Uiiii que gostoso amor, como é bom ter esse macho só pra mim... Ahhhhhh

Seu corpinho foi se abaixando do tapete e eu metendo fundo, não demoraria para encher seu rabinho de porra, já estava quase lá gemendo quando escuto o interfone tocar. Sofia olhou para trás me encarando, eu ia me desencaixar dela para atender mas foi impedido por ela jogando a bunda com força para trás.

- Não amor, termina, você esta quase lá

- Preciso atender, e se for nossos pais?

- Termina amor - Ela disse autoritária - Quero esse leite quente aqui dentro.

Sorri vendo sua carinha de safada, agarrei sua cinturinha e estoquei com força fazendo Sofia fazer expressão de incomodo e de fato esporrei rápido, enfiei fundo buscando profundidade e deixei minha carga inteira no seu rabinho quente.

Sofia terminou de desfalecer em cima do tapete e sai de cima dela, o interfone tinha voltado a tocar, corri para atende-lo

- Alo - Atendi ofegante

- Alo Sr. Gustavo? - Era o porteiro

- Sim sou eu

Olhei para Sofia que se levantava do chão andando em minha direção rebolando sensualmente, se pendurou no meu pescoço buscando meus lábios e dizendo no meu ouvido:

- Seu gostoso

Ela deu um apertão do meu pau semirrígido e saiu andando para o banho, fiquei acompanhando seu rebolado até ela sumir de vista, nem prestei atenção no que o porteiro me dizia no interfone.

- Desculpe Sr. Francisco, poderia repetir?

- Ah sim, como estava dizendo sua mãe e seu pai estavam aqui na portaria

Mas que merda - Pensei - Olhei pro relógio, chegaram cedo hoje

- Sem problemas, pode liberar pra subir

- É então Sr - Ele deu uma risada sem graça - Como não atendeu da primeira vez eu já liberei, já devem estar chegando, como são da família...

- Porra - Pensei olhando meu estado

Eu estava nu, todo suado com o pênis ainda meia bomba e totalmente melado pingando esperma da ponta.

- Tudo bem Sr. Francisco obrigado - Disse desligando

Contra o tempo corri para vestir meu shorts, foi ao armário e borrifei bom ar na sala, se tivesse cheiro de sexo ajudaria a disfarçar, tentei me secar o máximo que deu com papal toalha e a campainha tocou, respirei fundo e tentei controlar minha aceleração cardíaca, abri a porta.

- Oi Gu - Era mamãe me cumprimentado

- E ai garoto - Meu pai estendendo a mão

- Entrem pessoal - Disse dando passagem

Eles entraram, mamãe ficou me observando, aspirou ar com o nariz próximo a mim

- Estava se exercitando? - Disse indo para a cozinha depositar a sacolas que trazia

- Ah sim, difícil ficar em casa sem fazer nada, quer beber algo pai?

- Aceito cerveja filho - Disse se sentando no sofá

Fui até a geladeira e peguei uma cerveja para meu pai, apesar de não estar mais tomando remédios eu não queria beber com frequência, precisava recuperar minha forma física, essas semanas sem treino acabaram comigo, peguei uma garrafa d'agua e me sentei de frente com ele entregando sua cerveja.

- Obrigado filho

- E Sofia? - Mamãe perguntou

- Esta no banho

- Como esta se sentindo?

- Muito melhor mãe, semana que vem tenho consulta, se me liberarem já volto ao trabalho.

- Ah que bom, embora me sinto melhor com você em casa, já não chega dessa historia de policia não?

- Mãe?

Mamãe largou as coisas que estava fazendo com o rosto vermelho e lagrimas nos olhos

- Filho, considere deixar a policia, você quase morreu Gustavo - Dizia enxugando as lagrimas

- Ah mamãe - Me levantei indo em sua direção e abraçando

- Quase te perdemos filho - Mamãe me abraçou emocionada

- Me desculpe mãe, não vou deixar a policia, você não entenderia

- Já tentei de tudo mãe - Era Sofia que surgia na cozinha - Ele é um cabeça dura, não ouve nem a mim.

Sofia estava linda como sempre, vestida com um shorts de academia, uma camiseta minha que virava um camisão nela, suas pernas brancas expostas e com os cabelos molhados de banho.

- Oi filha - Mamãe foi abraçar Sofia - E com você esta tudo bem?

- Estou ótima mãe o Gu tem cuidado muito bem de mim - Ela disse me encarando e sorrindo

- E você de mim - Respondi retribuindo o sorriso - Alias gostaria de pedir autorização de vocês

- Sobre o que? - Mamãe perguntou curiosa

Meu pai deu um gole na cerveja e olhou para mim, Sofia por sua vez fez cara de espanto também me encarando, foi até ela a abraçando de lado com o braço em seus ombros, ela me encarava curiosa a passou o braço pela minha cintura.

- Eu andei pensando muito, vocês ainda são um casal jovem, mesmo assim papai esta para se aposentar, esta na hora de aproveitarem mais suas vidas, vocês tem dois filhos já adultos - Parei os encarando

- Prossiga - Papai disse

- Bom, o fato é que Sofia deixou minha vida muito mais organizada, além da sua companhia agradável ela cuida muito bem de mim, me mantem regrado até mesmo com alimentação, já havíamos conversado sobre o assunto, ela se dispôs a vir morar comigo, gosta do centro da cidade, gosta da vida que tem levado, não vai mudar nada pra vocês, continuaremos os visitando e vocês nos visitando, mas seria bom pra vocês mesmo.

Sofia me encarava com os olhos brilhando apertando minha cintura, minha mãe nos olhava pasma com o que disse.

- Bom - Meu pai se levantou bebendo o resto da lata - Se isso for desejo da Sofia também eu não me oponho

- João? - Mamãe disse nervosa - Eu não estou acreditando, já perdemos um filho agora perderemos o outro?

- Para de drama Cristina, o que o Gustavo disse faz sentido, os dois são adultos, uma hora isso iria acontecer de qualquer jeito e ele tem razão, precisamos nos cuidar melhor como casal, ainda somos jovens

- Inacreditável, sempre passando a mão na cabeça desse menino

- Mamãe, eu quero isso também - Sofia disse - Gustavo não disse toda a verdade

Agora fui eu quem olhei assustado para Sofia ela continuou:

- Ele faz eu me sentir tão útil, me mima, me protege, me trata como mulher - Ela começou a se emocionar - Eu perdi tanto tempo longe dele mãe, você sabe o quanto sempre o amei, quero ficar com meu irmão - Sofia me abraçou forte

- Ah filha - Mamãe disse a abraçando - Eu sei como você ficou arrasada com a separação de vocês, se é realmente isso que quer tudo bem, você tem razão João, vamos aproveitar melhor nossa vida nossos filhos já são grandinhos.

Mamãe deu uns tapinhas no me ombro me encarando, sorri de volta e voltei para o sofá com meu pai levando mais uma cerveja para ele.

Sofia e mamãe foram preparar nosso jantar eu aproveitei para tomar um banho estava precisando muito, após sair do banho me emocionei com a cena.

Sofia cozinhava com mamãe eufórica de felicidade, rindo e fazendo brincadeiras, fiquei no corredor olhando a cena emocionado, Sofia percebeu minha presença virando o rosto na minha direção e me olhou apaixonada

- Te amo - Sofia disse somente com os movimentos dos lábios e voltou a atenção para a cozinha

Sorri e voltei para a sala, fiquei conversando com meu pai até que o jantar ficou pronto, fomos todos para mesa e tivemos um jantar em família que pareciam anos que não acontecia, todos alegres e felizes conversando, pra mim era mais nítido a felicidade de Sofia, que não se importava em me olhar com admiração e desejo, em alguns momentos eu fiquei constrangido com medo de alguém perceber.

- Nossa fazia tanto tempo que não comíamos assim todos juntos - Disse mamãe

- Verdade mãe, muito antes mesmo do Gu nos abandonar - Sofia disse me encarando

- Podemos almoçar juntos no final de semana, o que acha pai? Tem plantão? - Disse para meu pai

- Eu acho uma boa ideia filho, estou de folga final de semana, churrasco?

Todos concordaram e após uma boa conversa depois do jantar eles foram embora.

Sofia e eu fomos assistir um filme na sala, ela estava deitada com a cabeça no meu ombro

- Ei amor, você me surpreendeu hoje, foi quase um pedido de casamento - Sofia dizia me encarando

- De fato foi amor - Respondi fazendo carinho no seu rosto - Agora fechamos essa ponta, você é toda minha

- Seu fofo, estou tão apaixonada, mas já estou imaginando quando voltar a trabalhar, vou ficar tão sozinha, me acostumei ficar com você o dia inteiro.

- Pense pelo lado positivo amor - Disse me ajeitando e ficando rosto a rosto com ela - Você vai estar me esperando no nosso cantinho, onde construiremos nossa vida e nossa família

- Te amo tanto Gu - Disse Sofia emocionada me beijando

Nos beijamos apaixonadamente, uma coisa que tenho que dizer é que em uma vida de casal nem tudo se resume a sexo, até por que estávamos muito ativos sexualmente inclusive naquele mesmo dia já tínhamos transado insanamente, aquele era nosso momento de nos curtir namorando e trocando caricias, assistimos o filme e depois fomos deitar realizados, por uma conquista que ambos desejavam a tanto tempo.

O restante da semana se passou, era sábado, fui despertado da maneira que mais gostava, um beijo molhado e cheiro de banho fresco, abri os olhos e vi Sofia face a face comigo, cabelos molhados e um lindo sorriso

- Bom dia amor, hora de acordar

- Bom dia amor, que horas são?

- Nove horas - Sofia disse se levantando - Pensei em chegar cedo, ajudar mamãe com as coisas, o que acha?

- Acho ótimo - Disse me sentando na cama - Vou pro banho

- Tá bom, vou preparar o café, depois me arrumo

- Pensei em tomar café fora, o que acha? Comemos no caminho, já pode se arrumar se quiser

- Acho perfeito - Disse se pendurando no meu pescoço - Tomar café da manhã com meu amor

Dei um selinho em Sofia e fui para o banho, sai do banheiro enrolado na toalha, Sofia se maquiava já vestida, uma blusinha preta colada ao seu corpo com uma só manga comprida, na parte de baixo uma mini saia branca e nos pés uma sandália de salto alto na cor branca também.

- Uau, que princesa - Disse vestindo uma calça jeans - Ainda não consigo acreditar que isso tudo é meu

Sofia olhou para trás sorrindo, se levantou desfilando em minha direção eu já estava sentando na cama terminando de calçar meus tênis, ela se enfiou no meio das minhas pernas inclinando o corpo e me beijando.

- Você gostou? - Disse alisando meus cabelos - Sabe onde quero te dar hoje?

Olhei supresso para Sofia, ao mesmo tempo que uma enorme ereção começou a se formar embaixo da minha calça, Sofia olhou e sorriu

- O que esteve planejando sua safadinha? - Perguntei a fazendo se sentar de costas para mim

Sofia rebolou sensualmente se insinuando naquela roupa que a deixou extremamente gostosa.

- Nossa que duro - Ela disse mordendo os lábios - Guarda isso pra mais tarde amor, vamos termine de se arrumar

Se levantou do meu colo me deixando super excitado e foi terminar de se maquiar olhei indignado para ela terminando de me vestir enquanto ela ria me olhando pelo espelho.

Fomos a uma padaria próxima e tomamos café da manhã após isso passamos em um supermercado e compramos carnes e algumas bebidas, embora eu não tivesse a intenção de beber iria levar, e finalmente chegou a parte que foi mais difícil para gente, ter que se separar, já estávamos tão acostumados a ficar colados, abraçados e de mãos dadas que chegou ser estranho ter que entrar na casa de nossos pais separados.

- Olha chegaram cedo - Mamãe veio nos receber - Nossa como esta linda, por que disso?

- Viemos para ajudar - Disse Sofia a abraçando - Já olhou pro seu filho? Como posso sair desarrumada perto dele?

- Para Sofia - Cumprimentei minha mãe - Eu poderia dizer o mesmo sobre você

- Vocês dois estão certos, os dois são lindos, quem vê de fora pode até pensar outra coisa

Engoli seco aquela afirmação de mamãe, diria que até pareceu uma indireta, nem olhei para Sofia, desconversei e fui procurar meu pai, ele já estava na área de churrasco bebendo uma lata de cerveja

- E ai velho, já começou os trabalhos? - Disse me referindo a bebida

- Fala seu sacana - Veio me abraçar - Em algum lugar do mundo já são meio dia certo?

Nós dois rimos alto, eu iria ajudar a limpar e a organizar a churrasqueira mas ele já tinha feito isso e gostava de tomar conta do churrasco sozinho

- Pode ficar tranquilo filho, quero que só relaxe

- Não é justo pai, vocês ficarem com todo trabalho

- Quer me ajudar de verdade? Toma uma comigo

- Tá bom, mas não quero beber muito - Disse indo pegar uma cerveja no freezer

- E coloca uma musica descente

Sorri, conectei o celular na caixa de som e coloquei The Smiths - There is a ligth that never goes out.

- Urrul isso que é musica - Disse meu pai animado

Dei risada, o velho era divertido, abri uma cerveja pra mim e sinto um abraço forte por trás e a minha frente uma mão delicada segurando uma taça de vinho

- Essa musica me trás lembranças lindas sabia? Era Sofia

Ela dizia isso pois da primeira vez que fomos ao hotel anos atrás tocava essa musica no carro na volta pra casa, e esse foi o dia que declaramos nosso amor, fiz carinho em sua mão discretamente para que ninguém visse

- Eu sei, coloquei de proposito - Respondi virando o rosto

Sofia sorriu mordendo os lábios, a vontade de beija-la ali era demais, mas nos separamos e nos sentamos lado a lado na mesa.

- Achei que não beberia hoje - Sofia disse divertida

- Eu não ia mesmo, mas o xerife - Disse apontando para papai - Me obrigou

- Seu lindo, gostei do "xerife" - Sofia riu me encarando - Um pouco não vai te fazer mau, você esta gostoso se quer saber, para de neurose.

Com a musica alta podíamos ter mais privacidade para conversar coisas do tipo

- Imagine só amor - Disse pegando sua mão discretamente - Se o xerife desconfiar que vou casar com a filha dele e que além disso eu como ela todo dia, será que me mata?

Sofia deu uma risada gostosa jogando a cabeça pra trás e apertando minha mão

- Ai amor, só você mesmo, te amo tanto sabia?

- Eu também te amo - Respondi

Desgrudamos um pouco para não chamar atenção mas continuamos conversando e rindo, mamãe veio trazendo as coisas que tinha preparado para o almoço sorridente nos encarando.

- Nossa fazia anos que não via Sofia assim - Disse mamãe nos encarando - Esta radiante filha

Mais uma vez engoli seco, meu pai balançou a lata vazia me indicando para servi-lo, aproveitei a deixa e me levantei para pegar mais para ele, fiquei com papai até tudo estar pronto para almoçarmos.

Comemos muito bem, novamente foi um ótimo almoço em família, todos felizes com nossa união, após o almoço arrumamos tudo e ficamos ainda todos sentados e conversando, eu já tinha parado de beber, mas o restante ainda continuou

Em dado momento Sofia sentada ao meu lado começou a acariciar minha perna por baixo da mesa, olhei e ela me encarava com o rosto corado, eu conhecia muito bem aquela expressão, ela estava com tesão, e se tinha uma coisa que despertava meu tesão era ver Sofia excitada, virou o restante da taça de vinho e colocou na mesa.

- Vou ao banheiro - Disse me encarando

Levantou e saiu caminhando sensualmente, jogando seus cabelos pra trás indo para dentro de casa, eu sabia muito bem o que ela queria, ela poderia ter usado o banheiro externo, esperei ela entrar, meu pai e minha mãe conversavam animadamente distraídos, nem perceberam eu me levantando da mesa.

Fui para dentro de casa atrás de Sofia, nada no andar de baixo, subia as escadas, passei pelo seu quarto, porta aberta e vazio, caminhei pelo corredor até o meu, a porta fechada, girei a maçaneta e abri a porta, lá estava ela em pé com os braços cruzados, ao me ver adentrando o quarto vi seu corpo tremer de excitação, fechei a porta e tranquei, sorri indo ao seu encontro.

- Mas que safadinha - Disse me aproximando - Não aguentou esperar chegar em casa?

Toquei em sua cinturinha e aproximei meu rosto ao dela, seu tremor foi muito maior

- Não - Sofia respondeu com voz manhosa - Quero transar onde tudo começou amor, no seu quarto.

Toquei meus lábios nos seus, Sofia agarrou minha nuca me puxando com força e enfiando a língua na minha boca, a apertei mais ao meu corpo e nos beijamos com tesão, suspirando um na boca do outro, larguei seus lábios e beijei seu pescoço, Sofia apertava minha nuca contra seu corpo gemendo e suspirando.

- Você esta tão linda amor, eu não via a hora de te deflorar, confesso que não aguentaria chegar em casa também.

- Ahhhh amor, estou com tanto tesão, saber que temos que nos conter me deixou mais tarada

Voltamos a nos beijar um acariciando o corpo do outro, Sofia deslisou a mão para minha calça tentando liberar minha ereção com desespero, após conseguir colocou meu pau pra fora me masturbando sem deixar de beijar minha boca, eu agarrei com força sua bunda redonda, levantei sua saia e afastei sua calcinha, ao tatear seu cuzinho tive uma grata surpresa, já estava lubrificado.

Abri os olhos do beijo, Sofia sorria em meus lábios vendo minha reação, ela largou minha boca e se ajoelhou na minha frente me masturbando e me olhando com cara de safada.

- Só vou deixar ele molhadinho, não temos tempo

Confirmei com a cabeça e Sofia engoliu meu membro inteiro, caralho, mesmo sabendo que era só lubrificação Sofia caprichou tanto naquele boquete que minha vontade era de gozar na sua boquinha, ela enfiava meu pau fundo em sua garganta e retirava ele fazendo uma pressão incrível com os lábios, chega me tremia de tesão, e apesar dela mesmo falar aquilo parecia não querer largar meu pau.

- Ahhhh amor, assim vou acabar gozando nessa boquinha

- Hum, hum, hum, hum, Ahhh que delicia de pau - Sofia me masturbava - Bem que eu queria tomar esse leitinho.

Sofia se levantou me beijando com tesão, ficou de quatro na cama levantando a saia e colocando a calcinha de lado, vê-la vestida, com aquela sandália fez meu pau pulsar, não resisti dei um tapa forte em sua bunda branca.

- Caralho como você esta gostosa

- Aiii gostoso - Sofia sorriu balançando a bunda - Me come amor, enfia esse cacetão em mim

Peguei em sua anca com uma mão e apertei, com a outra pincelei meu pau no seu cuzinho, Sofia fechou os olhos e abriu a boquinha suspirando, comecei a fazer pressão, sem me conter enfiei a cabeça de uma só vez, Sofia abriu bem os olhos e a boca me encarando

- Uiiiiii, que pau duro amor

Dei um tapa forte na sua bunda

- E que cu apertado sua delicia

Sofia com a cabeça pra trás me olhando com tesão jogou a bunda com força pra trás, meu pau se enterrou de uma só vez no seu rabinho quente, uma coisa que reparei nessas semanas de puro sexo é que Sofia ficava cada vez mais safada, tinha gostado de apanhar, de ser penetrada com brutalidade e até de ser enforcada durante o sexo, sem falar nas torções que eu fazia em seu mamilo que a fazia gozar feito louca

- Ahhh porra, tá arrombando meu cuzinho amor, que delicia

- Caralho, você esta muito safada hoje, me dando com nossos pais em casa, sua putinha

Apertei bem sua cintura e comecei a comer Sofia com força, a mesma levou a mão na boca para abafar seus gemidos e revirou os olhos recebendo minhas estocadas, estapeei seu bumbum e puxei seus cabelos com força fazendo Sofia ficar ajoelhada na cama, ela virou a cabeça pra trás a procura dos meus lábios com desespero, a beijei sem parar de estocar seu cuzinho.

- Ai que delicia meu amor, fode sua putinha, fode sua irmão putinha, Aiiiii

Enfiei a mão por baixo de seu blusa e sutiã, achei seu mamilo e apertei com força beliscando, Sofia gemeu alto na minha boca jogando a bunda pra trás contra minhas estocadas.

- Vou encher esse rabinho de porra minha putinha

- Enche meu amor, enche meu rabinho, Ahhhhhh

- Que esposinha maravilhosa eu tenho, vou goza amor, vou gozar

- Uhhhhhhhhh - Sofia gemeu forte em minha boca

Eu comecei a estocar e quando chegava no máximo de profundidade e empurrava mais fazendo sua bunda amassar contra meu corpo, Sofia revirou os olhos e largou minha boca, gemeu altíssimo, soltei sua cintura e eu mesmo tampei sua boca enquanto ela se tremia gozando, eu também não resisti mais, e forçando o máximo meu pau em seu cuzinho despejei tudo lá no fundo.

Suspirávamos nos beijando com Sofia ainda rebolando lentamente no meu pau fundo no seu rabinho

- Aiiii amor, que gostoso, por mim eu ficaria aqui com você dentro de mim, te amo

- Eu também meu amor, eu emendaria uma segunda foda agora mesmo, você é deliciosa

Sorrimos nos beijando e nos desencaixando, fomos ao banheiro nos lavar rapidinho, já deveríamos estar tempo de mais fora, mas foi simplesmente irresistível, antes de abrir a porta do quarto Sofia me agarrou me beijando com volúpia, estávamos rindo um nos lábios do outro pela loucura que fizemos, ao destrancar a porta e girar a maçaneta Sofia ainda estava agarrada em meu pescoço sem desgrudar seus lábios dos meus rindo, mamãe estava lá, parada igual uma estatua, catatônica nos encarando com cara de horror.

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