O navio já estava em seu nono dia de viagem. Faltava dois ou tres dias para aportar no velho continente . Herculano toda noite ia com a neta e jantava em companhia de seu amigo: João, a esposa, Luzia e a filha deles. Clara.
Nesta noite o amigo lhe disse que não se sentia a vontade para fazer carinho na esposa com sua filha na mesma cabine. Herculano sem malícia, disse que a garota podia dormir aquela noite em companhia de Júlia. As duas passavam o dia todo andando pelo navio. As meninas ficaram sabendo e já foram para a cabine do Coronel, Herculano e o casal ficaram jogando baralho com outros passageiros até tarde.
João estava muito contente de ficar uma noite só com sua esposa, já estava a oito dias na seca. Foi pra cabine mais cedo. O Coronel ficou até tarde jogando, perto da meia noite foi pra sua cabine.
Julia e Clara dormiam, uma em cada cama, a roupa de dormir de Clarinha estava pra cima do joelho. Julia dormia de bruço . Herculano não resistiu Clarinha com as perna descobertas, foi devagarzinho, deitou-se, tocou em seus joelhos. A roupa de baixo da época era bem folgada. Ele desamarou o laço da anagua e puxou deixando Clarinha nuazinha com a buceta exposta. Abriu um pouco as pernas dela e avançou. Enfiou as duas mãos por baixo e seguro as coxas dela e chegou ofegante na buceta de jovem, filha de seu amigo.
Foi tocando a lingua e xupando. Clarinha acordou. Em uma reação natural tentou sair, Mas Herculano a segurou e continuou xupando. Clarinha foi amolecendo o corpo com aquela sensação gostosa. O desejo era maior que o susto, foi se entregando, suas mãos chegaram a cabeça do Coronel, sua pernas já estavam em V. A bunda começou a deslizar na cama.
Clarinha nunca se quer imaginara aquilo, mas era maravilhoso, já estava quase gozando quando o coronel parou e foi em seus peitos , foi mamando os pequenos mamilos. Clarinha sentia todo seu corpo clamar, desejar. Ousou então falar pela primeira vez:
Põe a lingua lá de novo. Põe
Herculano virou o corpo e foi descendo em posição invertida, começou a xupar de novo. Com clarina entre suas pernas e ele de cabeça pra baixo, sua pica ficava tocando no rosto de clarinha. Ela foi sentindo uma vontade estranha, inimaginável, mas queria, desejava. Sua boca começou a salivar. Com as duas mãos segurou a pica e colocou na boca.
Clarinha empurrava a buceta na boca do Coronel e ia agasalhado sua pica boca dele. De repente sentiu um prazer insano. Parecia sonho de tão bom. Encheu a boca de Herculano com o primeiro gozo de sua vida.
O Coronel ajoelhou na cama, foi trazendo ela sobre suas pernas. Ela senti a pica dura do Coronel tocar em sua buceta toda melada. Ele sabia que ela ia chorar no romper do himem. Beijou ela é ficou tapando sua boca enquanto a vara ia entrando, a pequena foi engolindo, engolindo a pica até a bunda tocar nas coxas do Coronel. Herculando levou as dua mãos por baixo, levantou ela um pouquinho, desceu, levantou, desceu. Clarinha foi fazendo sozinha, cavalgando .parecia que estava em cima de um cavalo trotando.
Na outra cabine ao terminar de comer a esposa, João teve um pressentimento. Conhecia a fama do Coronel na região. Ele podia estar comendo sua filhinha Clara. No exato momento de seu pensamento, Clarinha cavalgava alucinada na pica do Coronel. Com as duas mãos no pescoço de Herculano e a lingua dentro dentro de sua boca, ela parecia a mais safada da quengas de sua cidade...