A coroa resolveu apostar em um jogo de tênis

Um conto erótico de Professor
Categoria: Heterossexual
Contém 1804 palavras
Data: 28/08/2025 19:57:52

Sempre fui muito enérgico, e, nos esportes, encontrava a válvula de escape que precisava. Durante muitos anos, fui adepto ao tênis – esporte esse que praticava com muita regularidade, seja jogando contra pessoas da minha idade, seja jogando com o público mais velho que frequentava o clube. E dentre tais frequentadores mais experientes, estava Julia – uma mulher de uns 1,65 m, que, na época, se encontrava na casa dos 40 anos. Com suas pernas levemente torneadas, uma bundinha simples e peitos mais murchos, Julia acabava chamando a atenção – mas não por questões físicas, mas por preferir jogar entre os homens (não demonstrava muita paciência ao jogar com outras mulheres). E, por tal motivo, tivemos vários embates.

Julia, com seus cabelos de mexas mais claras, era uma mulher casada e que tinha o respeito de todos daquele ambiente. Apesar de ela sempre se fazer sempre, seu marido, Carlos, nem tanto – que preferia ficar com a turma do futebol.

Essa mulher sempre mexeu com o meu imaginário. Foram inúmeras as vezes que me encontrei no banheiro, sonhando alto com aquela donzela, que sempre me instigava com aquele short-saia e blusinhas coladas com um top por baixo. A gentileza e o cuidado que ela demonstrava, até pelo fato de ser mãe de dois filhos (incluindo uma de mesma idade que eu), fazia com que eu, pobre adolescente, a olhasse e a desejasse ainda mais. Hoje, na casa dos 30 anos, me descrevo como um homem de bom físico: 1,78 m de altura, 85 kg, loiro, um par de olhos azuis e um membro por volta de uns 16, 17 cm, levemente curvado e da cabeça inchada – que logo denuncia o tesão e a vontade.

Porém, em um determinado período, sempre víamos Julia com o humor variado – ora mais sorridente, ora mais séria e de poucas palavras. Até que, por amizade com sua filha, fiquei sabendo que as brigas do casal tinham se tornado constantes. Com isso, ninguém do grupo de amigos que frequentavam as quadras sabiam se brincavam com ela ou não, ou se ela estava brincando ou não. Ela sempre foi muito discreta e, como já mencionei, respeitada por todos.

Certo dia, Julia me chamou para jogar com ela. Até aí, nada de novo – a não ser pela preferência em ir para uma quadrada “mais afastada”. Das inúmeras quadras do clube, ela sempre preferiu por jogar nas “centrais”, por serem quadras mais cuidadas e que dispunham dos serviços de pegadores de bola – o que as tornavam mais concorridas.

- Você se importa de jogarmos no fundo? Não estou com paciência pra ficar escutando esse povo rindo e atormentando!

- Claro que não! E por lá podemos jogar direto sem sermos interrompidos – aleguei, ajudando ainda mais na sua escolha.

Devido ao forte calor, entre as trocas de lado, sempre parávamos para beber uma água. E Julia, que chegou muito séria, começou a relaxar e fazer algumas brincadeiras – e, novamente, nada fora do normal. Num dado momento, fui pego de surpresa.

- E você e minha filha, hein? Nunca rolou nada?

- Imagina! Somos só amigos – retruquei em total clima de vergonha.

Confesso que não esperava por essa pergunta! De fato, eu e a filha de Julia mantínhamos apenas uma amizade e nada mais. E, como sempre busquei e prezei pela descrição, nunca imaginei que a mamãe, dona do meu imaginário, me observava dessa forma.

Continuamos o jogo e, na troca seguinte, uma nova pergunta.

- Acho que ela está precisando rever os conceitos – afirmou ela. Jajá ela acaba ficando pra trás e amarrada num traste igual ao pai dela!

A fala dela me deixou sem reação. Não sabia se concordava. Não sabia se acolhia. Apenas respondi com um “Ah, ela vai arrumar alguém que a respeite e a valorize! Além do mais, ela é inteligente, assim como a mãe!”.

Aquela conversa, por mais estranha e diferente que estava, começou a me aguçar os sentidos. As pernas de Julia começavam a guiar meus pensamentos para um outro lugar, que me faziam querer enxergar a marca da roupa por baixo daquele short-saia. Seu bumbum, por mais simples que fosse, me levavam a imaginar as loucuras já feitas por ela – assim como aquele par de seios pequenos, que já deviam estar com os mamilos enrijecidos de muitas mamadas que já levaram. A essa altura, devido a todo esforço combinado a um forte calor, até o suor de seu corpo me excitava – apenas observando o brilho que se exaltava aquela mulher e valorizava as curvas de seu corpo.

Ao passar por mim, que já estava ofegante com todo aquele imaginário, Julia me deixou ainda mais. Sem querer, ou não, acabou esbarrando no meu corpo, de tal forma que seu quadril foi de encontro ao meu falo – que a essa altura já estava duro e inchado. Ela apenas olhou, “conferindo” aquilo que sentira, e sorriu, timidamente, e seguiu.

A pausa seguinte veio acompanhada de uma proposta.

- O que acha que valorizarmos esse jogo?

- Como? – questionei.

- Quem vencer o próximo “game”, vai dar “a” peça de roupa pro outro – afirmou Julia com a mão sobre me pau, que a essa altura já estava querendo explodir a bermuda.

Aquele olhar dela para o volume pulsante em minha bermuda, com uma leve mordida nos lábios, me deixou cego!!! Apenas concordei com sua proposta, com a mente a mil! Não sabia se perdia. Não sabia se ganhava. Minha visão se perdeu, e eu só conseguia enxergar Julia! O cheiro do tesão que exalava do meu corpo era notório, assim como o pau que, a essa altura, já babava o líquido pré-ejaculatório, tamanho desejo que me consumia naquele momento.

“Game” vencido.

- Você quer que eu te dê ou você quer tirar? – indagou ela me mostrando a alcinha do biquíni branco que usava.

- E se dobrarmos a aposta? – questionei me aproximando dela – Porque ficarmos apenas em uma peça de roupa?

- Garooooto... Você é abusado! – retrucou Julia – Gostei! Então vamos fazer assim: quem levar o próximo, escolhe a prenda!

Não só aceitei, como “facilitei” a vitória dela naquele instante. O prazer era tanto que eu nem pensava mais – apenas me deixei levar por aquele sentimento que me consumia e que redirecionava todo fluxo sanguíneo para o meio das pernas.

- Posso escolher qualquer coisa, é? – Sussurrou ela enquanto se aproximava do meu ouvido após sua vitória, me deixando inteiro arrepiado – Quero sentir sua boca aqui embaixo! – afirmando com uma voz abafada de prazer e pernas trêmulas.

Nisso, abandonamos a quadra e fomos para o meio de umas arvores que tinha por perto. O beijo foi instantâneo. Sentir as mãos acariciando cada parte do corpo, tal como exploradores excitados, arrancava suspiros de ambas as partes. Seus mamilos enrijecidos tocavam o meu peito com a mesma intensidade e vigor que meu pau ia de encontro com sua cintura. As chupadas nos lábios, as mordiscadas nas orelhas... Aquilo parecia um sonho!

Dizendo com a voz ofegante de que eu tinha uma aposta pra pegar e pagar, Julia rasgou a parte de baixo do short, facilitando o acesso e me deixando com ainda mais tesão. Seu biquíni branco, já umedecido de tanto prazer que se multiplicava, escondia uma bucetinha levemente aberta, com os lábios um pouco caídos e volumosos – ainda mais pelo inchaço que o prazer lhe proporcionava. Era impossível não querer mamar ali. Abocanhei cada pedaço, tal como se chupa uma manga, sugando cada gota daquele mel que transbordava e me lambuzava. Em posição privilegiada, podia sentir sua mão grudando em meus cabelos e me guiando pelos pontos em que sentia mais prazer, enquanto suas pernas trêmulas denunciavam que o gozo estava próximo.

- Aí como eu amo isso! Que boquinha macia! Aí que saudade que eu tava!

Aquela mulher estava sedenta por um momento de prazer. Julia realmente sabia o que queria e onde queria. A forma como me conduzia era de alguém que realmente conhece os pontos de prazer do próprio corpo. As pernas tremulavam cada vez mais – até que pude sentir o interior de seus lábios “pegarem fogo” e se lambuzarem ainda mais.

- Tira, tira, tira!

Essa era a fala dela, enquanto puxava minha boca para beijá-la e soltava o cordão da minha bermuda – pondo meu falo inchado, com as veias saltadas, em liberdade. Ao mesmo tempo em que ela queria continuar sentindo o gosto do próprio prazer em sua boca, conduzia meu pau para sua buceta. O toque da cabeça com o clitóris também inchado arrancava gemidos de ambos – abafados pela respiração ofegante e por não querermos chamar a atenção. Atendendo ao pedido dela, segurei uma de suas pernas, para que pudéssemos aproveitar o rasgo do short – e assim foi, com meu pau entrando deslizando sobre aqueles lábios carnudos e molhados. Julia revirava os olhos, implorando para que eu não parasse com aquele vai e vem sútil, enquanto apertava um de seus peitos – que me deixaram vidrados. Vendo o meu olhar de desejo, puxou um deles pra fora e me pediu pra mamar.

Não tive escolha: apoiei as costas dela árvore, facilitando para que eu a pegasse no colo, de tal forma que meu pau voltasse a se encaixar naquela bunda divina e seu peitinho fosse de encontro a minha boca! Que delícia! Ao passo que apertava a minha cabeça contra seu peito, pedindo para que eu desse pequenas mordidas no biquinho, ela rebolava de forma intensa. Senti seu corpo estremecer de novo, no mesmo instante em que anunciava um novo gozo.

Aquilo me deixou maluco. Senti que era a minha hora. Percebendo que meu corpo iria estremecer, um pedido inusitado surgiu.

- Não tira não! Você vai gozar dentro de mim, seu cachorro! Me esporra vai!

Mal terminou sua fala, meu falo pulsava dentro do seu corpo! Um mar de porra consumia os espaços daquela buceta, que pulsava junto. Os gritos de prazer tentavam se manter abafados por um beijo que nos consumia na hora. Que gozada! De ambas as partes!

Sentindo que meu pau já havia derramado tudo o que podia, Julia se ajoelhou e limpou com maestria. Sua boca era macia e quente, e sua língua não deixava nenhum milímetro sem ser explorado. Ela sabia o que fazer para domar um homem com a boca.

Meu pau já estava demonstrando sinais de vida diante daquela boca que fazia um movimento de vai-e-vem em conjunto com a língua que girava em torno da cabeça, mas Julia recuou, dizendo que a aposta tinha sido paga, e que não queria “queimar todas as cartas” logo de cara – dando indícios de que aquela aventura não se resumiria a uma única tarde. Antes de voltarmos a quadra, ela me deu um último beijo e, mordendo a ponta da minha orelha, me entregou o biquíni todo melado.

- Olha o que você fez comigo, seu desgraçado! E, além do mais, aposta é aposta!

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