Olá!
Sou Bruno, um versátil de 35 anos, branco, baixinho (1,65m) e muito tarado por pica.
Dando continuidade ao conto anterior (“Treinando o Cuzinho para a Despedida do Amigo”), vou narrar a minha despedida de Breno, aquele nerdão de quase dois metros que me viciou no seu leite. Conforme narrei, estava confiante de que aguentaria as estocadas de Breno no meu cuzinho por causa do treinamento intensivo com Lucas.
A caminho do apartamento de Breno, fiz uma parada na farmácia. Na sacola, dois lubrificantes, camisinhas XL e uma pomada cicatrizante para depois. Uma mistura de tesão e uma saudade antecipada de Breno me invadia, mas confesso que uma ponta de medo também surgia. A expectativa da intensa dilatação anal me assombrava um pouco.
A casa de Breno ficava a uns dez minutos de caminhada, mas naquele dia, andei devagar e cheguei por volta das 14h25. A mente divagava, pensando sobre a vida e o que Breno havia despertado em mim. Em muitos aspectos, nossa relação pareceu "de verdade", não fosse minha dificuldade em me conectar emocionalmente, talvez obscurecida pelo meu desejo sexual intenso. Eu seria um tarado? Era algo a trabalhar em futuros relacionamentos, pois a juventude não é eterna e o parceiro ideal talvez nem exista no mundo real.
Naquele dia, a reflexão ficou para depois, a ação era o que me movia. Bastou tocar o interfone para que o desejo por putaria voltasse a me dominar. "Oi", "Abriu?", "Abriu!". Subi as escadas e a porta se abriu. Breno sorriu, um sorriso levemente consternado, como se algo o preocupasse, mas eu trataria de mudar isso em breve. Ele vestia um shorts azul de tecido leve e uma regata, revelando ombros musculosos. Larguei a mochila no chão e me joguei em seus braços. Breno não perdeu tempo e, ainda me abraçando, apertou minha bunda com as duas mãos, sua voz grave exclamou: "Hoje esse rabo é meu!".
O abraço evoluiu para um beijo, e logo senti algo pulsante se erguendo e pressionando contra meu corpo. Safado! Estava sem cueca. Minha mão instintivamente o alcançou por cima do tecido, batendo uma leve punheta. Com a outra mão, belisquei seus mamilos. Eu também já estava explodindo de tesão, e meu cu implorando por cacete.
Eu: — Preparou algum filme pra gente?
Breno: — Preparei, mas agora vou só ligar a TV enquanto a gente se curte um pouco.
Ligamos a TV em algum canal aleatório, e eu pulei no colo de Breno no sofá. Nossos lábios grudados enquanto eu rebolava em sua ereção firme. O tesão nos consumia. Breno puxava meus cabelos. Senti que ele almejava me dominar. "Tira a sua roupa!", ele ordenou.
"Deixa eu ver esse bundão!". Virei-me de costas. Espiei Breno se masturbando, com os olhos fixos no meu rabão empinado. "Agora vem aqui me mamar!", ele ordenou.
Cheirei aquele cacete, da base à ponta, bem devagar. Suguei toda aquela babinha que brotava da piroca. Não posso negar que criei uma verdadeira devoção pelo pauzão do Breno. Já estava com inveja do sortudo que ficaria no meu lugar, servindo aquele macho viril. Lambi as bolas e depois voltei a mamar, tudo sem pressa, pra ficar gravado na memória.
Enquanto isso, Breno mordia e beijava minha bunda. Depois passou o lubrificante no meu buraquinho, me dedando. Um, dois, três dedos, fazia movimentos circulares pra me dilatar.
O tesão estava insuportável e pedi pra sentar nele. Nem a ponta da piroca entrou, amigos! Era realmente monstruosa, um pouco menor do que minha mão fechada. Lubrifiquei ainda mais o meu rabinho, jogando lá no fundo. Lustrei a jeba do Breno e pedi pra ele meter de lado. Nessa hora, nem lembrei de camisinha!
Depois de muito vai-vem, Breno conseguiu botar a pica toda dentro de mim. Porém, tinha uma “dorzinha” horrível no anel. Estava adorando dar prazer ao Breno, mas a cada bombada, aquilo me dilacerava de dor. Não tive opção e pedi várias pausas a Breno para me lubrificar mais. Ele, muito atencioso, não se opunha e ficávamos beijando nesses intervalos. Fomos para o quarto, onde tinha mais espaço.
Teve uma hora que simplesmente deixei Breno me macetar, só sinalizava quando a dor era realmente insuportável. Lá pela quinta/sexta posição (foi assim: de ladinho> cavalgando> de frango assado [com metade da pica]> de bruços> cavalgando de novo), percebi que a dor estava sumindo e o anelzinho acostumado com o calibre do cacete grosso.
Ao perceber que parei de reclamar de dor, Breno mudou de personalidade e passou a meter em mim que nem um cavalo. Afundava a jeba sem dó mesmo, enchendo meu bundão de tapas. Estávamos revezando: ora eu quicava, ora ele macetava meu rabinho. Foi nessa hora que a expressão “cuceta” fez todo sentido pra mim. Não era um prazerzinho normal, quando se insere um dildo ou vibrador e a gente goza gostosinho com a próstata sendo estimulada. Meu cu tinha se tornado o órgão sexual principal, nem lembrava que tinha pau naquele momento, e a fome por rola era infinita.
Quanto mais a pica escorregava em mim, mais prazer sentia. Estava definitivamente cadelizado. Eu gemia sem pudor. Depois de mais quarenta minutos sentando, pedi a Breno pra parar um pouco, porque estava com câimbra nas pernas. Ele fingiu aceitar, mas aproveitou pra me pegar à força de quatro.
Esbocei reação, em vão. Ele mandou aguentar calado, apoiou aquelas mãos gigantes no meu bumbum e me encheu de pirocada.
Não reclamei, só gemi que nem uma puta barata:
— Ahhhhh, ahhhhh, ahhhhh, te amo, picudo; me arromba, desgraçado!
E Breno:
— putinha gostosa, você vai morrer de saudade de mim porque ninguém vai te arrombar gostoso assim. Continua rebolando que vou inundar seu rabinho de leite!
Ejaculei sem nem perceber, mas o prazer não diminuiu nem 1%.
Percebendo que eu tinha gozado, Breno começou a meter rápido, ofegante, tremendo e bem fundo e falava coisas desconexas:
— isso, amor! Toma rola, vou te engravidar, fala que ama ser minha putinha! Vou te deixar arrombado! Bundão guloso do caralho! Aaaah!
E assim, enterrando o mastro em mim, Breno gozou, despejando uma quantidade enorme de porra quente dentro do meu cuzinho.
Ficamos cinco minutos em silêncio, parados, com Breno dentro de mim, só fazendo aqueles espasmos finais de metelança.
Breno: — vamo pro banho?
Eu: — bora, tô destruído hahahaha.
Passamos o resto da tarde e a noite namorando. A gente se beijava toda hora. Parecíamos um casal de apaixonados. Se não fosse a minha mudança iminente, eu teria proposto a ele que namorássemos. Jantamos um macarrão apetitoso. Antes de dormir, mamei aquele cacete, olhando nos olhos do meu macho, pra mostrar o quanto eu estava dominado.
Eu: — sabia que seu pau é gostoso demais? viciei na primeira vez! Morria de medo de machucar meu cuzinho, mas agora quero te dar todo dia.
Tinha levado vara há poucas horas, mas meu cuzinho piscava de saudade. Infelizmente, ainda precisava de descanso e recuperação. Fizemos um 69 incrível. Breno tinha aprendido a mamar com muita delicadeza. Ele às vezes passava a língua no meu cuzinho e mordia meu bumbum, o que me deixava louco de tesão. Até que um gozou na garganta do outro. A gala estava deliciosa. Fomos dormir, com ele me encoxando, dando beijinhos na minha nuca. Ouvi um “te amo” bem baixinho. Respondi mentalmente “também te amo, meu macho perfeito".
No outro dia, acordei cedinho e corri pra fazer a chuca. Joguei uma quantidade generosa de lubrificante no rabinho, laceando as bordas do cuzinho com os dedos. Reparei que meu cu estava macio… deveria estar gostoso demais de meter. Sério! Adoro um cuzinho flexível. Fiquei com vontade de me comer hahahah
Voltei pra cama e tentei cochilar… não consegui! Involuntariamente, dei leves reboladas no pau do Breno que estava durão, provavelmente por causa da ereção matinal. Não resisti, abaixei o shorts do pijama dele e o meu, só pra sentir a pica me espetando. Breno acordou, e sem falar nada, só empurrou a pica pra dentro. Senti uma onda de prazer absurda, aquela mesma sensação de ter uma cuceta.
Breno: — Caralho… que cuzinho macio é esse?! Rebolando em mim logo de manhã? Assim eu me apaixono, meu amor!
Estava me sentindo uma fêmea naquele momento. Vocês imaginam: um macho de 2m de altura, ombros largos, com a pica gigantesca cravada em mim, sujeito baixinho, de apenas 1,65m. Eu não tinha controle sobre meu corpo, perdi completamente os sentidos, tentei sem sucesso diminuir o prazer pensando em coisas aleatórias, mas só conseguia gemer.
Breno: — cavalga em mim um pouquinho!
Mais que depressa, subi no Breno e ficamos nos beijando intensamente. Me sentia completamente preenchido e realizado enquanto passivo. Breno parecia um animal selvagem. Fazia tempo que queria me traçar gostoso. E eu deixaria ele fazer o que quisesse comigo. Percebendo minha submissão, ele me dava tapa na cara, mordia meu peito, apertava meus mamilos, me masturbava, beliscava minha bunda, cheirava a minha axila.
O brilho nos olhos de Breno revelava que o prazer era recíproco. Não queria que aquele momento acabasse, mas estava pra gozar em breve. Até que Breno me segurou e passou a me macetar com muita brutalidade. Com a rolona socando fundo daquele jeito, eu não tinha mais como evitar o clímax, era questão de pouco tempo. Ele começou a gemer e anunciou que estava para me inseminar:
Breno: — Aaaah… cadela… vou te encher de leite… rabo gostosoo…
Nosso prazer estava sincronizado e senti que ia gozar também. Essa gozada me marcou muito. Parecia que estava mijando porra. Um minuto depois, senti a rola engrossar e despejar gala quentinha dentro de mim.
Nessa época, eu era jovem, com 24/25 anos. Breno era mais novo ainda, um garotão, com 21 anos +/-. Por isso, apesar de ter me inundado de porra, continuou dentro, metendo num ritmo admirável.
Embora cansado de tanto galopar, jamais falaria para Breno parar, pois era nossa despedida. Ele me mandou ficar de quatro e ficou metendo bem devagar, explorando cada milímetro do meu cuzinho. Olhei pra trás e vi que ele estava filmando nossa foda com o celular.
Breno estava admirado como meu rabo engolia aquele mastro gigante sem nenhuma dificuldade. E com aquela quantidade absurda de porra recém injetada no meu buraco, nunca estive tão lubrificado. Breno parou de filmar e voltou a me foder com força. Não me incomodei com a filmagem porque o vídeo só pegou a rola e o meu bundão arrombadíssimo. Era só uma recordação do nosso último momento juntos.
A certa altura, deitei meu peito na cama e só empinei minha bunda, deixando o macho se acabar de meter nela.
Breno, ofegante, falou: — Tô no paraíso. Ninguém nunca me deixou meter tanto assim...
Eu, com a voz abafada pelo prazer, respondi: — Você é muito avantajado… mas eu amo isso! Não é todo passivo que consegue encarar, mas eu queria muito ter nosso momento!
Breno riu: — A maioria é tudo fresco. Só quer mamar.
Eu: — Estou amando cada pedaço desse seu pau em mim!
Breno: — Esse rabão foi feito pra mim!
Eu: — Então fode! Fode forte. Me mostra o quanto você vai sentir minha falta.
Breno se concentrou em me macetar com brutalidade, espancando minha bunda. Seu corpo, suado, movia-se com força e ritmo. Em um movimento rápido, ele me virou, puxando-me para um beijo cheio de desejo. Sua voz grave e sexy sussurrou em meu ouvido: “Vou te encher de gozo de novo”. Com a rola me arrombando e ele mordendo meu ouvido, não me segurei. Gozei forte, jorrei quente atingindo meu rosto. Breno lambeu meu pescoço, onde a porra havia escorrido, e voltou a me beijar, gemendo bem grosso: “Aai, aai, aai”, antes de ejacular forte dentro de mim.
Depois do banho, voltei pra casa e terminei de organizar minha mudança. Antes de partir, ainda fiz uma última visita a Breno. Nos despedimos com uma rapidinha, o sofá da sala, cavalgando naquele rolão. Voltei para casa feliz, com o rabo pingando porra.
Infelizmente, nunca mais vi Breno, mas ele ainda curte meus stories, um sinal discreto de que talvez ele sinta falta dos nossos momentos.