Tia ganha rola ao comemorar seus 50 anos

Um conto erótico de Lucca
Categoria: Heterossexual
Contém 1402 palavras
Data: 28/08/2025 17:23:32

A noite era de felicidade, afinal minha tia estava completando seus 50 anos. Ela é casada e inclusive já tem um filho maior de idade, isso não quer dizer que ela tenha um casamento feliz, pelo contrário. Nos últimos anos, ela acabou descobrindo uma traição no marido, no qual perdoou, mas quem é mais próximo sabe que no fundo ainda restou uma mágoa.

O marido dela adora festa e para agradá-la na comemoração dos seus 50 anos, preparou um churrasco com direito a 2 máquinas de chopp, muitas bebidas, tudo do bom e do melhor e claro, fez questão de chamar toda família praticamente.

Ao chegar na festa não a encontrei, ela estava terminando de arrumar seu cabelo, então fui até os fundos na área da churrasqueira e fiquei por lá com o seu marido e outros convidados que já haviam chegado.

Passado alguns minutos, minha tia surge, ela com sua pele branca, cabelo ondulado na altura dos ombros com luzes, praticamente loira, vestido de alça meio que de couro preto, meias finas e sapato de salto preto. Mentiria se dissesse que ela é sarada de academia e coisa do tipo, ela é fofinha, uma espécie de gordelicia, mas não muito gorda. Peitos na medida certa, uma barriguinha mais avantajada, normal para quem é mãe, dona de casa comum e que não faz academia, mas tem uma bela bunda, que bunda gostosa, bem redonda e relativamente grande, bem empinada. De imediato fui abraçá-la para desejar um feliz aniversário, ela estava perfumada, toda cheirosa e uma pele macia.

A festa começou por volta das 19h e foi se estendendo ao longo da noite, minha tia se divertia muito, curtindo cada momenta da festa dela. Por volta da 1h da manhã, a maior parte dos convidados já estavam indo embora, e eu já tinha me prontificado a ficar lá fazendo companhia para minha avó que tinha vindo do interior e fazia tempo que não a via. Minha avó falou que iria deitar, eu a acompanhei até o quarto que fica na área externa da casa e ela foi dormir. Voltei para festa, que de fato já estava no seu final, o marido da minha tia jogando baralho na área da churrasqueira com amigos dele do condomínio e minha tia lá do lado. Fui pegar mais um copo de chopp e tinha acabado. Nisso um dos amigos do meu tio disse:

- Rick (nome do meu tio), vamos continuar jogando lá em casa, lá em cerveja gelada!

Prontamente, ele inimigo do fim se animou e topou a ideia. Chamou minha tia, mas ela respondeu dizendo que estava cansada e que iria tomar um banho para dormir.

Ele me chamou também, mas eu disse que já iria embora e já iria chamar um Uber. Nesse momento minha tia entrou para casa e eu fiquei lá ajudando eles a recolherem as coisas para irem continuar a jogatina.

Terminado essa tarefa, eles foram e eu fiquei “sozinho”, nisso entrei na casa para me despedir da minha tia, até achei que ela já estivesse tomando banho, mas não ouvi o barulho do chuveiro e chamei por ela da sala.

- Tia?

Ela prontamente respondeu:

- Já vou.

Eis que ela surge saindo do seu quarto vestindo um roupão branco com listras finas lilás, daqueles do tipo bem felpudo e ainda calçava suas meias finas, mas descalça, sem seus sapatos e vem andando na direção do sofá que estava sentado.

A sala dela tem um tamanho ok, com um sofá grande, tem uma parede toda espelhada, aqueles carpetes bem macios, peludos.. enfim, um lugar agradável e aconchegante.

Confesso que nunca havia olhado com tanta maldade para ela, sempre achei a sua bunda gostosa, mas até então era isso, nada muito além. Talvez imaginar que ela poderia estar sem nada por baixo daquele roupão, lembrar que naquela noite ela estava diferente, desde o início da festa com o seu vestido justo marcando seu corpo extremamente sexy até aquele momento sozinhos na sala, me fez ter um olhar diferente.

Ela senta e pergunta se já vou embora, digo que já pretendia chamar um Uber, ela fala:

- Mas menino, ainda está cedo, fica mais um pouco, vamos tomar a saidera.

Respondo, que por mim ok, tranquilo.

Nesse momento ela levanta e passa na minha frente novamente, nesse momento eu sequei ela com gosto, literalmente da cabeça aos pés. Chegando na cozinha ela pega duas long necks e volta para sala.

Chegando na sala continuamos conversando normalmente, dando risada e de forma bem descontraída, falando de como foi a festa, dos convidados e coisas do tipo. Nesse momento ela levanta e fala:

- Nossa você viu a fulana dançando, ela dançava toda desengonçada.

Conforme ela ia falando, ela começou a imitar essa mulher e foi nesse momento que ela se desequilibrou um pouco e eu na ânsia de ajudar acabei tentando segurá-la pelo braço e ela meio que caiu no sofá quase que em cima de mim. O gesto que ela fez, a forma como ela caiu, acabou expondo boa parte de um dos seus seios, foi impossível não fixar o olhar e demonstrar desejo, na hora minha rola ficou extremamente dura e marcou a calça, ela prontamente tentou se recompor e fez uma cara de estar sem graça, imediatamente eu disse:

- Minha nossa tia, que cena maravilhosa, que delícia você.

Ela esboçou um sorriso e meio que sem graça agradeceu. Isso para mim soou como um sinal verde para avançar, depois disso não falei mais nada, só agi.

Fui pra cima dela no sofá tentando beijar sua boca, beijando seu pescoço. Ela por sua vez tentou esboçar uma reação tentando frear meu ímpeto, mas nessa hora já estava abrindo seu roupão e começando a mamar bem gostoso aquele peito, mamando feito criança e acariciando seu corpo ela apenas gemia baixinho e dizia:

- Que isso menino, que isso.

Minha rola já estava toda melada. Parei de chupar aqueles peitos, não tirei, apenas terminei de abrir seu roupão e constatei que ela usava uma calcinha muito fio dental, na parte da frente nem tanto, mas na parte de trás era literalmente só o fio, acho que para não marcar no vestido. Não me contive mais, nesse momento era como se fosse um animal.

No sofá mesmo, abri afastei as pernas dela, fui abrindo e baixando minhas calças, e no papai mamãe engatei naquela delícia. Que xana quente, carnuda, peluda e gostosa!

Ela me abraçava, trançou as pernas nas minhas costas, estava engatado até o talo. Eu metia e ela gemia baixo, tentava abafar o som na almofada que tinha ao lado. Foram dezenas de metidas intensas e frenética, quando senti o corpo dela tremer com espasmos, gozando gostoso, mordendo a almofada e gemendo.

Diminuo o ritmo até para um pouco para ela respirar. Me levanto e vou tirando minha rola de dentro dela, toda lambuzada, cheia de gozo branco, falei para ela:

- Não acabei com você ainda.

Pego ela pelo braço e arrasto ela para o chão, viro ela de bruços naquele carpete macio e peludo, levando o roupão dela até o meio das costas, afasto um pouco a calcinha e com o próprio mel dela, lubrifico seu cuzinho. Sim, eu queria esse prêmio.

Ela não fez força para reagir, eu pincelei e comecei a forçar para comer. Depois que entrou, eu comecei bombando devagar e fui aumentando a intensidade aos poucos. Ela apertava o tapete e com a cara afundada nele gemia. Eu por vez, metia forte e apertava bastante seu rabo. Foram boas metidas, depois de sentir que o cu dela tinha sido alargado, virei de frente, levantei as pernas dela no meu ombro e voltei a foder sua buceta. Que metida gostosa, os pezinhos dela nos meus ombros, eu metia e beijava-os, até que não aguentei mais e enchi aquela bucetinha de leite. Gozei gostoso, na última estocada, eu meti bem fundo e parei despejando tudo nela, em sincronia, segura firme um dos seus pés no meu rosto, cheirando e beijando aquele pezinho com um leve aroma de chulé, mas que confesso que estava delicioso.

No momento que tirei a rola de dentro dela, começou a escorrer tudo, cena linda. Ela pegou o roupão e colocou entre as pernas para conter a porra, se levantou e foi em direção do quarto sem falar nada. Entrou, fechou a porta e escutei o barulho do chuveiro ligando. Eu terminei de me recompor, chamei um Uber e fui embora.

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