Depois de todo o esforço para agradar meu rei, no banho, eu só pensava em como havia valido a pena cada segundo. Raul era carinhoso comigo quando não estávamos em momentos íntimos, me abraçando e me enchendo de beijos. Era a melhor sensação do mundo ter aquele homem grande e peludo agarrado a mim, e eu me sentia nas nuvens só de estar na presença dele. Quando nos deitamos, nus, Raul começou a correr os dedos sobre meu corpo, começando nas costas e descendo até chegar a minha bunda. Seus dedos encontraram resistência ali, embora ele tentasse me penetrar com eles.
- Você é virgem? - Perguntou Raul
- Não senhor! - Respondi
- Você é tão apertado que achei que fosse
- Eu só tive um namoradinho na adolescência, e só transei com ele. Depois tive alguns casos, mas não passaram de sexo oral.
- Só um? - Retrucou Raul, os olhos fixos nos meus, sorrindo, abobado. - E como era ele? O pau dele era parecido com o meu?
- Não senhor. - Respondi - De tamanho era um pouco menor, agora, em grossura, era metade do seu.
- Então, pra minha fôrma, você é virgem. - Disse Raul, agora com um sorriso mais aberto, como se triunfasse. - Eu não posso acreditar! Além de tudo, você ainda se guardou pra mim! Eu vou poder te treinar como eu quiser, e seu cu vai ter apenas o formato do meu pau! Feito sob medida, só pra mim!
A forma como Raul falava, o orgulho quase arrogante, a forma que me tratava, que fazia eu tratá-lo estavam me deixando louco e completamente submisso. Eu só queria servi-lo o tempo todo, me colocar aos seus pés e realizar todos os caprichos daquele homem. Raul me puxou pra perto dele e, como se naturalmente eu me encaixasse ali, me aninhei em seu peitoral peludo e quente e acabei dormindo. Na manhã seguinte, quando acordei, estava sozinho na cama. Por um momento eu cheguei a cogitar que tudo não passou de um sonho espetacular, mas que agora tinha se esvaído. Resolvi levantar e estava chegando na cozinha, quando ouvi a voz rouca e grossa de Raul dizendo
- Não, Luan, eu não vou poder amanhã. No fim de semana também já tenho compromisso. Mas vamos conversando, se aparecer alguma oportunidade a gente se fala - Dizia Raul a alguém pelo telefone
Eu não sabia quem era Luan, nem que Raul tinha planos pro fim de semana, mas confesso que uma pontada de ciúme me perfurou o peito. Parecia inacreditável: eu estava com ciúme de um homem que eu havia conhecido pessoalmente um dia antes. Mas foi tudo tão intenso e tão rápido, que parecia que eu já estava em sua companhia há meses. Eu não podia demonstrar esse sentimento, então fui pra cozinha e tentei agir da forma mais natural possível. Quando me viu, Raul, que mais parecia uma pintura de tão perfeito, ainda sem roupas, com aquele corpo impecável descoberto, abriu um sorriso, e eu senti o ciúme dar lugar a uma felicidade inexplicável.
- Bom dia, dorminhoco! Achei que não acordaria mais hoje! - Disse Raul
- Estava com medo de acordar e ver que tudo foi só um sonho. - brinquei.
- E o sonho foi bom? - Retrucou, como se me desafiasse.
- Foi maravilhoso. - Respondi - mas foi bem curto! Ainda não são nem 7:30.
- Pois é, teu homem acorda cedo! Espero que você não se zangue, mas mexi nas suas coisas e fiz café.
- Tudo bem, - Respondi - vou tomar um pouco, o senhor aceita?
- Isso mesmo, gostei de ver que você não se esqueceu como me tratar com respeito. Aceito, sim.
Servi uma xícara e a entreguei em suas mãos. Inconscientemente, me curvei um pouco, como uma pequena reverência. Esse pequeno gesto deixou Raul muito orgulhoso, seu pau dando sinais de vida, o que me deixava com dez vezes mais orgulho de mim mesmo. Ele correu as costas dos dedos sobre minha bochecha e disse
- São esses pequenos detalhes que te fazem diferente. Eu nunca tive ninguém tão focado em mim, o tempo todo me mostrando o que eu mereço! Você nunca mais vai conseguir se livrar de mim, Pedro.
- Obrigado, senhor! Espero corresponder a suas expectativas. - Foi o que eu consegui responder, com a voz embargada.
Raul sorriu pra mim, levou a xícara até a boca e tomou um pouco. Pediu que eu preparasse algo para comer, o que fiz prontamente. Como tinha o visto comendo na noite anterior, deduzi que agora não seria diferente. Preparei, então, meia dúzia de sanduíches, além de algumas frutas, e levei tudo a mesa, colocando a sua frente, que esperava com os olhos fixos em mim.
- Você pode corta-los ao meio para mim? - Pediu Raul.
Eu achei estranho, mas não vi nenhum problema, então levei-os de volta até a bancada e, com uma faca, os parti ao meio. Levei de volta o prato, e percebi que sua xícara já estava vazia, então o servi de mais café. Os olhos de Raul não se desgrudavam de mim e era evidente, mesmo que por baixo da mesa, ele estava excitado. Ele comeu, e mexia no celular vez ou outra. Me pedia coisas aleatórias, como que buscasse seu relógio ou conferisse onde estava a chave de sua moto. Quando ele me pediu que pegasse para ele sua calça no quarto, ficou muito feliz quando a entreguei dobrada, coisa que eu havia feito sem nem pensar. Ele deu o mesmo sorriso quando perguntei se ele já havia terminado e se eu poderia tirar a louça para lavar.
- Porra, mesmo estando de folga, o serviço está me matando. Não param de me mandar mensagem. - Disse ele, em determinado momento. Instintivamente, eu, que estava na pia, caminhei até ele secando as mãos em um pano de prato, parando atrás dele e começando a massagear seus ombros.
- O senhor está mesmo tenso. - Disse, enquanto pressionava com um pouco mais de força sua pele. - Precisa relaxar um pouco.
- Sabe, Pedrinho, - Disse Raul, relaxando o corpo, visivelmente gostando da massagem. - eu estive a manhã toda testando sua submissão às minhas vontades. Mas você superou todas as minhas expectativas! Você não foi apenas dócil ao meu domínio, você foi além. Fez tudo que eu pedi de forma impecável, organizou toda a bagunça que teu homem fez e ainda está fazendo nele uma massagem, isso tudo sem ele precisar dizer nada.
- Obrigado, senhor. - Respondi, radiante. - É uma honra servir a um rei como o senhor, e eu quero sempre dar o meu melhor por esse privilégio!
- Eu tenho certeza que vai, mesmo! Agora venha aqui, quero lhe ensinar uma coisa.
Raul se levantou e foi andando até a sala. Se sentou no mesmo lugar que assistiu ao jogo no dia anterior. A almofada ainda estava no chão. Ele gesticulou e eu me ajoelhei aos seus pés, recebendo um carinho no topo da cabeça.
- Muito bem! Você tem que aprender, antes de tudo, a reconhecer o cheiro do teu macho. Esse processo não vai acontecer de forma rápida, então vamos começar agora. Chegue aqui, sinta o cheiro dos pelos do meu peito, vá descendo sentindo o cheiro, mas pare no meu umbigo.
Fiz como ele mandou. Ajoelhado, me apoiei em suas cochas grossas e peludas, e comecei a farejar toda a extensão do seu peito e barriga, como um cão.
- Você gosta do cheiro do seu macho? - Perguntou.
- Sim senhor! - Respondi prontamente.
- Você está sentindo agora onde o cheiro é mais suave. Pra fixar melhor seu aprendizado, você vai passar pra onde o cheiro é mais marcante. Veja só - Ele disse isso colocando um braço para trás, apoiando a mão na cabeça, relaxado no sofá, enquanto com a outra mão, guiava minha cabeça até sua axila.
Ele só parou de forçar minha cabeça rumo a sua pele quando sentiu meu rosto toca-lo. Naquele momento, eu entendi o que ele queria me ensinar. Seu cheiro ali era mais marcante, divino, os pelos como ornamento, deixando tudo ainda mais sexy. Dei uma respirada profunda, queria absorver todo aquele perfume.
- Viu como é diferente? - Disse Raul, me despertando do meu transe.
- Sim senhor, senhor! É maravilhoso! Muito obrigado por me ensinar, meu rei!
- Isso mesmo, meu viadinho! Mostre como você está grato pelos ensinamentos do teu mestre. Continue me idolatrando dessa maneira manhosa e submissa que você vai me deixar ainda mais caidinho por você, putinho! Agora chegue perto do meu pau e sinta o cheiro dessa região. De todas, essa tem que ser a que você melhor conhece, sabe pq?
- Pq tudo que me importa é reconhecer seu pau e seu saco como o centro de todo o universo, senhor! - Respondi, já louco de tesão.
- Puta que pariu, viadinho, você é perfeito! É exatamente por isso! Agora cheire esse pauzão duro. Isso! - dizia ele, guiando minha cabeça pelos cabelos onde ele queria que eu sentisse o cheiro.
Quando ele forçou minha cabeça até suas bolas, percebi que ele demorou um pouco mais. Seu telefone tocou, ele atendeu, ficou meio bravo, disse que em 5 minutos entraria na reunião mas que tinha, no máximo, 15 minutos e desligou. Lembrei-me de que ele sentia bastante tesão ali, beijei seu saco e o agradeci novamente por me ensinar uma lição tão essencial. Recebi, como recompensa, seu olhar admirado, um carinho no rosto e a certeza de que estava satisfazendo meu macho. Ele se levantou e foi até o quarto. Voltou vestido da cintura pra cima, sua rola ainda dura, segurando sua cueca em uma das mãos, e me disse:
- Viadinho, é o seguinte. Você está quase pronto pra segunda coisa que vou lhe ensinar, mas agora preciso entrar em uma reunião importante. Eu até poderia deixar você sentir mais meu cheiro direto da fonte, mas não posso me distrair nessa reunião. Tome, - Disse ele, me entregando a cueca. - fique aqui sentindo meu cheiro enquanto eu vou atender a chamada. Você está proibido de sair do meu campo de visão, e eu espero não pegar você com essa cueca longe do seu nariz. É pra absorver todo o cheiro, pra podermos passar pra segunda aula, depois da reunião, entendido?
- Sim senhor, meu rei! Obrigado!- Respondi, com a cueca já no meu nariz. Eu jamais ousaria desobedecê-ló e já estava ansioso pela segunda coisa que meu macho me ensinaria.