Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 6 - Noite de Balada e Revelações

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Grupal
Contém 2831 palavras
Data: 28/08/2025 00:38:42
Assuntos: Grupal

Sexta-feira à noite chegou e eu estava em casa, ainda meio cansado da correria do dia. Paula estava no quarto dela, ouvindo música, enquanto eu pensava em ficar de boa. Foi então que Allan e Diego mandaram mensagem:

— Bora sair hoje? — Allan escreveu. — Balada nova abriu no centro, dizem que tá top.

Fiquei olhando a tela, meio na dúvida. Não era só a questão de ir… era grana curta, cansaço da semana, e eu nem era muito de sair assim.

Minha mãe apareceu na porta, segurando uma caneca de chá. O pijama dela… bom, era daqueles bem leves, curtos e surrados de tecido fininho, os shorts reaçavam sua bunda parecendo que iria engolir aquele tecido levea a qualquer momento. Na parte de cima era uma camisa de mangas velhas quase transparente, dava para ver o contorno de todo seu peito sem sutiã a medida que ela caminhava despreocupadamente.

— Que cara é essa? — ela perguntou, se encostando no batente, com um sorriso curioso.

— Allan tá chamando pra uma balada… mas tô pensando se vale a pena.

Ela deu um sorriso largo, quase surpreso:

— Você? — riu. — Nossa, fazia tempo que você não saía, hein?

— Pois é… mas Allan disse que passa aqui e a gente vai junto.

Paula entrou mais um passo, mexendo na caneca. Havia um brilho diferente no olhar:

— Vai sim. Acho que vai ser bom pra você. — disse ela, apoiando a mão no batente. — Um pouco de diversão não mata ninguém.

— Tá parecendo até que você quer se livrar de mim — brinquei, meio sem jeito.

Ela riu de canto, balançando a cabeça:

— Não é isso… é que você nunca faz nada assim. Quero ver como você fica quando resolve sair.

O jeito que ela falou… parecia empolgada, mas tinha algo que ela não dizia.

— Beleza — falei, pegando o celular. — Então eu vou.

— Isso! — disse ela, quase comemorando. — Faz tempo que tô falando que você precisa aproveitar mais a vida.

Quando ela saiu do quarto, fiquei pensando se era só empolgação mesmo… ou se tinha outra coisa por trás.

O interfone tocou quase nove da noite. Allan e Diego já estavam lá embaixo, no carro. Desci pra abrir o portão, e logo vi o sedan preto deles estacionado.

— Bora, meu parceiro! — Allan gritou, sempre animado, me cumprimentando com aquele aperto de mão forte, quase virando abraço.

Subimos juntos, e assim que entramos no apartamento, os dois já olharam tudo com aquele ar curioso. O lugar era pequeno — sala apertada, cozinha americana, dois quartos, banheiro minúsculo — bem diferente do padrão que eles estavam acostumados, mas Allan só comentou:

— Caraca, é bem compacto aqui, né? — disse Allan, dando uma volta pela sala. Ele não falou por mal, mas o jeito dele sempre parecia meio metido sem querer.

Minha mãe apareceu na sala pra cumprimentá-los, e eu vi Allan e Diego trocando um olhar rápido, como se pensassem a mesma coisa sem falar nada. O pijama leve dela não ajudava muito na cena.. Ele foi até ela, com os braços abertos:

— Olha só quem tá aqui! — disse ele, abraçando minha mãe devagar, quase envolvendo ela inteira, as mãos em suas cinturas num gesto longo, carinhoso. — Boa de ver você, Paula. Sempre trazendo essa energia boa.

Ela riu, batendo de leve no ombro dele:

— Você e esse jeito animado, Allan… nunca muda, né?

— Pra quê mudar? — ele respondeu, ainda sorrindo, antes de finalmente soltá-la. — Bom demais ver você.

Diego veio logo atrás, mais discreto, mas também cumprimentou ela com um abraço rápido, aquele meio sorriso que era típico dele.

Allan se jogou no sofá assim que terminou de abraçar a minha mãe, o sorriso confiante de sempre estampado no rosto. Ele tinha aquele jeito naturalmente chamativo: loiro, cabelo bem cortado, pele bronzeada de quem não parava em casa, e um porte atlético que chamava atenção em qualquer lugar. A camisa social, mesmo simples, realçava os ombros largos e os braços fortes.

Percebi que ele ajeitou a barra da camisa quando sentou, quase como se estivesse desconfortável, mas tentando disfarçar uma ereção foi um gesto rápido, meio escondido, que só quem está observando demais percebe. Eu, claro, percebi.

— Professora Paula, vamos com a gente hoje! — disse ele, com aquele tom animado, como se fosse impossível dizer não pra ele. — Vai ser a melhor balada da semana, e você ia roubar a cena.

Minha mãe riu, balançando a cabeça:

— Nem pensar, Allan. Balada não é comigo.

— Ah, para… você ia brilhar lá. — Ele insistiu, sorrindo e dando um tapinha leve no ombro dela, o olhar direto, intenso.

Diego, mais quieto, apenas completou:

— Ele não tá mentindo, não. Você ia chamar atenção fácil.

Fiquei ali, encostado na parede, vendo a cena. O Allan, bonito, seguro de si, jogando todo o charme. Ela, sorrindo daquele jeito que parecia inocente, mas não tanto assim. E eu, parado, sentindo aquela mistura estranha de incômodo e uma excitação que eu tentava ignorar.

Paula ergueu as mãos, rindo de novo:

— Não adianta, gente. Eu não vou. Vocês se divirtam.

Allan fez um drama, a mão no peito:

— Então a festa já perdeu a graça.

Allan se levantou num pulo, passando a mão pelo cabelo loiro bem arrumado, a camisa social caindo perfeita nos ombros largos. Ele sorriu de novo — aquele sorriso confiante que parecia fazer parte da personalidade dele — e foi direto até a Paula.

— Antes de ir, preciso de mais um abraço pra dar sorte na noite, — disse, abrindo os braços.

Minha mãe riu, surpresa:

— Mas você já me abraçou, Allan.

— Esse é pra garantir que eu volte inteiro. — Ele deu aquele sorrisinho de canto, meio galanteador.

E abraçou. Um abraço firme, mais demorado que o primeiro, a mão dele nas costas dela foi descendo de pouco a pouco, até chegar no no inicío da anca daquela bunda chamativa dela, em um gesto que parecia natural mas carregado de maldades. Ela não reclamou.

Eu fiquei parado, observando, sem falar nada. Por dentro, a mesma mistura: um incômodo, quase um ciúme, e ao mesmo tempo uma sensação estranha, como se aquela cena não saísse da minha cabeça tão cedo.

Allan se afastou por fim, piscando pra ela:

— Agora sim, tô pronto pra noite.

Diego riu, já indo em direção à porta:

— Bora, antes que a balada feche.

Quando já estávamos quase saindo, Allan disse que precisava usar o banheiro social. Foi rápido, mas ao voltar parecia diferente. Mas o que chamou minha atenção foi o movimento discreto dele ajeitando algo no bolso de trás da calça, rápido, como quem não queria chamar atenção. Não dava pra ver o que era, e ele só disse:

— Pronto, agora sim podemos ir.

No carro, ele assumiu o volante. Diego foi no banco da frente, e eu fiquei atrás. Por alguns minutos, o som do motor e a música baixa no rádio foram as únicas coisas preenchendo o ar.

De repente, Allan quebrou o silêncio, o tom leve mas com aquela ponta de provocação:

— Mano… posso falar? A sua mãe… ela tem um jeito diferente, né?

Olhei pra ele pelo retrovisor. Allan continuou, um sorriso de canto surgindo enquanto ele virava na avenida:

— Ela não liga quando eu brinco, abraço… parece até que gosta.

Diego soltou uma risadinha, mas ficou quieto. Allan olhou pra mim de novo pelo retrovisor, dessa vez mais sério:

— E você… não tem ciúmes não? — O tom dele veio mais direto, quase rude. — Porque, vou te falar… ela não me corta. Nunca.

As palavras ficaram ecoando na minha cabeça. Eu sabia que ele estava cutucando, querendo ver minha reação, e parte de mim realmente não sabia o que pensar sobre tudo aquilo.

Finalmente chegamos na balada estava lotada, luzes piscando, o som pesado batendo no peito. Assim que entramos, Allan já se soltou — parecia conhecer metade das meninas dali. Ele cumprimentava uma, dançava com outra, jogava aquele sorriso confiante que ele sempre tinha. O cara era loiro, atlético, bem arrumado… e sabia disso.

Diego e eu pegamos umas bebidas e ficamos perto do balcão, conversando enquanto observávamos Allan em ação.

— Esse aí não perde tempo, né? — Diego comentou, balançando a cabeça e rindo. — Olha só… já tá em três ao mesmo tempo.

Realmente, Allan estava no centro da pista, dançando com uma morena de vestido vermelho enquanto outra menina segurava o braço dele, rindo de algo que ele disse. De vez em quando, ele olhava pra gente e levantava o copo, como se fosse um troféu.

— O Allan é impossível… — falei, dando um gole na minha bebida. — Parece que tá sempre competindo com alguém.

Diego riu.

Eu só observei, com aquela sensação estranha na cabeça, pensando no que ele tinha falado sobre a minha mãe, e agora vendo ele ali, agindo como se a noite fosse um jogo pra ganhar.

Quase quarenta minutos depois, Allan voltou para onde estávamos. Estava com o cabelo loiro meio bagunçado, a camisa social um pouco aberta e aquele sorriso de quem sabia que estava chamando atenção.

— Rapaz… que festa! — disse, pegando o copo de Diego como se fosse dele e virando um gole. — Vocês tão aí parados? Tá cheio de mina bonita lá dentro.

Diego riu, tentando acompanhar a empolgação:

— E aí, já pegou quantas?

Allan deu aquele sorriso convencido, ajeitando a camisa e falando como se fosse o rei da noite:

— Ah, tô só esquentando… — e olhou pra pista de dança, onde algumas meninas ainda lançavam olhares pra ele.

Eu fiquei quieto, só olhando pro gelo derretendo no meu copo. A música alta já começava a me irritar, e eu me perguntava por que tinha aceitado sair. Tudo parecia exagerado, forçado… eu só queria ir embora.

Allan percebeu meu silêncio, mas não disse nada. Só deu um tapinha no meu ombro e disse:

— Relaxa, cara. A noite ainda tá começando.

Supreendentemente quando deu 00:30h , Allan veio até nós, cabaleando afirmando que estava ficando muito mal e precisava ir embora.

Ele estava muito bêbado, mas insistiu que estava bem pra dirigir. Eu sentei no banco de carona bem do seu lado , enquanto o Diego se sentou atrás. O jeito dele no volante, acelerando mais do que devia e rindo sozinho, não inspirava muita confiança. Diego e eu estávamos sóbrios — e, pra ser sincero, eu já estava arrependido de ter saído de casa.

O som do carro estava alto, algum funk batendo nas caixas, enquanto Allan ria e falava sem parar.

— Vocês viram a festa, né? — disse ele, acelerando numa avenida quase vazia. — Mas vou falar… não adianta, nenhuma daquelas minas chega aos pés da sua mãe

Senti o estômago dar um aperto. Ele percebeu e continuou, rindo como se fosse de propósito:

— Ah, cara, não vem dizer que não sabe… Professora Paula é linda. E aquele jeito dela? Toda quietinha… mas no fundo, cê sabe que gosta quando eu chego junto.

Diego, sentado no banco de trás, só observava a cena em silêncio, talvez esperando pra ver até onde Allan iria.

— Cê não sente nada não, mano? — Allan me cutucou no braço, tirando uma das mãos do volante, o carro dando uma leve balançada na pista. — Se eu morasse com ela, ia ser difícil, viu…

Eu não respondi. Fiquei só olhando pela janela, tentando disfarçar a mistura de raiva, ciúmes e, de algum jeito estranho, uma pontada de curiosidade que eu não queria admitir.

Allan riu de novo, satisfeito por ter me deixado sem palavras, e voltou a acelerar como se não houvesse amanhã.

O vento entrava pelas frestas do carro, misturando o cheiro de álcool com o perfume que envolvia aquele carro.

— Quer ver uma coisa? — disse Allan, com um sorriso malandro.

Ele tirou, devagar, uma calcinha do bolso de trás. Amassada, mas claramente entregue de propósito. Ele ergueu a peça para a luz do painel, como se fosse um troféu. A calcinha era uma preta , normal de algodão, mas porém no lugar que ficava a buceta pude notar um leve humidade.

— Adivinha de quem é — provocou, levando a peça ao nariz e cheirando com exagero, fechando os olhos.

Diego soltou uma risadinha, balançando a cabeça, meio sem acreditar na ousadia. Eu fiquei quieto, um misto de surpresa, ciúmes e uma estranha excitação rodando na cabeça.

— Cê tá muito calado aí do lado, parceiro — Allan disse, me olhando de canto com aquele sorriso maléfico. Vai dizer que não tá morrendo de curiosidade?

Ele guardou a peça de novo no bolso, acelerando mais uma vez, satisfeito por ter deixado o clima pesado no carro.

O resto do caminho foi quase em silêncio, só o som do motor e da música baixa tocando funk. Eu fiquei olhando a cidade passando rápido pela janela, o coração acelerado, como se cada palavra dele ficasse martelando na minha cabeça.

Quando chegamos no meu prédio, Allan parou o carro bruscamente, ainda rindo sozinho.

— Valeu a noite, hein? — disse, enquanto Diego já saía do carro. — E pensa no que eu falei, parceiro.

Ele piscou de novo, um sorriso carregado de segundas intenções, antes de arrancar com o carro e sumir na rua.

Subi as escadas devagar, com a mente a mil. A cena no carro voltava em flashes: Allan rindo, debochado, puxando aquela calcinha do bolso de trás como quem exibe um troféu, balançando no ar para eu e o diego vermos. E depois… o jeito que ele levou até o rosto, fechando os olhos e inspirando fundo, como se quisesse gravar o cheiro na memória.

Aquilo tinha me deixado sem reação na hora. Eu não sabia se ria, se brigava, ou se apenas fingia que nada tinha acontecido. Mas agora, sozinho no corredor, só conseguia pensar no detalhe mais perturbador: a peça parecia úmida. Essa lembrança grudou na minha mente como um filme repetido, impossível de pausar.

Quando abri a porta de casa, tudo estava silencioso. Paula não estava. O quarto dela, vazio; a luz do banheiro, apagada. Só o cheiro leve do perfume dela ainda pairava pelo ar, como uma provocação.

Joguei as chaves na mesinha da sala e fiquei ali sentando no sofá.

Eram quase três da manhã quando ouvi a chave girar na porta. Eu ainda estava no sofá, mexendo no celular com a TV ligada no mudo, A porta abriu devagar minha mãe entrou.

Ela parou assim que me viu. Os olhos se arregalaram, surpresa.

— Você ainda tá acordado? — perguntou, ajeitando a bolsa no ombro.

O cabelo estava bagunçado, a maquiagem um pouco borrada. Havia um cheiro de vinho e… um cheiro esquesito de mato com tabaco, como se ela estivesse fumado alguma coisa.

— Ué… — foi só o que consegui dizer, tentando não parecer que estava julgando.

Minha mãe deu um risinho sem graça, tirou os sapatos e largou na porta e sem dizer nada foi direto para o banheiro. Eu ouvi a água do chuveiro ligar, um som constante que enchia o apartamento silencioso. Fiquei ali, sentado no sofá, a mente girando com perguntas que eu não ia fazer.

Depois de um tempo, ela saiu já com a toalha enrolada, o cabelo pingando. Passou por mim sem falar nada, o cheiro de sabonete misturado ao vinho e tabaco ainda no ar, e foi para o quarto. Pouco depois, a luz se apagou.

Cinco minutos depois quando fui espiar, vi que ela já estava deitada com a buceta aberta igual ao outro dia, rocando parecendo que já estava em sono profundo. Desta vez sua buceta que era carnuda estava lisinha, sem nenhum pelo igual no outro dia que eu a vi se tocando.

Aquela cena fez meu coração gelar de novo . Meu pau ficou duro instantaneamente, e de novo como impeto de lembrar daquela cena peguei meu celular e tirei duas fotos, desta vez , como ela parece estar em sono profundo , rocando , eu tirei uma com flash que dava para ver sua buceta por inteiro, naquela posição deu para registrar sua buceta todinha em leves tons de rosa e um grelo ligeramente saliente.

Ainda meio atordoado, fui até o banheiro. No cesto de roupas, algo chamou minha atenção: uma peça íntima que nunca tinha visto antes. Renda vermelha, delicada, diferente do que ela usava no dia a dia. Parecia ter sido deixada ali há pouco tempo.

Peguei a peça nas mãos, e naquele instante um turbilhão de sensações tomou conta de mim , curiosidade, ciúmes, uma inquietação estranha que não dava para explicar. Havia algo naquela descoberta que deixava tudo ainda mais confuso, como se revelasse uma parte da minha mãe que eu não conhecia ou recusava a aceitar.

A calcinha tinha um cheiro muito forte característico de buceta que acabou de gozar. Aquele cheiro impreguinou meu nariz que me dava um misto de tesão e curiosidade, pude notar que a calcinha estava inteiramente molhada, diferentemente a que Allan roubou , essa estava com seu cheiro de excitação.

Não me controlei comecei a colocar na boca enquanto eu me masturbava, dava para sentir um gostinho levemente salgado daquele líquido, momento em que gozei no chão do banheiro com a calcinha da minha mãe atolado no meu nariz. Limpei a bagunça que fiz e no misto de culpa e ciúme para saber com quem ela usou aquela peça, fui dormir.

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Comentários

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Cara sua narração e horrível! O personagem central e completamente mudo alheio a tudo, a mãe professora abraçando os Alunos de forma íntima dentro de da escola sem medo de levar qualquer advertência.

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