O Encontro Inicial e os Primeiros Olhares Proibidos
Meu nome é Willian, e isso tudo começou há cinco anos, quando eu tinha 35 anos. Eu era um cara comum, moreno de cabelo liso sempre bem aparado, barba baixa por fazer que me dava um ar de mistério, corpo magro mas definido por sessões leves de musculação que eu fazia mais por vaidade do que por necessidade. Trabalhando em administração, formado pela FGV, levava uma vida organizada, sem grandes surpresas. Até que conheci Adriana, 32 anos, na igreja evangélica do bairro. Ela era uma crente moderninha, com roupas conservadoras que cobriam tudo, mas que de alguma forma ainda destacavam suas curvas suaves – aqueles seios cheios que se insinuavam sob as blusas fechadas, os quadris que balançavam levemente ao andar, como se o corpo dela lutasse contra a modéstia imposta.
Eu não era religioso, mas comecei a frequentar os cultos por causa dela. Adriana me atraiu primeiro pelo físico, confesso: aqueles olhos castanhos cheios de pureza, o sorriso tímido que prometia mais do que entregava. Ela insistiu tanto, com a ajuda das amigas da igreja, que eu cedi. "Vem conhecer o amor de Deus", dizia, e eu ia, sentava ao lado dela e sentia o calor do seu corpo próximo durante as orações. Beijos castos no estacionamento depois do culto, mãos dadas que mal se entrelaçavam. Adriana não era mais virgem – havia se perdido na juventude, antes do batismo –, mas jurou a si mesma e a Deus que só se entregaria novamente após o casamento. Eu acreditava que a amava, que aguentaria a espera. Mas o desejo é sutil no início: um olhar prolongado para o decote dela durante um jantar em família, uma ereção involuntária quando ela se inclinava para pegar algo, e eu me sentia culpado, orando em silêncio para que aquilo passasse.
A família dela era unida, numa casa simples mas acolhedora, com paredes cheias de quadros bíblicos e o cheiro constante de comida caseira. O pai, Marcos, 58 anos, era um alcoólatra aposentado por invalidez, o que lhe permitia passar os dias no bar do bairro, jogando truco e bilhar, voltando para casa cheirando a cachaça e cigarro, caindo no sofá e roncando alto. Tudo acontecia ao redor dele, mas o álcool o deixava alheio, como se o mundo fosse um borrão distante.
Nas primeiras visitas, notei as irmãs. Andressa, a caçula de 19 anos, era uma garota puramente inocente, sempre tentando imitar as mais velhas, especialmente nos namorados. Ela desfilava pela casa com roupinhas de dormir leves, aquelas camisolas finas que ficavam quase transparentes sob a luz da sala, revelando silhuetas que ela nem percebia serem tentadoras. Seu corpo era o mais fresco: pernas longas, bunda redonda que balançava com um jeitinho sapeca, seios pequenos mas empinados que se marcavam no tecido. Ela não via malícia nos olhares; sentava-se ao meu lado no sofá durante os filmes, mantendo uma distância respeitosa, e fazia perguntas genuinamente curiosas como "Willian, o que faz um homem se sentir vivo de verdade?", achando que era sobre fé, mas eu ouvia duplo sentido, meu pau endurecendo discretamente enquanto interpretava as palavras dela como convites velados.
Angélica, a do meio, 26 anos, era a mais focada, sempre com livros de administração na mão, sonhando com o MBA na FGV. Cabelos cacheados, óculos que a faziam parecer intelectual, corpo atlético de quem corria de manhã. Ela me pedia dicas casuais sobre a profissão, já que eu trabalhava na área. "Você é formado lá, né? Me conta como é", dizia, e eu respondia, notando como seus olhos se demoravam nos meus, como ela mordia o lábio ao se concentrar.
E Irene, a mãe de 53 anos, era o exemplo de matriarca: cozinhava, limpava, ia à igreja todos os dias. Corpo ainda firme, com seios pesados e quadris largos que denunciavam anos de maternidade. Ela me olhava com desconfiança, sempre dizendo a Adriana: "Cuidado, filha, ele não parece tão devoto". Mas eu via algo mais nos olhos dela – uma faísca de experiência, um sorriso misterioso quando falava de relacionamentos passados, comentários ambíguos como "Homens jovens têm uma energia que as mulheres maduras sabem apreciar", que eu interpretava como pistas de segredos escondidos, de uma vida dupla que contrastava com sua fachada devota.
Os jantares em família eram o começo: olhares trocados, toques acidentais. Eu admirava Andressa rindo, imaginando sua boca em mim; via Angélica se esticando para pegar um prato, desejando tocar sua pele; notava Irene me observando, reprimindo um sorriso enigmático. O desejo se construía devagar, reprimido, mas crescendo como uma chama baixa.
Descobertas Sutis e o Primeiro Toque Inocente
Meses se passaram, e a frustração com Adriana crescia. Tentativas de avançar – uma mão na coxa sob a mesa, um beijo mais quente no carro – eram rechaçadas com "Espere o casamento, amor". Eu me masturbava em casa, pensando nela, mas os pensamentos vagavam para as irmãs. Andressa era a mais acessível. Numa tarde, enquanto Adriana e Irene estavam na cozinha, ela se sentou ao meu lado no sofá, assistindo a um filme. "Me explica essa parte", pediu, inclinando-se ligeiramente para ver melhor a tela, sem encostar. Seu perfume leve, de baunilha, invadiu minhas narinas, misturando-se ao cheiro doce da sua pele jovem. Eu respondi, mas minha mão escorregou para sua perna, acidentalmente. Ela piscou, surpresa, mas não recuou; sorriu, curiosa, como se aquilo fosse parte de uma brincadeira inocente.
Daí veio o primeiro deslize. Noites no sofá, família ao redor. Adriana cochilava após o culto, Marcos roncava no quarto. Andressa se aninhava debaixo do edredom, sussurrando perguntas sobre "o que os homens gostam nas mulheres". Eu a beijei pela primeira vez numa dessas noites, língua explorando sua boca inexperiente. Ela gemeu baixinho, olhos arregalados. "Sinto algo estranho aqui embaixo... Isso é pecado, Willian?", perguntou, ofegante, tocando o próprio peito onde o coração acelerava. Mas continuou, respirando pesado contra minha boca, o som dos suspiros dela ecoando baixo enquanto Marcos roncava ao fundo.
A progressão foi lenta: primeiro, masturbação mútua sob o edredom. Eu tocava sua bucetinha virgem, molhada e quente, dedos deslizando com cuidado enquanto ela ofegava, o ar ficando úmido com o cheiro de excitação. "Que delícia, Andressa, sua xotinha é tão macia e quente, como seda molhada". Ela aprendia rápido, punhetando meu pau com mãos trêmulas, sentindo a veia pulsar sob os dedos. Mas o vício veio com o boquete. Uma noite, abaixei o edredom e pus a cabeça na sua boca. "Chupa, princesinha, lambe como um sorvete derretendo na língua". Ela obedeceu, língua rodando na glande inchada, sugando desajeitada mas ansiosa, o gosto salgado misturando-se ao baunilha do seu hálito. Gozei na sua garganta, jatos de porra quente que ela engoliu, lambendo os lábios com um gemido abafado. "Que leite grosso e salgado, Willian... é viciante, como um segredo proibido". Arrependi-me na manhã seguinte – ela era tão jovem, inocente –, mas o risco me excitava. O hábito se tornou semanal: boquetes escondidos, eu gozando na sua boca enquanto Adriana dormia ao lado, o coração acelerado pelo medo de sermos pegos. Cada vez, prometia parar, mas o desejo voltava mais forte, como uma adicção.
Andressa mudava: olhares cúmplices pela casa, ela se vestindo mais provocante quando eu chegava, camisolas que mal cobriam a bunda. Eu a admirava de longe, reprimindo o impulso de comê-la inteira, limitando-me à sua boca gulosa. Uma vez, quase fomos pegos: Irene abriu a porta da sala de repente, procurando algo, e nós nos congelamos sob o edredom, o pau ainda na boca dela, o som da respiração ofegante quase nos traindo. O alívio quando ela saiu foi como uma onda de tesão extra.
Aproximações Intelectuais e a Rendição Gradual
Com Angélica, foi diferente – mais cerebral, construída em camadas. Ela me pedia ajuda com os estudos, inicialmente casuais: "Willian, explica esse conceito de fusões?". Sentávamos na sala de jantar, livros abertos, enquanto a família circulava. Seu perfume floral me distraía; toques acidentais nas mãos ao apontar algo no papel faziam meu pau latejar. Ela notava, corava, mas continuava.
As sessões viraram particulares. Uma tarde, sozinhos – Marcos no bar, as outras na igreja –, eu explicava planilhas. Nossos joelhos se encostaram debaixo da mesa. "Desculpa", murmurou ela, mas não se moveu. O ar ficou pesado; eu me inclinei, cheirando seu pescoço. "Você é linda concentrada assim", disse. Ela riu nervoso, mas seus olhos traíam desejo. Beijei-a devagar, língua dançando com a dela. "Não, Willian... Adriana", protestou, empurrando meu peito levemente, mas suas mãos tremiam, ficando ali por um segundo a mais. "Isso é errado, eu sou uma mulher de Deus", sussurrou, respirando ofegante, o peito subindo e descendo rápido enquanto eu beijava seu pescoço, sentindo o pulso acelerado sob a pele macia.
Ela resistiu mais: nas sessões seguintes, recuava quando eu tentava tocá-la, mordendo o lábio inferior, olhos cheios de conflito. "Não posso trair minha irmã... mas seu toque é como fogo", confessava baixinho, antes de se afastar. A tensão crescia; eu via como ela se contorcia na cadeira, pernas apertadas, reprimindo o desejo. Uma noite, após uma explicação longa, toquei sua coxa por baixo da saia. "Para, isso é pecado", sussurrou, mas abriu as pernas levemente, o tecido da calcinha úmido ao toque. Lambi seus seios por cima da blusa, mordendo os mamilos duros através do sutiã, sentindo o sabor salgado da pele suada. Ela gemeu, mãos nos meus cabelos, sussurrando "Deus, me perdoe, mas é tão bom... não para agora". Desci, tirei a calcinha devagar, o ar preenchido pelo cheiro almiscarado da sua excitação, lambi sua buceta depilada, clitóris inchado sob minha língua, sugando até ela tremer. "Que xota molhada, Angélica, você quer isso há quanto tempo? Sente o gosto da sua própria safadeza na minha boca".
A foda veio dias depois, após mais negações e sussurros de culpa. Na mesa, enfiei com cuidado, sentindo as paredes quentes se apertarem ao redor do meu pau, o som úmido das investidas ecoando baixo. "Fode devagar, seu safado... ah, mais fundo, me enche toda". Bombeei ritmado, ela rebolando, sussurrando obscenidades misturadas a orações, unhas cravando nas minhas costas, deixando marcas vermelhas na pele. Gozei dentro, porra escorrendo pelas coxas dela, o calor pegajoso misturando-se ao suor. Depois, ela choramingou arrependida, mas na próxima "aula", pedia mais, o corpo traindo a mente. Reincidíamos em cantos da casa: cozinha rápida, banheiro escondido. O risco de Adriana descobrir nos excitava; olhares admirados durante jantares, desejos reprimidos explodindo em fodas intensas. Uma vez, Marcos acordou no meio da noite para ir ao banheiro, e nós nos escondemos atrás da porta da cozinha, eu ainda dentro dela, pulsando, o pânico tornando o orgasmo mais explosivo.
Revelações Ocultas e a Dominação Inesperada
Irene era a mais complexa. Eu a admirava de longe: sua autoridade, o corpo maduro que ainda provocava, com aqueles olhares demorados que pareciam carregar histórias não contadas. Descobri seu segredo por acaso – vi mensagens no celular dela, esquecido na cozinha: trocas quentes com um colega jovem, falando de encontros passados, de noites em motéis onde ela se entregava a homens mais novos, descrevendo detalhes como "seu pau jovem me faz sentir viva de novo, enfiando fundo no meu cu experiente". Anos de vício escondido, segredos de uma mulher madura que sabia manipular o prazer, contrastando com sua imagem de mãe devota.
Confrontei-a numa noite, sozinhos na cozinha. "Se eu contar, tudo acaba", ameacei. Ela negou veementemente, olhos flamejantes, mas com um brilho de reconhecimento. "Seu mentiroso, saia daqui!", rosnou, mas sua voz tremeu, revelando o medo misturado a algo mais – excitação, talvez. A discussão escalou: empurrões, vozes baixas para não acordar ninguém. "Você é uma puta experiente, Irene, admita – esses mensagens mostram tudo, como você geme por paus jovens". Ela me deu um tapa, mas eu a prendi contra a pia, ergui sua saia, sentindo o calor da sua pele madura, o tecido da calcinha já úmido. "Não ouse, seu canalha", rosnou, mas sua respiração acelerou, quadris se movendo involuntariamente contra mim.
O sexo veio bruto: cuspi no seu cu, enfiei o dedo primeiro, sentindo o aperto elástico, o cheiro de suor e desejo preenchendo a cozinha. "Vou foder esse rabo de vadia madura", grunhi. Ela resistiu, mas cedeu, rebolando contra mim com um gemido rouco. "Enfia logo, seu filho da puta... ah, assim, estica meu cu como aqueles garotos faziam". Bombeei forte, mãos nos seus seios pesados, apertando os mamilos endurecidos, sentindo o leite dos anos passados sob os dedos. "Que cu guloso, Irene, melhor que o da sua filha – sente minha porra enchendo você". Ela gozou gritando abafado contra o braço, o corpo tremendo, eu enchendo-a de porra quente que escorria pelas coxas, deixando um rastro pegajoso no chão. Depois, ameaças viraram encontros: anal selvagem no quintal, banheiro, sempre intenso, com diálogos sussurrados como "Me fode como se eu fosse sua puta secreta, Willian... Deus, que pau grosso". Arrependimentos matinais, mas reincidências noturnas. Olhares cúmplices pela casa, desejos reprimidos explodindo em fodas secretas. Uma vez, Andressa quase nos pegou ao entrar na cozinha para beber água; Irene fingiu lavar louça enquanto eu me escondia debaixo da mesa, o pau ainda latejando, o pânico misturando-se ao tesão residual.
A Teia de Desejos e o Clímax Inevitável
Os eventos se entrelaçavam: boquetes de Andressa no sofá, enquanto Angélica me mandava mensagens safadas; fodas com Irene na cozinha, ecoando os gemidos reprimidos. Adriana suspeitava algo – "Você está distante" –, mas eu negava, fodendo as outras com mais fúria. O risco crescia: quase pegos várias vezes, Marcos roncando alheio, mas uma noite ele se mexeu no sofá durante um boquete de Andressa, e nós paramos, corações disparados, o esperma quase jorrando prematuro.
Uma noite, tudo convergiu. Adriana flagrou uma mensagem de Angélica no meu celular. Confrontos, lágrimas. "Você comeu todas elas?", gritou. Eu neguei, mas a verdade vazou. Terminei com ela, incapaz de sustentar a mentira. Adriana se consolou com a família – ironicamente, as mesmas que eu havia devorado.
Cinco anos depois, soube que ela casou com o pastor e está grávida. Eu? Ainda sinto o tesão das memórias: a boca de Andressa engolindo minha porra, o gosto salgado misturado ao seu hálito; a buceta de Angélica apertando meu pau, o som úmido das investidas; o cu de Irene rebolando, o calor pegajoso da porra escorrendo. Os desejos nunca morrem; eles só esperam o próximo ciclo.