DIÁRIO SEXUAL DA MôNIQUE _ Episódio 12
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Quem acompanha meus contos sabe que meu nome é Monique. Tenho 22 anos, 1,72 de altura e peso 61 quilos. Meus cabelos castanhos, com mechas claras, vão até o meio das costas. Embora eu tenha um corpo definido de academia, meus atributos falam por si: pernas torneadas, cintura fina e um bumbum que certamente chama a atenção. Sou uma menina delicada de rostinho lindo e sem frescuras que gosta de transar, inclusive anal se o clima estiver bom.
"O que vou compartilhar com vocês faz parte das minhas confissões mais íntimas, retiradas do Diário de Mônique."
🌼FUI DEVORADA PELO PAI GOSTOSÃO DA MINHA MELHOR AMIGA
Querido diário,
Desde boa parte da minha vida, Patrícia sempre esteve ao meu lado. Nossa amizade começou na adolescência, no colégio, quando me mudei para o Rio de Janeiro. Eu tinha 15 anos e ela, 16. No começo, éramos quase opostas: eu, toda bagunceira e sem filtro; ela, quietinha e na dela. Mas, de algum jeito, deu certo, e viramos inseparáveis. A gente compartilhava tudo: segredos, sonhos e até aquelas briguinhas bobas que nunca duravam mais que algumas horas.
Patrícia tem essa luz, sabe? E a família dela era igual. A casa deles era tipo um refúgio para mim. A mãe dela, tia Sophia, super acolhedora, e o pai dela, Tio Fabrício … Bom, o pai dela.
O pai da Patrícia sempre foi meu melhor amigo, a gente gosta muito de carros, e conversamos bastante sobre isso. Mas havia algo nele que me intrigava profundamente, algo que me deixava confusa. Talvez fosse a segurança que transmitia, a serenidade com que lidava com tudo... um sentimento quase paterno, como se suprisse a ausência de um pai que praticamente não tive.
Era dia de festa na casa da Patrícia. O sol da tarde estava quente, do jeito certo pra aproveitar.
Eu e a Patrícia nos divertíamos como nunca, risadas, dancinhas de biquíni na beira da piscina e muitos stories pro Instagram e TikTok, como se soubéssemos exatamente o efeito que causávamos nas redes.
De uns tempos pra cá, comecei a sentir que tinha alguma coisa estranha no ar, mas não sabia bem o que era. Parecia que tudo tava igual… mas ao mesmo tempo, não tava.
Naquele dia, Tio Fabrício e Tia Sophia estavam deitados nas espreguiçadeiras, rindo, conversando sem parar. A música tocava no fundo, e eu tentava me concentrar na dança, mas não conseguia. Porque o jeito que ele me olhava… não era normal.
Em um certo momento, quando Tia Sophia foi para a sauna, percebi que os olhos de Fabrício estavam colados em mim. Era um olhar estranho… pesado demais, forte demais. Um olhar que atravessava tudo, que me despia por dentro, como se enxergasse algo que nem eu sabia que mostrava. Quase, quase como se quisesse alguma coisa ali, naquele exato instante.
Meu coração disparou do nada, e eu tentei fingir que não tinha visto quando ele aparentemente tocava o próprio pênis, como se aquilo não fosse comigo. Mas era. Eu sentia. Sentia de um jeito difícil de explicar, como se aquela tensão grudasse na minha pele.
O olhar dele me perturbava, me deixava desconcertada, mexia com algo dentro de mim que eu nem sabia que existia. Eu queria desviar, correr, sumir. Mas, ao mesmo tempo, alguma parte minha congelava, presa ali, no campo gravitacional dele.
Respirei fundo, tentando me agarrar ao que a Patrícia tinha dito: foco, Mônique, foco… o conteúdo precisava ficar perfeito pra postar nas plataformas. Mas como focar com aquele olhar me desmontando inteira?
A noite chegou, e eu e Patrícia nos arrumamos com todo o capricho, uma mais linda que a outra, cada detalhe pensado para brilhar. A casa já pulsava no ritmo das festas que ela adorava dar, mas naquela noite, algo parecia diferente. Havia uma energia no ar, como se tudo estivesse prestes a mudar.
O som estava alto, risadas ecoavam por todos os cantos, corpos dançavam e se tocavam com uma liberdade quase selvagem, como se ninguém ali tivesse pressa de voltar à realidade. Eu e Patrícia, no nosso clássico ritual, vibrávamos com a enxurrada de curtidas e comentários nos vídeos das nossas dancinhas no Tiktok, rindo feito bobas e aproveitando cada segundo daquele momento. Mas, em meio ao caos divertido, senti que precisava de um respiro. Escapuli pela porta dos fundos e fui parar na área gourmet, perto da piscina, onde o ar parecia mais leve, pelo menos por alguns instantes.
Foi ali que ele surgiu. Segurando uma taça de vinho tinto, com aquele sorriso de canto, meio cínico, meio proibido… o tipo de sorriso que parece despir você com os olhos, como se já soubesse de todos os seus segredos, até os que você ainda não descobriu.
Tio Fabrício sempre teve aquele charme, mas ali… havia algo a mais. Seus braços marcados, as mãos grandes, a postura segura, tudo nele exalava virilidade e controle aos 45 anos.
— Que susto, tio…
Sussurrei, a voz rouca, quase um gemido abafado de surpresa.
— Não percebi sua chegada... veio pegar um pouco de ar também?
— Ar?
Ele repetiu, dando um passo para mais perto, sem tirar os olhos de mim.
— Desde que você apareceu hoje cedo, ficou difícil até de respirar... Tem algo no seu jeito que mudou tudo pra mim... esse jeito de dançar, de se mover... Você se tornou uma mulher irresistível.
Eu ri, nervosa, sentindo o calor subir pelas bochechas. Mas não era vergonha, era o efeito que ele causava. Começamos a conversar, e no começo, era só bobagem, frases soltas... mas os olhos dele falavam por baixo de cada palavra. Me devoravam. Me despiam. Me queriam.
E os silêncios... ah, os silêncios. Eles diziam tudo. Eram pesados de tensão, de vontade contida, de promessas não ditas.
Até que nossas mãos se tocaram.
Foi sem querer, ou talvez não, quando ele me entregou o vinho. Um toque sutil, mas que explodiu feito faísca em pele molhada. O tempo parou. Meu corpo reagiu antes da mente: arrepios, pulsos acelerados, pernas fracas. Aquilo não era só um toque. Era uma convocação. Ele se aproximou devagar, como se me testasse… como se esperasse um sinal.
E então, ele me beijou.
Sem aviso. Sem hesitar. E quando sua boca encontrou a minha, foi como se eu tivesse sido invadida por um vendaval de sensações. O beijo encaixou de um jeito indecente, urgente. Línguas dançaram, respirações se perderam, e minha pele pegou fogo. Era mais do que atração, era desejo cru, carnal, inevitável.
— Você tem ideia do que está fazendo comigo?
Ele sussurrou, tão perto que senti o hálito quente roçar meu rosto. Eu hesitei por um segundo. Só um segundo.
— A gente não devia...
Minha voz saiu fraca, quase um gemido, como se meu corpo traísse o que minha mente insistia em negar.
— Você me provoca e depois quer fugir? Tarde demais… agora você vai aguentar.
Ele disse baixo, a voz rouca, encostando o corpo no meu.
Eu sentia o cheiro dele, o calor do seu corpo. Quando seus lábios tocaram meu pescoço, bem no meu ponto fraco, toda a minha resistência derreteu como gelo na pele quente. Nossos lábios se encontraram de novo, sem jeito de escapar, sem nenhum freio. Foi um beijo intenso, cheio de pressa, como se estivéssemos tentando matar uma sede guardada há muito tempo. Me entreguei por completo, corpo, alma, tudo. Minhas mãos foram até sua nuca, nossos corpos se grudaram, e o resto do mundo simplesmente desapareceu.
As mãos dele percorriam meu corpo com um desejo avassalador, deslizando lentamente pelas minhas costas. Sem pressa, ele enfiou as mãos por baixo do meu vestido e agarrou meu bumbum suado, acariciando com força e desejo. Cada toque queimava minha pele, me deixando à beira da loucura. A realidade me atingiu como um balde de água fria. Assustada, ameacei gritar... Quando nos afastamos, ofegantes, com os lábios ainda úmidos e os corações acelerados.
— Isso não podia ter acontecido…
Sussurrei, com a culpa corroendo por dentro.
— Eu sei ... — Mas foi impossível evitar.
Ele respondeu, desviando o olhar, como se também sentisse o peso.
O silêncio voltou, agora mais denso, e tudo o que restou foi a certeza de que aquela noite mudaria tudo.
Já em casa, deitada na minha cama, minha mente não parava e meu coração era puro caos. A culpa me consumia, como se eu tivesse traído a confiança da tia Sophia e, mais ainda, da Patrícia, de um jeito que elas jamais poderiam imaginar.
Acordei mais tarde do que o habitual. O dia já exalava aquele calor típico do verão carioca, o sol brilhava impiedoso no céu limpo, sem uma única nuvem para suavizar a temperatura escaldante. Após um banho demorado, decidi passar na casa da Paty para ver se ela toparia ir à praia comigo. Juliana, minha filha de três aninhos, tinha ido passar o fim de semana com o pai, e eu finalmente tinha um raro momento só para mim.
Depois de uma ducha fria para aliviar o calor, escolhi uma míni sáia jeans e uma blusa estampada bem soltinha. Por baixo, calcinha e sutiã. O biquíni eu tinha na casa da Patricia, caso a ida à praia realmente acontecesse. Como sempre, me trocaria na casa dela.
Chegando à casa da Patrícia, vi que apenas o tio Fabrício estava em casa.
— A Paty saiu cedo com a Sophia, achei que tinham ido te encontrar.
Disse ele, a voz grave tocando minha pele.
— E eu achando que a Paty ia dormir até tarde... — Tio, vou pegar meu biquíni e me trocar rapidinho. Tô indo pra praia!
Falei, soltando um sorriso...
— Vai lá, querida ...
Ele respondeu, a voz ainda mais suave, enquanto os olhos, calmos demais, diziam outra coisa. Como se já tivesse me imaginado de biquíni bem antes de eu avisar.
Subi sem pressa, o coração batendo fora do compasso. Entrei no quarto, deixei a porta apenas encostada e comecei a me despir, como se estivesse sozinha. Tirei a blusa com lentidão, sentindo o tecido deslizar pela pele. Desabotoei a sáia jeans devagar. Ela estava justa, agarrada na minha bunda. Precisei puxá-la com jeitinho, sentindo o atrito contra a pele firme até que, finalmente, deslizou até o chão. Fiquei apenas de calcinha, a pele toda arrepiada. Me virei para pegar o biquíni que estava sobre a cama ainda úmido.
Foi aí que senti. Um arrepio. Um chamado instintivo. Pelo espelho do estojo de maquiar pude ver. Parado na porta. Ele não desviava o olhar. Observava cada curva com uma calma perigosa, como quem saboreia o momento em silêncio. Meu instinto gritava pra me cobrir. Mas eu travei. Algo dentro de mim... queria ser vista.
Virei-me com naturalidade, permitindo que ele me visse de frente, por inteiro, fingindo não notar sua presença. Continuei passando o batom com lentidão, sem pressa, sem pudor. Deslizei a calcinha pelas pernas, vesti a parte de baixo do biquíni e, logo em seguida, a de cima. Não havia vergonha em mim, apenas um desejo cuidadosamente contido de exibir meu corpo ao predador que me observava. Era errado. Mas era delicioso.
Eu já estava pronta para descer, mas desanimei. Pensei em deixar a praia para lá. Sozinha, tudo pareceria sem graça e, com o biquíni ainda úmido, a vontade simplesmente sumiu. Suspirei, tirei o biquíni que já começava a incomodar e o guardei na bolsa, junto com a calcinha e o sutiã. Vesti apenas a blusinha e a saia.
Foi então que ouvi passos firmes e apressados descendo a escada. Vesti-me às pressas, ainda com a pele marcada pela lembrança daquele olhar que parecia me queimar. Desci. Tio Fabrício estava lá embaixo, me esperando, com um sorriso de canto e os olhos presos em mim, exatamente como eu queria.
— Tô indo pro autódromo de Jacarepaguá testar meu carro
Murmurou ele, a voz rouca, carregada de uma intenção silenciosa.
— Topa vir comigo? Depois a gente pode dar uma esticada... Quem sabe, almoçar, conheço um restaurante, comidinha caseira, muito boa, você vai gostar...
Minha boca permaneceu muda. Mas meu corpo? Já havia respondido com cada suspiro contido, com cada gota de calor que pulsava entre minhas pernas. Eu queria. E ele sabia.
No autódromo, o robusto Rampage 2025 deu lugar a seu carro de corrida, um porsche gt3 cup challenge de alta performance. O ronco potente do motor acelerou meu coração antes mesmo de começarmos. Fabrício, com paciência e entusiasmo, explicou os detalhes do carro, cada palavra repleta de paixão. Depois, ele abriu a porta e me ajudou a entrar. Quando o motor rugiu ao ser ligado, senti um frio na barriga, o tipo de sensação que mistura ansiedade e emoção. E então partimos.
Ele dominava o carro com uma habilidade impressionante. Contornava curvas fechadas em alta velocidade e na reta dos boxes chegou a cerca de 220 km/h. O mundo ao nosso redor se tornou um borrão enquanto a adrenalina tomava conta de mim. Eu alternava entre gargalhadas e gritos, o coração disparado como se quisesse escapar do peito. Fabrício, por outro lado, estava totalmente à vontade, pilotando com um sorriso descontraído, como se aquilo fosse tão natural quanto respirar.
Quando finalmente paramos, meu corpo ainda vibrava de adrenalina. A respiração ofegante, o coração acelerado, era como se algo tivesse despertado em mim. Sem pensar, soltei o cinto e me joguei nos braços dele, apertando-o com força.
— Meu Deus... que sensação maravilhosa...
Exclamei, rindo entre suspiros, ainda tomada pela excitação do momento. Ele olhou para mim de um jeito, intenso, como se enxergasse algo além do óbvio. A mão firme pousou em minha cintura, e sua voz veio baixa, carregada de desejo contido:
— Você não faz ideia do quanto mudou... cresceu e se tornou uma mulher fascinante, é impossível estar ao seu lado sem desejar mais do que deveria, agora entendo por que dizem que perigo pode ser um vício.
Foi aí que eu entendi: entre a gente, era só um homem e uma mulher, sem complicação. Nossos olhares se cruzaram de um jeito diferente, como se o tempo tivesse parado. A gente nem pensou, só se deixou levar. Quando vi, nossos rostos já estavam tão perto que o beijo aconteceu. Foi forte, inesperado, cheio de tudo o que a gente sentia, mas ainda não tinha coragem de dizer.
Quando o beijo terminou, ficamos em silêncio, um pouco sem jeito, até que Tio Fabrício cortou o clima com um sorriso tímido:
— Você se tornou uma tentação impossível de resistir, Mônique...
— Nossa! Se a ideia era me deixar sem fôlego... missão cumprida.
Respondi quase sem voz ...
Minha mente era uma confusão. Sempre gostei de homens mais velhos, talvez por ainda estar aprendendo, mas eu sabia que aquele momento ficaria marcado em mim. Decidi não pensar, só sentir. Para quebrar a tensão, tio Fabrício sugeriu que eu pilotasse o carro. Enquanto eu acelerava, ele pousou a mão na minha coxa, leve, quente, fazendo meu corpo reagir mais que o motor.
Depois de uma volta, estacionei no box. Foi ali que as provocações começaram. Ele deslizou as mãos pelas minhas pernas, apertando perto do limite. Eu retribuí, acariciando sua nuca e a parte de trás da orelha, sentindo ele se arrepiar sob meu toque.
Quando ele desceu para fechar a porta do box, nem percebi meus dedos indo direto para minha vagina. Um arrepio tomou meu corpo, quente, intenso, revelando o quanto eu já estava molhada. Um fio correu pelo minha vagina, sujando a barra da saia.
Assim que ele voltou, a tensão explodiu. Seus lábios desceram pelo meu rosto até o pescoço, chupar e morder leve, me deixando arrepiada da nuca aos pés. Cada chupada acendia mais o fogo em mim.
Ao tocar seu pênis, senti a dureza pulsante, quente, quase suplicando por liberdade. Ele gemeu baixo, profundo, o que só aumentou meu desespero. Foi então que sugeriu irmos para o outro carro, mais confortável. Nem precisei responder: meu corpo aceitou por mim.
No Rampage, ele me puxou pela cintura e me beijou com força, com fome. Seus lábios queimavam, e suas mãos deslizaram por mim com uma urgência que me deixou sem ar.
Com um movimento rápido, ele abriu o zíper da bermuda, e seu membro saltou para fora, rígido e quente. Minha mão o envolveu sem pensar, sentindo a textura, o calor, e o pré-gozo que já escorria, deixando tudo ainda mais excitante. A visão e o toque faziam minha vontade crescer ainda mais, eu queria sentir aquele gosto nos meus lábios.
— Vem mamar no meu cacete, devagar, quero sentir cada centímetro entrando em você.
Tio Fabrício abaixou a bermuda junto com a cueca até os tornozelos, ficando completamente nu. Sem nem ligar, jogou tudo pro banco de trás. Eu não resisti. Ajeitei o cabelo. Me inclinei devagar, os olhos presos nos dele, com o desejo queimando dentro de mim. Encostei a boca naquele pau grosso, mal cabendo na minha garganta apertada. Ele gemeu alto, enfiando os dedos no meu cabelo, puxando de leve, como um sinal de que eu tava no caminho certo.
— Ahh... Abre essa boca, eu quero ela ocupada.
Tio Fabrício segurou minha cabeça e empurrou sua pica para dentro da minha boca. A cabeça roliça forçou passagem, me fazendo abrir ao máximo. Senti os cantos dos meus lábios se expandirem, o desconforto misturado ao prazer extremo me fez gemer baixinho. A boca cheia, a saliva escorrendo, ele empurrava fundo, dominando cada espaço da minha garganta. Quando achou que era o bastante, me puxou pelos cabelos e me beijou, quente, intenso, como se quisesse me devorar.
Enquanto nossos beijos se misturavam, ele deslizava a mão por baixo da minha saia. Ao perceber que eu não usava nada por baixo, soltou um sorriso malicioso, mordendo o lábio. Sem pressa, apenas com a ponta dos dedos, ele roçava minha vagina, explorando devagar, me provocando, me enlouquecendo. O calor que vinha do toque dele fazia minha buceta pulsar, completamente encharcada.
Não suportando mais a provocação, peguei sua mão com firmeza, levei até minha boca e chupei cada um de seus dedos, olhando pra ele com uma fome escancarada. Em seguida, guiei seus dedos novamente para onde eu mais precisava dele, sem hesitar, sem vergonha.
Seus dedos começaram a me explorar, deslizando entre meus lábios vaginal molhados, e um gemido baixo escapou próximo ao seu ouvido. Intercalei os gemidos com beijos em seu pescoço e leves mordidas em sua orelha, sentindo o corpo dele reagir ao meu toque.
Enquanto uma mão habilidosa me masturbava, a outra agarrou minha nuca com firmeza, forçando minha cabeça para baixo. Com a respiração entrecortada de desejo e ansiedade, passei a chupá-lo de novo, lambendo todo o comprimento do seu pau, das bolas até a cabeça, sentindo-o estremecer a cada movimento da minha língua. Os gemidos roucos que escapavam da sua garganta, junto da pressão brutal que ele fazia na minha cabeça, diziam tudo: ele estava à beira do orgasmo.
Aquilo me incendiou ainda mais. Chupava com voracidade, alternando língua e mãos, enlouquecida para arrancar dele tudo o que pudesse. Quando não conseguia engolir inteiro, envolvia o resto com a mão, apertando firme, sem dar trégua. Até que, enfim, senti seu gozo quente explodir na minha boca. Engoli cada gota, saboreando o sabor intenso da sua satisfação.
Mal tive tempo de recuperar o fôlego e percebi: o pau do Tio Fabrício ainda latejava de tesão, rígido, pulsante, implorando por mais. Com um sorriso safado, mandei que ele inclinasse o banco para trás. Assim que o fez, subi no seu colo, roçando meu corpo contra o dele de forma provocante, sentindo sua excitação bater contra minha buceta já encharcada.
Sentei com força, fazendo-o me preencher por completo. Um gemido rouco escapou dos meus lábios no instante em que o pau dele entrou todo em mim. Comecei a rebolar devagar, provocando, saboreando cada segundo da penetração, enquanto ele me agarrava pela cintura com brutalidade, me movendo num ritmo selvagem e urgente.
Seus lábios famintos encontraram meus mamilos, sugando, mordendo, puxando com vontade. Cada mordida, cada apertão, fazia meu corpo se contorcer de prazer, e a cada mordida que ele dava nos meus seios, eu sentava mais forte, fazendo-o me invadir ainda mais fundo. O pau dele pulsava dentro de mim, e a cada movimento meu, o prazer explodia, descontrolado, incendiando nós dois.
A cada estocada, eu me sentia mais perto de gozar. Percebendo isso, Tio Fabrício abriu a porta do carro e desceu rapidamente. Fiquei de quatro entre o assento do motorista e o volante, bunda empinada, joelhos apoiados na ponta do banco e os pés no estribo da Rampage. Sem perder tempo, Tio Fabrício me agarrou pela cintura, afastou minhas pernas com brutalidade e mergulhou entre elas.
Ele chupava minha xota e esfregava a cara no meu cuzinho com uma fome insana, me fodendo com a língua e os dedos de um jeito tão intenso que não demorei a explodir. Gozei forte, um jato de squirting direto na mão dele, borrifando seu rosto. Ele apenas rosnou de prazer, completamente enlouquecido. Ele esfregou o pau na minha buceta, batendo a cabeça no meu clitóris, depois na entrada, depois no meu cuzinho, provocando.
— Olha como você tá molhada só pra mim...
Tio Fabrício deixou escapar um som rouco.
— É isso… continua assim, não para.
Confessei num quase sussurro.
— Abre essas pernas pra mim… isso.
Disse com a respiração acelerada.
— Você é viciante. Quanto mais eu tenho, mais eu quero.
Suspirei fundo.
— Olha pra mim enquanto eu te como… eu quero ver sua cara de quem implora por mais.
Ele sussurrou quente no meu ouvido.
A partir daí, ele me fodia com uma brutalidade que sacudia o carro. Cada estocada batia no fundo, arrancando gemidos que eu nem sabia que tinha. Minha pele queimava, minhas pernas tremiam, meu corpo inteiro obedecia a ele.
— Rebola pra mim, desgraça… vai… joga essa bunda na minha pica…
Eu obedeci. Jogando, abrindo, oferecendo, implorando sem dizer. Ele segurou minha bunda, abrindo meu cuzinho com o polegar enquanto me enterrava fundo, me fazendo ver branco.
— Vai… goza, porra. Goza toda aberta na minha pica.
Eu não aguentei. Gozei desabando, tremendo, meu squirting jorrando num jato quente que respingou no banco, nas coxas dele, em tudo. Ele deu um gemido bruto quando sentiu o jato bater na barriga dele.
— Filha da puta… olha o que você faz comigo…
Tio Fabrício me segurou pela nuca, puxou minha cabeça pra trás e continuou metendo como se fosse me rasgar. Minha buceta pulsava, encharcada, sensível demais, mas ele queria mais.
A respiração dele ficou pesada, irregular, animal.
— Caralho… Mônique… Vou estourar…
Ele rosnou.
Ele gemeu mais uma vez, profundo, quase um rosnado final, comecei a gozar loucamente, mordendo os lábios para não gritar. Fabrício aumentou ainda mais o ritmo, e numa estocada brutal, tão funda que senti meu útero ser invadido, ele gozou dentro de mim com violência.
Mesmo depois de gozar, mesmo com meu corpo mole, tremendo, e a porra dele escorrendo pelas minhas coxas… ele segurou minha cintura outra vez, não dava trégua: estalava a mão pesada contra meu bumbum inúmeras vezes, seus tapas fortes queimando minha bunda enquanto seu pau entrava e saía da minha buceta sem piedade. Era um turbilhão de prazer e medo que fez minhas pernas tremerem descontroladas.
Senti a gozada quente jorrando dentro de mim em ondas, grossa, pulsando forte, derramando fundo enquanto ele gemia no meu ouvido. O choque quente dentro de mim me confirmou: tínhamos gozado juntos. Sem aviso, ele jorrou tudo dentro da minha buceta mais uma vez, enchendo-me sem piedade. Meu corpo desabou, mole, exausto e completamente entregue. Deitei de qualquer jeito no banco do carro, ofegante, tentando recuperar a consciência. O calor do seu gozo me desencadeou um orgasmo tão intenso que apaguei por um instante.
Enquanto descansava, levei a mão até a minha bunda. Os vergões estavam altos, entrelaçados às marcas vermelhas deixadas pelos dedos dele. Ardentes. Quentes como fogo.
Saí do carro. Ajeitei a sáia desajeitada e a blusinha amarrotada, calcei as sandálias com calma. Tio Fabrício fez o mesmo, vestindo-se em silêncio. Tentando disfarçar o estado em que estávamos, peguei alguns guardanapos e comecei a limpar discretamente minha xota, marcado pelos rastros da nossa foda insana. Cada marca, cada gota, era a prova crua da entrega que tínhamos acabado de viver. Foi então que olhei o celular e soltei, quase sem pensar:
— Nossa Tio, nem vi a hora passar... marquei com um amigo, preciso ir para casa.
Ele permaneceu em silêncio. Parecia distante, desconectado. O sexo havia terminado, mas algo entre nós também. Por um instante, éramos apenas dois estranhos dentro de um carro.
Até que, de repente, ele quebrou o silêncio:
— Há algo na minha filha que vejo em você. E algo em você que eu nunca deveria notar nela?
Olhei pra ele, confusa. Que tipo de pergunta era essa? Mas respondi sem hesitar, com o sangue fervendo:
— Tá querendo dizer o quê? Que eu sou fácil, que passo de mão em mão? Que sou piranha? Só porque transei com você e agora tô falando que vou sair com outro? Eu sou bonita, inteligente e fico com quem eu quiser. Se quer saber da sua filha, pergunta pra ela.
Ele suspirou, frio:
— Você entendeu errado. Não finge que não gostou. Teu corpo já me contou tudo..
Travei. Um gelo subiu pelas costas. Só consegui sussurrar:
— Me leva pra casa.
No caminho, nenhum olhar, nenhuma palavra, apenas o barulho do motor e os faróis dos carros cruzando a estrada.
Na despedida, um beijo seco no rosto. E só.
Em casa, engoli a pílula do dia seguinte com a garganta trancada. Ainda sentia o corpo dolorido, a pele marcada. O cheiro dele ainda em mim.
Ele mandou algumas mensagens. Ignorei. Disse que precisava de um tempo pra mim. Ele não insistiu. Só deixou uma última mensagem:
"Me desculpe se fui intenso demais, até violento. Sua beleza me tirou o controle."
Entre mim e Tio Fabrício firmou-se um pacto silencioso, sujo, proibido, impossível de ser dito em voz alta. Algo que arde toda vez que nos cruzamos. Um olhar. Um segundo. É o bastante para reacender o que já deveria estar enterrado.
E um dia, eu sei, a merda vai explodir. E quando isso acontecer... não vai sobrar ninguém ileso.
CONTINUA ... 🌼PAI TARADÃO DA MINHA MELHOR AMIGA ME COMEU COMO UMA PUTA!
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FIM
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BEIJOS
M😈h Lyndinha
