Flagrante e Desejo - Parte 1

Um conto erótico de Creuza
Categoria: Heterossexual
Contém 495 palavras
Data: 11/07/2024 09:11:31
Última revisão: 14/03/2026 10:20:05

Sou a Creuza, casada com o Aldir. Apesar de todas as nossas brigas por conta dos ciúmes dele — tudo porque uso roupas curtas e tenho um corpo exuberante (ele que reclame com Deus, afinal, sou criatura d’Ele, kkkk) —, seguimos juntos. Trabalho em uma indústria e, no dia do flagrante que relato, não houve expediente devido a uma manutenção na região; a concessionária de energia trocaria alguns cabos e o diretor nos deu folga. Fui para casa sem avisar, aproveitando que o Aldir está de férias.

​Fiquei curiosa sobre o que um homem faz sozinho em casa nas férias, já que ele trabalha à noite como segurança. Entrei "flutuando" para não fazer barulho e, para minha surpresa, peguei meu marido se masturbando enquanto assistia a um filme pornô de dois homens se pegando. Na cena, um negão penetrava o cuzinho de um rapaz pequeno, branco e franzino, na posição de quatro.

​Quando ele me viu, ficou sem ação. Sinceramente, não briguei nem comentei nada; apenas observei a cena enquanto ele, visivelmente sem graça, parava o ato. Terminamos de assistir juntos. O negão era desproporcional para o rapaz que, aliás, merece parabéns: aguentou aquela "tromba de elefante" sem titubear.

​Para quebrar o gelo e abrir um diálogo leve, aproveitei que meu esposo estava com o pau meia-bomba e dei uma mamada gostosa. Fiz um deepthroat que o fez viajar de olhos fechados; foram gemidos e muito prazer. Deixei que ele gozasse na minha boca, mamei de novo e depois deixei que ele me comesse de quatro, simulando a cena do filme — embora a piroca dele fosse um terço da do ator.

​Mais tarde, após o jantar, conversamos. Comentei sobre o vídeo e ele confessou que gosta de ver dois homens transando. Disse que não se sente gay, mas sente prazer em assistir, embora nunca tenha penetrado ou sido penetrado por outro homem. Contou apenas sobre uma experiência aos dezenove anos, na época do quartel: um amigo franzino e afeminado, mas de pau grande e grosso, pediu para ser chupado. Ele aceitou, o amigo gozou em sua boca e vice-versa, mas não houve penetração, apesar da insistência do rapaz. Isso aconteceu há mais de trinta anos e eles nunca mais tiveram contato.

​Insisti e perguntei se, caso encontrasse esse amigo hoje, rolaria algo. Ele pediu para mudar de assunto, pois estava envergonhado e não queria que eu pensasse que ele era bissexual ou homossexual. Afirmou que me ama e quer ficar comigo, ponto final.

​Fiquei com vontade de surpreendê-lo. O aniversário dele está chegando e não custa ajudá-lo a realizar essa fantasia enrustida de três décadas. No dia seguinte, procurei um acompanhante com as características do rapaz do filme e agendei um programa para casal. O combinado é que apenas o rapaz participará enquanto eu ficarei de voyeur. O menino aceitou, combinamos valor e hora para este sábado. O Aldir vai se surpreender com o meu presente. Vou chegar com o rapaz em casa, de mãos dadas...

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