Desempregada e na luta todos os dias para me manter linda e bela — o que já sou por natureza, mas faltam os "apetrechos" e, sem um puto no bolso, a gente se sente "amarela". Por isso, recorri ao meu plano B. Vamos à história.
Sou a Poliana, branca, tenho 1,50 m, olhos castanhos claros, magrinha. Já o "cofrinho" a que recorri tem 1,90 m, é negro e tem uma ferramenta proporcional ao seu tamanho — costumo chamá-lo de "tromba de elefante". Sempre recorro a ele quando estou mais dura que um coco; não sou "do job", mas faço uns extras (kkkkk).
Liguei para o Denilson. Ele já atendeu na certeza de que vai rolar safadeza e pedido de grana emprestada. Ele disse que me daria o dinheiro em vez de emprestar, mas que eu tinha condições até de ganhar mais, bastava "ajustar os termos da negociação". Às vezes ele me leva para sair, curtimos um pouco, mas saio com ele por interesse mesmo e ele sabe. Apesar de ser gente boa, não quero me prender a ninguém. Ele é profissional da área da saúde, mais velho que eu... se fosse rico, quem sabe? Mas deixa como está.
Os "termos da negociação" de que ele tanto fala... porra, ele quer empurrar aquilo no meu cuzinho virgem. Confesso que até tentei, mas sem condições de encarar. A grana vai sendo conquistada aos poucos no boquete, onde já passo um sufoco e sempre me engasgo. Ele paga na hora, não é de enrolar, mas como eu ia conseguir dar o cu para um pau que parece de cavalo? Minha amiga Nata sempre pergunta se a minha mãe me fez fraca... nessa hora, eu sou fraquíssima!
Marcamos o encontro na casa dele por volta das 14 horas. Parece um matadouro; já fui lá algumas vezes. O pilantra vem cheio de mãos, alisando meu corpo. Eu, mais louca ainda, fui de vestido. O dia estava ensolarado, um final de semana que pedia praia... imagina se ele ultrapassa a linha do combinado? Na verdade, ele é confiável no que acerta, e o vestido me deixa ainda mais gata.
Já na casa dele, ele perguntou:
— E aí, Poli, vai deixar eu penetrar esse cuzinho lindo?
Respondi que não, que ia só chupar e deixar ele me chupar — quem sabe uma penetrada na frente. E assim começou: ele me chupando. Como eu estava de vestido, ele preferiu nem tirar minha calcinha, só colocou para o lado. Deitada na cama dele — abrindo um parênteses, a casa estava limpa e cheirosa, com lençol novo; ele investiu no nosso encontro —, ele caiu de boca na minha ppk. Que chupada! Foi a melhor linguada no meu clitóris, pqp! Passeava no ponto certo. O infeliz ainda colocou aquele dedo grande na minha grutinha, o que ajudou a deixar o momento mais prazeroso, enquanto o outro dedo ficava forçando no meu cuzinho (fingi que não estava entendendo).
Pqp, ele chupou tão gostoso que gemi, fiquei arrepiada e gozei na boca dele. Saí no lucro: ainda gozei! Novamente, ali no calor do momento, ele aumentou o valor da proposta para comer meu cuzinho. Disse não. Meu medo era sair destroçada do sexo, que vara enorme ele tem!
Ele ficou em pé e eu sentada na cama. O chupei até que ele gozou na minha boca. Engoli uma parte, outra caiu no meu vestido. Fui para o bronze e cheguei por volta das 16h. Ele enviou o valor combinado pelo Pix, conforme prometido. Mandei uma foto nua em visualização única de brinde para ele, de frente e de costas. Agora preciso arrumar outro pau para chupar e curtir a noite.
Vamos que vamos! Acho que vou ligar para o César. Ele fode mal, não vai me destruir e paga direitinho. Se eu conseguir, contarei aqui a novidade.
Beijos e até a próxima!
