A Estreia Hard: O Gang Bang de Jéssica
...chegou o dia da minha segunda gravação: a cena do gang bang. Assim que cheguei ao trabalho, encontrei com a japonesa que havia conhecido no teste. Ela estava saindo e a cumprimentei. Finalmente soube seu nome: Mayumi. Isso explicava tanta beleza. Nos beijamos logo na entrada da gravadora e comentei que aquela seria minha segunda filmagem; ela me desejou boa sorte e trocamos telefones.
Fui direto para a produção, já com o crachá em mãos. Tudo pronto. O Sr. Marcus me chamou à sua sala, cumprimentou-me e comentou que eu estava linda. Ele acariciou meus seios — eles são encantadores, sempre bem destacados — e elogiou o trabalho da equipe de beleza. Eu estava com o cabelo preso, maquiagem impecável e unhas escuras. Passaram um óleo na minha pele que a deixou brilhante e muito cheirosa. O figurino era uma minissaia que deixava minha bunda bem empinada com o salto alto, e uma blusa branca que valorizava meu busto.
Tomamos uma taça de espumante juntos. Marcus comentou que temos chances de premiação se fizermos um excelente trabalho; agradeci pela oportunidade e pela confiança. No corredor rumo ao set, passei pelos seis atores que contracenariam comigo: todos enormes e muito bem dotados.
O cenário simulava a casa de um cliente onde eu, fazendo o papel de uma acompanhante de luxo, atenderia seis homens. Eu chegava vestida com um sobretudo e era recepcionada pelos anfitriões. Assim que entrei, fui cercada. Eles passavam as mãos pelo meu corpo enquanto o sobretudo e a roupa eram retirados. Eu deveria ficar apenas de lingerie, mas um dos atores, quebrando o protocolo, puxou meu cabelo com força. O diretor pediu para respeitarem o roteiro, mas eu intervi: disse que não havia problema, que preferia a cena espontânea.
A gravação recomeçou. O ator puxou meu cabelo novamente e o que estava à minha frente rasgou meu sutiã; a calcinha também foi destruída. Fiquei agachada naquela roda de homens, em um verdadeiro "canavial de rolas", satisfazendo um a um enquanto sentia mãos apertando meus seios. O câmera lutava pelo melhor ângulo, às vezes captando por cima, já que aqueles homenzarrões fechavam qualquer passagem. Um deles me ergueu e fiquei de cabeça para baixo em um 69 em pé, sentindo mãos, tapas e carícias por todo o corpo. Passei de colo em colo sem tocar o chão por um bom tempo. Como deixamos o clima espontâneo, o Sr. Marcus quase não interferiu.
Depois, me colocaram sentada, cavalgando em um dos atores enquanto outro entrava por trás. Minha expressão foi de choque e prazer; a penetração era profunda e intensa. Eu já sabia que a pegada seria hard, e aquela DP (dupla penetração) acabou se tornando a foto temática da filmagem. Havia uma fila atrás de mim; saía um, entrava outro, sem pausas. Gozei três vezes de verdade, sem qualquer truque. Em seguida, me puseram em um banco giratório e, enquanto rodavam, eu era possuída por trás. Meu corpo estava em brasas. Ficamos nessa dinâmica por alguns minutos, entre gemidos e poses para as fotos.
Houve uma pausa para beber água. Eu me sentia completamente entregue e marcada pela intensidade da cena, mas mantive o profissionalismo. Representei até o fim: engoli o sêmen dos seis atores, abrindo a boca para a câmera e mostrando que havia cumprido o desafio.
Os atores saíram e eu continuei posando para as fotos do site. Até o Sr. Marcus aproveitou o clima e gozou em minha boca; o gosto dele era muito bom. Após o banho, fui à sala dele. Ele me parabenizou novamente, satisfeito com a minha entrega e naturalidade, e já começou a planejar a próxima filmagem. Com a grana na conta, sinto que estou realizando um sonho.
Liguei para a Suzane e marcamos um happy hour. Mandei uma mensagem para a Mayumi também e agora aguardo a resposta dela e o próximo chamado...
