Sempre fui extremamente zelosa com meus momentos íntimos com o Silvio. Estamos casados há vinte e cinco anos — um amor que nasceu aos dezoito e nos deu a Marcela, hoje com vinte e dois. Ela é nosso orgulho: estudiosa, amável e vive um relacionamento lindo com a Joana, que para mim é como uma segunda filha. As duas estão sempre juntas, entre viagens e estudos.
O "problema" é que eu e o Silvio somos foguentos demais. Tentamos sempre manter o volume baixo para não constranger as meninas, mas no ano passado, em 2023, a prudência deu lugar ao delírio. Só de lembrar, sinto um misto de vergonha e tesão.
Marcela e Joana viajariam para passar o fim de semana fora. Assim que se despediram, meu modo "safada" ligou no automático. Corri ao mercado, comprei quitutes, queijos e enchi a geladeira de espumante. Preparei uma mesa de frios digna de banquete, mas o prato principal seria eu. Tomei um banho demorado, perfumei cada dobra do meu corpo e vesti um espartilho preto rendado, sem calcinha. Para completar a surpresa, preparei meu rabo com um plug anal, sentindo aquela pressão deliciosa me preencher. Enquanto esperava o maridão chegar da batalha, abri a primeira garrafa de espumante. Tomei algumas taças sozinha para ajustar o nível da minha sem-vergonhice. Eu estava pronta: cheirosa, depilada e pulsando.
Silvio não desconfiava de nada. Para ele, era apenas mais uma sexta-feira de trabalho pesado como estivador. Ele é um homem imponente: um negão alto, forte, que exala virilidade. Quando abriu a porta, todo suado e com aquele cheiro másculo de quem pegou no pesado, seus olhos quase saltaram ao me ver montada daquele jeito. Ele nem perguntou nada; jogou a mochila no sofá e me colheu no colo como se eu não pesasse nada. Tenho 1,60 m e ele 1,90 m; a diferença de altura só torna tudo mais excitante.
Ele me colocou no chão por um segundo, abriu a calça e o pau já estava pronto, latejando. Sem preliminares suaves, ele me virou de cabeça para baixo em um 69 em pé, sustentando todo o meu peso. Eu mergulhei no pau dele, sentindo o gosto do suor e do homem bruto, mamando com fome até ele despejar a primeira carga de gozo na minha boca. Enquanto isso, a língua dele trabalhava a minha buceta, mas o plug continuava lá, firme, atolado no meu cuzinho.
Engoli tudo, feliz por ser a puta dele naquela noite. Avisei que a casa era nossa e que as meninas tinham viajado. Enquanto ele ia para o banho, abri a segunda garrafa (a minha terceira, perdi a conta!). O "estouro" da rolha fez ele gritar do chuveiro: "Que barulho gostoso!".
Ele voltou para a sala completamente nu, uma visão de tirar o fôlego. Brindamos e ele elogiou meu boquete: "Nossa, mo, você chupou divinamente... Não aguentei". Eu me aproximei, deixei a taça de lado e disse que a dose seria dupla. Ajoelhei e voltei a devorá-lo enquanto ele petiscava os frios, em pé, recebendo minha boca entre uma uva e um pedaço de queijo.
Entre uma mamada e outra, eu implorava: "Esquece a buceta, Silvio. Eu quero seu pau no meu cu. Quero gritar enquanto você me entope". Empinei o rabo, mostrando o plug e desafiando-o. Ele quis me comer ali mesmo, na sala, mas eu o levei para o quarto. Estávamos altos, felizes e completamente entregues após cinco garrafas de espumante.
No quarto, ele me jogou de bruços. Tirou o plug com um puxão que me fez arrepiar e substituiu o brinquedo pela língua, explorando minha portinha com uma volúpia que me fez ver estrelas. Eu repetia: "Me come sem pena, mozão! Me maltrata!".
Sem pomada, sem cuspe, apenas a força bruta daquela piroca enorme. Quando ele entupiu meu cu de uma vez, eu perdi o filtro. Gritava "Me fode, porra! Come meu cu!". Gozei umas três vezes seguidas, sentindo meu rabo ser destruído enquanto minha buceta, encharcada e desprezada, latejava em segundo plano.
Após a maratona, desmaiamos. Na madrugada, acordei com fome de novo. Comecei a chupá-lo até ele despertar e pedi mais. Ele não negou fogo: me comeu de novo, e novamente os gritos ecoaram pela casa.
No sábado, acordei às 09h. A sala estava um brinco: louça lavada, garrafas no lixo, tudo arrumado. Fui ao quarto da minha filha e, para minha surpresa, ela e a Joana estavam lá, dormindo. Fechei a porta de mansinho e saí em choque.
Dez minutos depois, Marcela apareceu na cozinha. Explicou que Joana passou mal e decidiram voltar. Ela mandou mensagens, mas nós estávamos ocupados demais "celebrando". Com um sorriso malicioso, ela soltou: "Mãe, quando chegamos, o prédio todo ouvia você gritando 'fode meu cu'".
Fiquei roxa de vergonha, mas logo caímos na gargalhada. Joana apareceu rindo também: "O importante é que vocês gozaram, né?". E como gozei! Nos abraçamos e fui preparar um café reforçado para levar na cama para o meu estivador favorito. Meu cu estava em frangalhos, dolorido e maltratado, mas meu coração (e todo o resto) transbordava felicidade.
