O Despertar do Desejo: Entre Esposa e Amiga
Na sala, o impacto da revelação ainda ecoava. Paulo me jogou no sofá, os olhos faiscando entre a confusão e a fúria. Perguntou se eu estava louca, como eu tinha coragem de levar uma trans para o nosso quarto. Ele bufava, tentando manter a pose de "machão" ferido. Foi até o freezer da piscina, pegou um litrão de Brahma e voltou bebendo no gargalo, completamente nu, com o membro balançando a cada passo pesado.
Naquela confusão, meu braço foi puxado e a toalha caiu. Fiquei ali, nua diante dele, em um silêncio provocador enquanto ele me xingava, dizendo que eu era doida. Com calma, fui me aproximando do "touro nervoso". Comecei a beijar seu pescoço, sentindo o calor da sua pele e o cheiro da cerveja. Minha mão direita, agindo com vontade própria, desceu e começou uma masturbação lenta e firme. Era o ponto fraco dele.
Senti a resistência dele desmoronar conforme o membro subia, pulsando entre meus dedos. Sussurrei no seu ouvido que a Samy era deliciosa, que ela estava louca para se entregar a ele e que eu desejava aquilo. Olhei de soslaio e vi Samy nua no corredor; fiz um sinal para ela esperar, mas a "danada" já estava no clima. Ela ignorou meu comando, entrou na sala com a confiança de uma rainha e se ajoelhou aos pés do Paulo. Sem aviso, envolveu aquele pau já enorme com uma boca quente e faminta.
O Paulo soltou um suspiro de derrota e prazer, sentando-se no sofá enquanto admitia: "Vocês são foda...". Samy sorria com os olhos, sem interromper o banquete, enquanto eu oferecia meus seios à boca dele. O clima estava incendiado.
— Come ela, Paulo. Eu deixo. Ela quer te dar o que tem de mais sagrado — sussurrei.
Fui ao quarto, busquei a proteção e ajudei Samy a se posicionar em "quatro". O Paulo, já sem qualquer vestígio de hesitação, penetrou o rabo da Samy ali mesmo, na sala. O encaixe foi perfeito, um deslizar úmido e pecaminoso. Peguei o celular e comecei a filmar cada movimento: minha melhor amiga sendo possuída pelo meu marido no nosso tapete.
Depois de um tempo, trocamos de lugar. Tirei a camisinha dele e anunciei que era minha vez. Sentei de costas, sentindo o preenchimento total. Samy, ao meu lado, exibia seu membro — maior que o do Paulo — e eu a masturbei com vigor, focada apenas no prazer do meu esposo. Quando ele gozou, a Samy, em um gesto de pura devoção, limpou tudo com a boca.
Mas ela é insaciável. Pediu mais. Paulo, que geralmente apaga depois da primeira, estava revigorado pela adrenalina. Ele voltou a penetrá-la por trás enquanto eu filmava o ângulo que ela tanto queria: o pau entrando e saindo daquele rabo apertado e guloso. Eu ria e comentava sobre a pressão deliciosa que via ali. Masturbei a Samy até que ela jorrasse na minha mão, quase ao mesmo tempo que o Paulo gozava novamente.
E a Samy ainda tinha segredos. Sentada no sofá, ela elevou as pernas dele e ofereceu um beijo grego profundo. O Paulo arrepiou da cabeça aos pés, rendido. Vi quando ela usou os dedos com maestria, explorando lugares que ele nunca deixou ninguém tocar. Ele tentava dizer não, mas o corpo dizia sim. Pensei comigo: "Na próxima, vou garantir que ele receba essas linguadas sempre, porque ele goza e dorme, e eu quero minha parte!".
A noite terminou na piscina, às três da manhã, com mais cerveja e mergulhos nus sob o céu de dezembro. Descansamos às sete, exaustos e satisfeitos, sabendo que às meio-dia o churrasco oficial começaria. O Paulo não só aceitou o presente, como descobriu novos mundos. A Samy? Bom, ela provou que é a "piranha" mais gostosa e a melhor amiga que eu poderia ter.
