Abastecida por um Sorriso - Parte 1

Um conto erótico de Perla
Categoria: Heterossexual
Contém 507 palavras
Data: 25/06/2024 09:34:36
Última revisão: 14/03/2026 15:34:05

Sou a Perla. Aos 30 anos, sou uma mulher resolvida, casada, morena e com uma carreira de sucesso. Mas, como dizem, quem nunca sentiu o chamado de uma aventura? Os homens sempre se permitem, e eu decidi que também merecia. Fiz e, confesso, não me arrependo de um segundo sequer.

​Tudo começou com o Marconi, o frentista que sempre me recebia com um sorriso que parecia calibrar não apenas meus pneus, mas meu humor. Atencioso, ele limpava meus vidros com uma dedicação quase íntima. O cotidiano flexibilizou as formalidades e logo trocamos números. Marconi tinha uma lábia rara: elogiava com classe, criatividade e uma autenticidade que me desarmava.

​Um dia, passei no posto fora de hora. Eu usava um macacão de academia colado, daqueles que não deixam nada à imaginação. Ele me olhou de cima a baixo, hipnotizado pelas minhas curvas, e disse apenas: "Você está perfeita". Aquilo grudou na minha mente.

​Meu marido, que nunca foi de notar detalhes e nem gostava daquele posto, nem desconfiava. O "perfeita" do Marconi virou combustível para os meus sonhos mais eróticos. Sonhei que ele me usava como um veículo, me preenchendo com uma mangueira pulsante enquanto eu ficava de quatro, esperando ser "abastecida". Acordei com a calcinha encharcada, uma urgência entre as pernas que meu marido teve que saciar sem saber o real motivo.

​Marconi era a imagem do pecado: um negão alto, forte, de cavanhaque e mãos imensas que eu imaginava percorrendo meu corpo. Por baixo daquele uniforme, eu sabia que morava um homem safado. Comecei a deixar lanches pagos e gorjetas que ele recusava, virando sua fã declarada.

​Em junho, mês do aniversário dele, decidi que o presente seria inesquecível. Fui ao posto, estacionei e me fechei no banheiro dos clientes. Mandei uma mensagem dizendo que estava presa e precisava de ajuda. Quando ele bateu na porta, preocupado, eu o puxei para dentro com força. Ele murmurou algo sobre as câmeras, mas eu o silenciei com um olhar: "Sem reclamação, não há crime".

​Apaguei a luz, deixando apenas o filete de claridade sob a porta. Agachei diante dele, sentindo o cheiro de asfalto e masculinidade. Puxei sua calça e libertei aquele membro imenso, grosso e escuro. Comecei lambendo a cabeça, sentindo a textura, e logo o abocanhei como se minha vida dependesse daquilo. Como diz o ditado: "Galinha boa faz o pinto crescer". O pau expandia na minha boca até quase me sufocar, enquanto eu explorava suas bolas com a língua. Ele não aguentou muito tempo e gozou com vontade, um jato quente que atingiu meu rosto e meus óculos escuros.

​Limpei o que restava com a língua, sussurrando um "parabéns" debochado. Saí do banheiro, fui à gerência e elogiei o atendimento do Marconi, inventando que sou claustrofóbica e que ele me salvou de um ataque de pânico. Ele estava perplexo, em êxtase.

​Antes de sair, contei sobre o meu sonho da mangueira e sentenciei: "Quero que você me abasteça de verdade". Marcamos um motel e aquele dia foi, sem dúvida, o mais perfeito da minha vida.

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