Fiz de tudo para tirar minha carteira de motorista.

Um conto erótico de Hero sexy
Categoria: Heterossexual
Contém 2330 palavras
Data: 08/04/2023 23:07:47
Última revisão: 22/05/2026 02:51:37

O Acordo da Habilitação

Fiz tudo o que podia para conseguir passar no teste de motorista. Olá, sou o Daniel, tenho 30 anos e sou casado há 5 anos com a Luciana, uma mulher linda, inteligente, cheia de vida e que, para mim, sempre foi a mulher mais espetacular do mundo. Eu nunca fui muito bom com carros, nunca me interessei em aprender a dirigir e sempre achei aquilo tudo muito complicado e cheio de detalhes que não entravam na minha cabeça. Mas certo dia, apareceu uma oportunidade única no meu trabalho: para eu ganhar uma promoção e assumir o cargo de chefe geral de todos os setores, era obrigatório ter habilitação definitiva. Sem alternativa, fiz a minha inscrição na autoescola e comecei a frequentar as aulas no horário noturno, depois do expediente.

O meu instrutor se chamava Gustavo. Ele era um homem alto, forte, de físico definido, tinha 40 anos e estava separado há dois anos. Logo de início ele foi muito aberto comigo, me contou que já fazia dez anos que trabalhava como instrutor e que estava naquela mesma empresa há oito anos. Com muita conversa, ele acabou se gabando e me dizendo que pegava muitas alunas mulheres e também alunos, justamente por ser instrutor, por ter facilidade de conversa e por ser um homem bonito e atraente, como ele mesmo dizia. Ele tinha também um amigo de longa data, o Leandro, quase da mesma idade, um homem moreno, musculoso e muito seguro de si, que sempre andava com ele e que também trabalhava na área de trânsito, sendo ainda mais influente e respeitado.

Durante as aulas, Gustavo sempre se mostrava muito atento, usava todas as táticas possíveis para tentar me ensinar, me ajudava em tudo o que eu tinha dificuldade, realmente um ótimo profissional. Mas o problema era comigo mesmo: por mais que ele explicasse, por mais que eu tentasse prestar atenção, eu simplesmente não conseguia aprender nada, nada entrava na minha cabeça. As semanas foram passando e eu continuava do mesmo jeito, travado na direção, errando tudo, com medo de tudo. Foi então que, certo dia, após terminarmos a aula, ele me convidou para tomarmos umas cervejas num bar ali perto e eu aceitei, achando que era só amizade. Ele levou o amigo Leandro junto, que já estava esperando do lado de fora.

Ficamos lá bebendo e conversando por horas. Depois de termos bebido mais de dez garrafas, eu já estava bem bêbado e eles também estavam soltos e desinibidos. Foi nessa hora que Gustavo mudou o tom da conversa, ficou mais sério e me falou diretamente:

— Daniel, se você necessita tanto dessa carteira, eu vou ser sincero: você tem que se interessar mais, prestar atenção de verdade, senão vai ser reprovado com certeza. Eu conheço tudo do sistema, e com o seu desempenho atual, não tem a menor chance de dar certo.

Eu abaixei a cabeça, triste, pensando em tudo o que eu iria perder. Ele continuou, chegando mais perto, com a voz baixa e um sorriso estranho nos lábios, enquanto Leandro me olhava de um jeito que me deixava desconfortável e ao mesmo tempo intrigado:

— Mas existem outras formas de ser aprovado, meu amigo. Basta ser mais flexível, entender as regras do jogo. E o melhor: você não vai precisar gastar dinheiro com propina nem nada disso. O que nós queremos não é dinheiro, e sim algo que você tem e que nós desejamos há muito tempo.

Eu olhei para ele, confuso, e sorri perguntando:

— Tá bom, mas então como é que faz? O que vocês querem que eu faça para passar?

Ele me olhou firme, dos pés a cabeça, e disse, enquanto Leandro concordava com a cabeça e sorria maliciosamente:

— Mas para isso, você deverá ser um cara muito aberto, entendeu? Mais acessível às coisas. Eu e o Leandro podemos facilitar muito a sua vida, mas tem um preço. E não é caro, depende só de você e do que você está disposto a fazer para crescer na vida.

— Ok — respondi, sentindo um frio na barriga — então o que eu devo fazer? Diz aí.

Gustavo chegou mais perto ainda, bem devagar, e soltou tudo de uma vez, sem vergonha nenhuma, enquanto Leandro ficava ao lado, observando e sorrindo:

— Na realidade, Daniel, eu e o Leandro temos um desejo, uma vontade louca que não sai da nossa cabeça há meses: nós dois queremos a sua mulher. A Luciana. Nós olhamos para ela sempre que passamos na porta da sua casa, sempre que vemos ela na rua, e sonhamos em ter ela para nós dois, ao mesmo tempo. Ela é o tipo de mulher que nós sempre quisemos, bonita, cheia de curvas, mulher de verdade. E também queremos você. Queremos que você nos dê prazer, que sirva os dois, como um homem deve fazer para quem pode dar o que você precisa.

Eu gelei na hora, sentindo o sangue sumir do rosto:

— Que isso tem haver com a minha carteira, Gustavo? Vocês estão malucos?

— Tudo — ele respondeu, firme — é que isso seria a forma de pagamento, o preço da sua habilitação. A proposta é essa: você vai nos chupar, vai provar do nosso gosto, mas não é só uma vez não. Vai ter que ser por dez dias seguidos, sempre no final da aula, bem ali na frente da sua casa, dentro do carro, onde qualquer um poderia ver se passasse perto. E mais: achou que era só chupada? Que nada. Nós também vamos te foder, os dois, bem ali mesmo no carro, estacionado na sua porta, sem pressa, de todas as formas, até você não aguentar mais. Depois disso, você nos deixa sozinhos com a Luciana. E a sua carteira sai rapidinho.

Eu fiquei furioso na hora, achei um absurdo, uma sujeira, e mandei eles calarem a boca, disse que eram uns doentes, que nunca na vida eu iria aceitar uma coisa dessas. Nas quatro aulas seguintes, nós não trocamos uma palavra sequer, eu só fazia o que ele mandava na direção e ia embora, com raiva deles e de mim mesmo. Chegou o dia da prova prática e, como já era esperado, eu fui reprovado com a pior nota que já existiu. Gustavo e Leandro me olharam com um sorriso de deboche na hora de me entregar o resultado, como se já soubessem que aquilo ia me fazer mudar de ideia.

Voltei para o trabalho, contei tudo para o meu chefe e ele foi categórico:

— Se você quiser mesmo o cargo de chefe geral, o salário bom, o carro da empresa e todo o prestígio, você tem 30 dias para arrumar essa habilitação, do jeito que for. Se não, infelizmente terá que continuar no cargo que está, ou até procurar outra coisa.

Passei dias pensando em tudo, no que eu iria ganhar e no que eu iria perder se não conseguisse. Pensei na Luciana, nos nossos 5 anos de casamento, na vida confortável que nós teríamos, e também numa coisa que eu nunca tinha coragem de admitir nem para mim mesmo: só de imaginar a cena, de ser dominado por eles bem na frente da minha própria casa, de saber que eu iria servir dois homens daquele jeito onde todos podiam ver, o meu corpo já reagia, o meu pau já endurecia escondido, uma mistura de vergonha, medo e uma puta curiosidade. Resolvi voltar à autoescola, refiz a minha matrícula e pedi expressamente para ser aluno do mesmo instrutor de antes.

No dia da primeira aula de volta, olhei para eles, respirei fundo e perguntei direto:

— Então, como é que vocês querem que seja? Eu aceito tudo.

Eles abriram sorrisos enormes, daqueles de quem já tinham ganhado tudo:

— Assim que se fala, Daniel. Começamos amanhã mesmo. Dez dias, sem faltar um dia sequer. E tudo bem visível, bem ali na sua porta.

E começou o meu calvário que virou vício. Todos os dias, logo após terminar a aula, Gustavo estacionava o carro bem em frente ao meu portão, desligava o motor e abria a porta de trás. Eu tinha que ir para lá imediatamente, sem reclamar, e me ajoelhar no chão ou sobre o banco, à disposição dos dois. Eu achava que era só chupada, como eles tinham falado no começo, mas mal sabia eu o que estava por vir.

No primeiro dia, eu só os chupei, um de cada vez, sentindo o tamanho e a grossura deles, deixando eles brincarem com a minha boca e com a minha garganta. Mas no segundo dia, depois de eu já ter enchido a boca com Gustavo, ele me mandou deitar no banco de trás, com o bumbum levantado e as pernas bem abertas.

— Achou que era só chupada, Daniel? Agora é a vez da sua bunda — disse ele, abrindo o zíper e se aproximando.

Os paus deles eram realmente enormes, muito grandes, muito grossos, duros e cheios de vontade. Gustavo foi o primeiro a entrar, enfiando tudo de uma vez, sem dó nem piedade, bem ali estacionado na frente da minha casa. Doeu no início, mas a dor logo se transformou num prazer que eu não conhecia, uma sensação de estar sendo totalmente dominado e usado. Ele socava forte, fundo, ia até o fim, e quando ele cansava, saía devagar e dava lugar para Leandro, que era ainda maior e mais grosso, enchendo o meu cu de novo, me deixando todo aberto, úmido e sensível.

Ficávamos assim todos os dias, por quase uma hora sem parar, bem ali, onde qualquer vizinho que passasse ou olhasse pela janela poderia ver o carro balançando ou até mesmo eu com a cabeça abaixada servindo eles. Eles me foderam de todas as formas: de frente, de costas, de lado, um chupando enquanto o outro comia, se revezando sem pressa nenhuma. O meu cu ficou tão aberto, tão acostumado com aquele tamanho, que eu sentia tudo escorrer para fora, latejando e arranhado, mas eu nem ligava mais. Eu só queria mais e mais.

Quando já estavam quase gozando, eles me puxavam de novo para a frente, um de cada lado, e mandavam eu abrir bem a boca. Gozaram os dois várias vezes dentro da minha boca, muita porra, branca, quente e grossa, escorrendo pelo meu rosto e pelo pescoço.

— Engole tudo, Daniel. É o seu pagamento — mandava Leandro, e eu engolia tudo, sem deixar nada sobrar, sentindo o gosto forte deles descer pela garganta.

Foram dez dias assim: todo dia, na mesma hora, na frente da minha casa, eu me entregava aos dois, chupava, levava pica na bunda, era usado e abusado por aqueles dois paus monstros. Eu saía de lá todo dia com as pernas bambas, o cu doendo e aberto, o gosto deles na boca, e pra falar a verdade... eu gostei muito. Gostei da sensação de ser propriedade deles, de saber que eu aguentava tudo aquilo aos meus 30 anos, de ser um homem novo servindo a outros homens mais experientes e fortes. E no fundo, bem no fundo, eu já estava querendo fazer tudo de novo, mais uma vez, e quantas vezes mais eles quisessem.

No último dia, quando terminei de levar a última carga dos dois, Gustavo arrumou a calça, olhou para a porta da minha casa e disse:

— Agora é a parte final, Daniel. Hoje à noite, nós entramos, ficamos com a Luciana, e amanhã cedo, a sua carteira está na sua mão. Você cumpriu a sua parte direitinho, melhor do que eu esperava.

Eu desci do carro, as pernas ainda tremendo, sentindo o vazio e o latejar da minha bunda que tinha sido tão bem usada. Olhei para a porta de casa, sabendo que agora era a vez da minha mulher. E o pior, ou melhor: eu não me sentia humilhado, eu me sentia completo. Eu tinha servido dois homens fortes, tinha provado do seu poder, e mesmo com tudo isso, eu só conseguia pensar em quando seria a próxima vez que eu iria sentir aqueles paus enormes me fodendo de novo bem ali, na frente da minha porta.

Quando eles chegaram, não demorou nada para começarem. Eu fiquei só olhando, admirado e cheio de tesão. Ela estava muito feliz, realizada, completamente satisfeita, deitada na cama com as pernas escancaradas, com dois paus enormes atolados na sua bucetinha, gemendo alto de prazer, enquanto eles se revezavam e enchiam ela de amor. Parecia até que ela tinha nascido para aquilo, tão bem que ela se encaixava nos corpos dos dois.

Quando Gustavo terminou com ela, ele desceu direto para a sala, onde eu estava esperando, e nem me deixou respirar. Me fez ajoelhar ali mesmo e fiquei chupando ele a noite toda, até o amanhecer. Ele me fodeu de todas as posições que existiam: de frango assado, de ladinho, de quatro, não parou um segundo sequer. Teve hora que ele ainda me obrigou a chupar o seu cu, enquanto ele chupava o meu, numa troca de prazer que me deixou maluco. Eu gozei tantas vezes, de tantas formas, que quando o sol apareceu, eu estava completamente acabado, sem forças nenhumas.

No dia da prova, eu fui sozinho, sem a ajuda e sem a presença deles. Para a minha surpresa, eu acabei passando! Consegui tirar a habilitação por mim mesmo, com o esforço que eu tinha feito durante todo esse tempo, e não precisei mais de nenhum favor ou interferência deles. Mas o acordo tinha sido feito, e o gosto ficou.

Hoje em dia, às vezes eles passam aqui, param o carro na porta e vêm buscar ela. Ela vai toda alegre, se arruma toda, e os dois levam ela direto para o motel. Eu que abro a porta, eu que ajudo ela a se arrumar, e fico aqui esperando, já sabendo que quando ela voltar, vai vir ainda mais realizada, com o cheiro deles no corpo e um sorriso de quem tem tudo o que quer. E eu, que sou seu marido há 5 anos, só tenho a agradecer por ter encontrado eles, e por saber que posso continuar servindo sempre que eles chamarem.

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