Fazia exatamente um ano que experimentei a minha primeira vara; tinha-me convertido completamente àquele prazer de um pau a me foder; praticamente já não transava com garotas. O meu pai e os meus irmãos já começavam a desconfiar de que eu andava diferente, mas eu me mantinha discreto. Os meus únicos parceiros de foda continuavam a ser o meu vizinho Brian e o meu melhor amigo John, mas as coisas não iam bem. O Brian era como eu, adorava ser enrabado e só me fodia se eu o fodesse depois; ele estava era completamente viciado na vara do meu irmão, e o meu irmão no cu dele; era difícil ele ter tempo para mim. O John passava todo o tempo a namoriscar e, embora adorasse me foder, a sua preferência continuava a ser foder as suas namoradinhas, por isso passavam dias em que eu não tinha uma foda de jeito. Foi então que decidi que tinha de encontrar um novo cara. Um cara que me quisesse foder sempre, e que ele fosse só meu e eu só dele.
Eu trabalho num escritório de advocacia, sou recepcionista, e num dia normal de trabalho, estava eu distraído a pensar na minha vida quando o filho do meu patrão, o Roberto, que era da minha idade, passou por mim e me chamou até o seu escritório para conversarmos um pouco. Ele ainda estudava, mas, como seu pai era um advogado poderoso, tinha arranjado um estágio na própria firma para ele ir ganhando experiência. Ele é um cara normal, bonito, muito atraente e muito simpático; sempre me tratava muito bem. Fui, então, até a sua sala ver o que ele queria.
- Senta aí um pouco, Luís – eu me sentei numa cadeira junto à sua mesa e ele se sentou perto de mim, em cima da mesa; apesar de ele ser filho do patrão, nós tínhamos nos tornado amigos – eu tenho andado intrigado contigo, ultimamente andas sempre triste, já não és o cara alegre que eu conheci quando vieste trabalhar aqui.
- É impressão tua – ele tinha razão, eu andava triste mesmo, pois os meus dois machos quase não ligavam para mim.
- Podes confiar em mim e contar‑me o que se está passando, eu sei que se passa algo contigo.
- Não se passa nada, só coisas de… – não lhe ia contar que andava com falta de pau.
- Problemas com as namoradas?
- É mais ou menos isso – respondi, meio envergonhado.
- Então é isso, cara, eu bem que desconfiava, mas não precisas ficar assim, cara; há muita mulherada à solta por aí, que daria tudo para ter um cara como tu – ele falou isso me olhando nos olhos e eu senti que ele estava falando dele mesmo; aliás, eu desconfiava há algum tempo que ele tinha um fraquinho por mim, mas não tinha a certeza, e naquele momento senti um clima entre nós.
- Achas mesmo? – e coloquei uma mão na sua perna para testá-lo.
- Tu não tens noção do quanto és um cara atraente? – Já não tinha dúvidas, ele estava a dar em cima de mim. Eu fiquei todo empolgado, eu também tinha um fraquinho por ele.
- Ultimamente não – comecei a passar a mão na sua perna.
- Nossa, tu és do tipo que até deixa os outros caras de pau duro!
- Que é isso, Roberto? Só falta dizeres que eu te deixo de pau duro?
- A toda hora, cara – ele disse isso muito envergonhado.
Era o que precisava ouvir; o cara que eu andava procurando tinha estado todo o tempo bem perto de mim e eu nunca tinha reparado; também não podia ter adivinhado, pois, embora desconfiasse, o Roberto nunca tinha me dado qualquer indício de que era gay. Eu dei logo em cima, puxei-o pela gravata até junto de mim e beijei-o, mas ele se assustou.
- Nossa, Luís, me apanhaste de surpresa, nunca pensei que…
- Que também me deixasses de pau duro, rsrsr… – eu andava com tanta fome de vara, que nem pensei no risco que estava correndo dando em cima do Roberto da forma que eu estava dando.
- Não era bem isso que eu ia dizer… – ele estava todo atrapalhado.
- Tranquilo, o que importa é que parece que temos muito tesão um pelo outro – apertei o seu pau por cima da calça – tua vara está bem dura, rsrs… – e comecei a desabotoar a sua calça; coitado, ele ficou ainda mais atrapalhado.
- Eu preciso que tu me fales, cara. Tu também és viado?
- Completamente, rsrsr… – abaixei as suas calças e a sua vara saltou bem dura para fora, e eu, que andava tão desejoso por pica, não perdi nem um segundo e comecei logo a chupá‑lo.
- Nun… ca… i… ma… gi… ne… i… i… aiii… caralho, mas tu és dos bons – ele ainda estava muito atrapalhado, mas eu não.
- Uhmmm, tu és muito tesudo, uhmmm… – a vara dele era muito gostosa, a cabecinha era salgadinha e soltava muitas gotinhas de porra. Eu engolia a sua vara todinha com muito tesão.
- Espera aí um pouco, cara!
Ele foi trancar a porta do escritório por precaução, depois começamos a nos beijar, a tirar as nossas roupas até ficarmos pelados. Ele pelado era um tesão, corpo lisinho, atlético, era um cara perfeito; enquanto nos beijávamos, explorávamos com as mãos o corpo um do outro e fiquei ainda mais com tesão quando ele começou a explorar a minha bundinha. Passado um tempo, ele me encostou na secretária e se ajoelhou na minha frente e agarrou no meu pau.
- Este tesão todo é por mim?
- Claro!
Ele então começou a me chupar, e chupava bem gostoso, cheio de vontade, conseguia engolir o meu pau todo e brincava com a língua na cabecinha, conseguiu-me fazer gemer de prazer, mas o meu objetivo era outro: eu queria que ele me fodesse logo, o meu cu já estava a mil.
- Aiii, Roberto, a chupada está muito gostosa, mas eu estou morrendo de vontade que tu me fodas.
- Eu vou já tratar disso, rsrsr…
Ele também estava super excitado; ainda de joelhos, agarrou logo nas minhas pernas e as levantou, fazendo com que eu ficasse deitado de costas na mesa; depois abriu-as de forma que a minha bunda ficasse toda escarranchada.
- Tu gostas de levar com uma boa vara no cuzinho, é?
- Adoroooo…
- Jamais poderia imaginar que tu gostasses!
- Por quê?
- Porque caras como tu gostam de foder, não de ser fodidos, rsrr…
- Eu já fui assim, adorava foder, só até descobrir o quanto é mais gostoso ser fodido, e nunca mais parei.
- Eu adoro foder e ser fodido, mas com um cara gostoso como tu eu gosto mesmo é de foder, e quero te foder muito, rsrsr…
- Então me fode logo, cara, que eu estou morrendo de tesão para ter esse caralho gostoso atolado no meu cu.
Ele se jogou para cima de mim e me beijou, mas me beijou com um beijo de tirar o fôlego.
- Eu te adoro, cara, te adoro muito, sempre te adorei, ainda mal consigo acreditar que te tenho aqui nos meus braços cheio de tesão por mim.
- Pois podes acreditar, sou todo teu, rsrrsr… – e voltou a me beijar, ainda com mais intensidade.
O Roberto era super carinhoso; quando terminou de me beijar, voltou a se ajoelhar na minha frente, abriu as minhas pernas e enfiou a língua no meu cu. Foi uma sensação maravilhosa.
- Unuhmmm, nossaaaa, que delíciaaaa – ele fodia o meu cu com a língua.
- Este teu cuzinho é delicioso, não para de piscar!
- É o meu tesão para ser fodido por ti.
- Tu deixas-me maluco – ele começou a passar o dedo na portinha do meu cu, forçou um pouco e começou a me foder com o seu dedo, e eu urrei de tanto prazer.
- Uhmmm, caralhooooo, que dedão…
- Que cu guloso, rsrsr…
- Me fode, cara, por favorrrrrrrr… – eu já não aguentava mais, queria pica.
- Então fica de quatro, seu guloso, que eu já vou mandar vara neste cu gostoso.
Eu me levantei rápido, dei‑lhe um beijo e me coloquei de quatro numa cadeira, arrebitei bem a minha bunda e, com as minhas mãos, abri o meu cunhinho para ele.
- Vai, Robertão, mete logo essa vara gostosa.
- Nossa, como tu és assanhado, nem dás tempo para eu colocar a camisinha – mal colocou a camisinha, ele mirou a sua vara ao meu cu e começou a enterrá-la no meu cu. Foi um momento simplesmente delicioso; ter aquela vara nova me arregaçando era bom demais.
- Aiii… caralhoooo, mas que delíciaaaaa – ainda só tinha entrado a metade e eu já berrava de tesão, o que por si só já era incrível; aquela sensação de estar sendo fodido e ainda por cima por uma vara nova.
- Que cu mais gostoso… Isso empina mais essa bunda!
- Uhmmm, nossa, que delícia, enfia tudo, uhmmm, enfia, vai…
- Tu assim me deixas doido!
- Mete, seu safado, mete, me fode gostoso, cara, uhmmm, isso... - eu sentia o pau dele a escorregar pelo meu cu adentro - uhmmm.... que delíciaaaaaa...
- Mas que assanhado, toma tudo, seu guloso… - o pau dele entrou todo e ele começou logo a socar o meu cu, um tesão.
O Roberto me dava estocadas fortes e fundas na minha bunda; eu gemia que nem um doido. Embora ele me dissesse também só safadezas, ele mantinha a calma, me fodia como queria e estava me proporcionando muito prazer.
- Ai, cara, que delícia, tu fodes gostoso demais…
- Que tesão, seu assanhado… nossaaaa…, eu quero ver essa tua cara de prazer enquanto te fodo.
Trocamos de posição rapidamente, eu deitei na sua mesa, ergui as minhas pernas, ele me puxou para perto dele e começou a me foder de novo.
- Issooo, mete aí, que delíciaaaa…
- Caralho, tu gostas mesmo de levar vara no cu!
- Nem imaginas o quanto. Mete, me fode muitooooo, me fode gostoso, que eu adorooooo...
- Estou vendo, seu assanhado, toma vara seu gostoso – e começou a me beijar, enquanto mandava vara bem forte no meu cu.
Estávamos os dois em êxtase, completamente suados, e senti que a respiração dele começou a ficar mais ofegante.
- Não tardará nada, eu vou gozar. Queres provar o meu leitinho, seu guloso?
- Quero! Mas aguenta até que eu goze com a tua vara no meu cu, também estou quase gozando.
Não foi preciso muito tempo para eu estar urrando e a gozar um montão de porra em cima do meu peito; ainda não tinha terminado quando ouvi:
- Vem rápido, cara, aiiiii, caralhoooooo, que tesãooooo – eu me ajoelhei rápido na sua frente, mas nem deu tempo de eu mamar a sua vara; ele começou a gozar na minha cara, foi porra para todo o lado, fiquei com a cara toda melada.
- Nossa, hummm… tanta porra, uhmmm… – ele levou a sua vara à minha boca e eu comecei a chupá-la.
- É todinha para ti, rsrsr… isso, chupa a minha vara, uhmmm, chupa, não desperdices nada… uhmmmm…
Mamei bem gostoso a sua vara toda melada; nossa, adorei a sua porra, era salgadinha, muito gostosa e, mesmo depois de ele ter melado a minha cara, ainda continuava a sair leitinho da sua vara.
- Isso, seu guloso, toma todo o meu leitinho, uhmmm…
- Nossa, esta vara jorra leite para caralho, uhmmm…
- Delícia, né?
- O teu leitinho é bem delicioso, rsrsr…
- A partir de agora, quando quiseres, é só pedires, rsrsrs...
Ele foi passando o dedo indicador pela porra espalhada na minha cara e depois me dava o dedo para eu chupar; eu adorei aquilo. Quando já não havia mais porra, me levantei e começamos a nos beijar.
- Cara, foi a melhor foda da minha vida. Por favor, repete. Diz-me que tu também és mesmo viado, que eu não estou sonhando.
- Tu não estás sonhando, Roberto, e eu estou mesmo aqui agarradinho a ti!
- Então eu nunca mais te vou largar, tu és o cara que eu estava procurando!
- Tu também és o cara que eu estava procurando, rsrsrs... – ficamos nos beijando por muito tempo, não conseguíamos desgrudar um do outro.
Tinha sido uma foda incrível, e até hoje não mais larguei o Roberto; estamos namorando e é público. Para ele foi fácil, pois a sua família já sabia que ele era viado; eu tive que contar à minha e, para meu espanto, não foi nenhuma novidade. O meu irmão Tiago soube desde o primeiro dia qual tinha sido o resultado da foda entre mim e o Brian e já tinha alertado o meu pai que eu estava virando florzinha, mas o mais importante é que eles gostam de mim como eu sou e eu levo uma vida muito feliz ao lado do meu grande amor, o Roberto.
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