O Jovem motorista da empresa dos meus pais

Um conto erótico de Luan Schindler
Categoria: Homossexual
Contém 1725 palavras
Data: 24/11/2017 18:57:11
Assuntos: Gay, Homossexual

Ola meu nome é Luan tenho 18 anos moro em Jundiaí.

Hoje vou contar uma aventura completamente diferente que aconteceu comigo.

Na semana passada passei a ajudar meus pais na empresa, eles são judeus e na cabeça deles a melhor forma de ajudar alguém é lhe dando um emprego, e como eu queria muito um objeto eletrônico extremamente caro, a ideia veio da minha mãe:

— Sai da faculdade e vai direto pra empresa.

A empresa fica próxima à Vila Guilherme e da faculdade até lá é bem longinho, meu pai muito sábio solicitou que o rapaz que trabalha lá me pegasse na faculdade todos os dias. Ao contrário dos meus colegas de faculdade eu nem ligo se vão me buscar de Kombi, de van ou de Porsche, não tenho a mente presa nisso, quando comentei com um amigo meu que iria trabalhar 15 dias para comprar o celular novo ele riu e me chamou de idiota, imagina que ele faria aquilo, e até se afastou um pouco de mim na faculdade, só que valores recebemos em casa e não na rua e cada um tem o seu próprio valor.

No primeiro dia fiquei frustrado porque meus pais me avisaram que não seria possível eu ir de carro pra empresa, sou sincero em dizer que andei de ônibus 3 vezes e quando meu avô era vivo, peguei o Uber e fui direto pra firma, chegando lá a bronca veio a cavalo:

— Luan, se você fosse um dos trabalhadores da empresa, chegaria a esse horário e de motorista?

— Mãe, vim de Uber, não sei andar de ônibus. E me calei imediatamente.

— Aconteceu um grande imprevisto e precisamos demitir o motorista, vem um novo ainda hoje conversar conosco, amanhã você já se prepara para ajudar ele nas entregas.

— Ok.

Fiquei lá embaixo ajudando as pessoas que empacotam as mercadorias para entrega e com a demanda do final do ano cresce muito as vendas, o dia passou mais rápido do que de hábito e logo deu a hora dos funcionários irem embora. A transportadora é bem grande e logo precisam de muitos motoristas, como não tinha prática em entrega fiquei com o motorista que leva as cargas no carro menor, aqueles caminhõezinhos que andam pela cidade. Subi ao escritório para esperar os meus pais quando vi saindo um rapaz de mais ou menos 25 anos, loiro, com uma barba ralinha, estatura média, era meio encorpadinho e tinha uma cara de safado e um volume considerável na calça. Minha mãe vinha atrás do rapaz e logo me disse: esse é o Robson, seu novo chefe, Luan. Cumprimentei ele com um aperto forte de mão e a voz grossa logo saiu:

— Olá, rapazinho, amanhã te busco na faculdade, ok?

— Ok, prazer em conhecer.

— Não dá moleza pra Ele, hein, Robson.

— Deixa comigo, senhora.

Na hora que ele estava saindo da empresa ele me olhou com uma cara muito de safado e sei lá, me arrepiou todo.

Dia seguinte quando saí da faculdade lá estava ele com o caminhãozinho da empresa:

— E aí, moleque, beleza?

— Beleza, Robson.

— Trouxe seu uniforme, se troca lá atrás antes de nós almoçarmos, temos entrega o dia todo.

— Poxa vida, achei que ia passar na empresa.

— Não vai rolar.

A ordem era essa, então fui lá pro baú e me troquei. Vi que ele ficou meio que me entreolhando e eu acabei que deixei a cueca meia abaixada e apareceu um pouco da minha bundinha. Vai que não era paranóia minha e ele realmente estava me olhando.

Os dois próximos dias correram bem, e começamos a ficar mais próximos. Acabei descobrindo várias coisas a respeito dele, por exemplo, que ele tinha um filho e estava separado da esposa, foi pai jovem e gostava muito de comer as menininhas por aí. Direto saía com uma puta ou algo do gênero. Um dia aconteceu um fato muito estranho: fomos fazer uma entrega e era perto de casa, acabei passando em casa para pegar alguns documentos que meus pais pediram e como precisava baixar, digitar e tal, pedi que ele esperasse no carro. Quando eu voltei pro caminhãozinho ele estava de pau duro marcado no uniforme e o carro com aquele cheiro de rola. Fiquei zoando ele e ele me olhou nos olhos bem sério e disse:

— Se eu quisesse te comia fácil, ia fazer você se arregaçar no meu pauzão, dá pra ver de longe a sua cara de viadinho.

O susto foi tão grande que acabei me distanciando dele, sei lá porque ele estava tão bravo.

Ele pediu desculpas pelo ato e acabamos firmando a amizade. Ele vivia me chamando no WhatsApp dizendo que estava comendo uma putinha naquele momento e eu ria. Um dia ele me chamou, era quase 3 da manhã:

"...Luan, quer ver a minha caceta dura?..."

Mandi só um RS e logo veio a foto da rola dele branquinha, enorme, com um monte de pentelhos, era meio torta e bastante grossa. Bati umas 4 punhetas pensando nele e não consegui mais dormir. No dia seguinte ele me pediu desculpas, disse que estava bêbado e que deveria parar de mandar mensagem pra mim, que a qualquer hora poderia perder o emprego.

Quando estava chegando na quinta-feira meus pais vieram conversar comigo, perguntar do serviço e se o rapaz era bom de volante e se entregava tudo rapidinho. Disse que vários clientes ligaram e parabenizaram o serviço dele, contei que ele realmente precisava, disse que pagava aluguel e que tinha um filho pequeno e tal. Meus pais estranharam ele não falar, pois esses pagamentos de pensão são feitos diretamente na folha de pagamento, e falei que ele e a ex-esposa são bem resolvidos e que ele paga direitinho, até mais do que o juiz iria determinar. Meus pais são bem religiosos e qualquer apoio à família pra eles é válido, então a ideia da minha mãe quase me deixou gago:

— Tenho alguns planos pra ele. Desde que abrimos a filial precisamos de alguém pra levar e buscar documentos na contabilidade, no advogado e assim vai. Então a partir de amanhã ele passa a morar na casa conjugada (aqui no condomínio) e passa a ficar mais próximo de nós, assim você tem um exemplo de amigo e um motorista até que você tire a habilitação.

Quando contei pra ele quase chorou, disse que morava bem longe e o aluguel era um dos pesos na vida dele. Explicamos as regras da casa e acreditem, são bem rígidas. Meus pais autorizaram ele a buscar as coisas dele e eu fui junto.

Quando chegamos era um quarto e cozinha que tinha uma cama, um criado-mudo, TV, DVD, um notebook e muita bagunça. E dentre isso tinha algumas revistas de mulher pelada e muito papel higiênico jogado pelo quarto. Cheirava a homem aquela casa e sei lá, fiquei excitado de estar ali sozinho com ele. Em meio a tudo isso começou uma chuva bem forte e precisamos esperar ela passar pra poder continuar a colocar as coisas no caminhão. Ele se acomodou na cama e pediu que eu ficasse à vontade, sentei na ponta da cama e peguei uma revista do chão, estava meio colada e sei lá porque aquilo me dava tanto fogo. Fui folhear a revista e ele logo veio perto de mim olhar também e começou a falar meio sussurrando: "...nossa, que rabão dessa mina... minha rola aí dentro ia fazer um estrago..." e começou a alisar o brinquedo. Por ajuda do destino a luz acabou em meio àquela pancada de chuva. Meu rosto queimava de tanto tesão, aquele homem com jeito de moleque sacou o brinquedo pra fora e começou a punhetar. A casa meio escura, só ouvia o barulho e sentia o cheiro, conseguia ver a silhueta dele em meio à escuridão, o movimento daquele braço forte. Não sei quanto tempo observei aquilo, mais acabei tirando o pau pra fora também e batendo uma. E em meio aquilo ele chegou mais próximo de mim e disse:

— Pega aqui?!

— Não é certo!

— É curtição, já faz tempo que penso em tudo que anda acontecendo, esse cheiro de menino rico e essa inocência e os traços de garoto me faz pensarem você sentando na minha rola todos os dias.

Deixe a coisa acontecer. Peguei no grande pau do motorista, talvez era o maior desafio que eu iria enfrentar: grande, grosso, torto e muito atrativo. Nem sei como a mulher dele foi capaz de deixar ele. Passei a punhetar aquele mastro e depois coloquei o que consegui na boca, mamei tão bem que ele gozou tudo na minha cara.

A pegada a seguir foi forte, ele tirou todo o resto da roupa e tirou a minha também, me levou pro chuveiro e fez eu tomar um banho com aquela tora roçando em mim. De vez em quando ele tentava dar uma encaixada, mais não dava certo, e eu sentia muita dor. A água gelada e o banho escuro não me impediram de ficar mais desinibido ainda, então fiz ele sentar em uma cadeira que estava próxima do vaso e sentei no colo dele. Parecia que ele tinha se surpreendido com tamanha desenvoltura, sei lá o que me deu na hora, mais beijei aquela boca safada e foi um dos beijos mais gostosos da minha vida. Que moleque safado, ele me pegou pelas pernas e me levou pra cama, me colocou de quatro e só conseguia olhar o clarão que vinha por baixo da porta da cozinha e sentia as estocadas dele. Que homem era esse? Ele tinha um jeito de me foder que eu jamais havia sentido. E enquanto ele me comia ele falava:

— Que apertadinho, agora vai me dar todo dia, né, viadinho? Deu um jeito de me levar pra sua casa pra se fartar com esse macho, né?

Talvez ele tinha razão, eu pensava em tudo isso quando meus pais deram a ideia de ter alguém tão próximo de nós.

Ele gozou no meu rabinho e fez eu limpar a roda dele todinha. A chuva ainda caía e ele ainda aguentava mais um pouco, então deitamos até ele se recompor e me arrombar novamente.

Acabamos de levar a mudança dele e nem de perto aqueles móveis faziam algum sentido na casa conjugada.

Quando terminamos de guardar tudo ele já estava cansando e foi tomar banho. Achei melhor não incomodar e acabamos não fazendo mais nada até hoje.

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Comentários

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https://kxcontos.blogspot.com.br/ novo site galera! Visitem! contos e muita putaria

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UM EXCELENTE COMEÇO MAS NÃO GOSTO DE FATO DESSES TRATAMENTOS DE VIADINHO DE PUTINHA ETC ETC ETC COM QUE OS HETEROS SAFADOS TRATAM OS PASSIVOS. É DEPRIMENTE. LAMENTÁVEL.

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