No dia seguinte ele me acordou para irmos à praia, disse que havia marcado com uns amigos num quiosque. Peguei um fio-dental branco e entrei no banheiro para me lavar. Mas primeiro, tampei o vaso e coloquei um espelho pra ver como estava o meu cuzinho, ao sair o tarado mandou eu tirar o biquíni. Sem entender muito bem o que ele queria, atendi seu pedido, e ele continuou:
- Vadia que se depila toda que nem você não usa biquíni com forro. Quero essa buceta bem marcada!
Com uma tesoura ele tirou o forro do biquíni e do sutiã também. Vesti novamente e vislumbrei que, um biquíni branco, quando molhado, ficaria super transparente, mas... Não estava em condições de exigir nada, e assim fomos à praia. Chegando ao tal quiosque rolava um pagode, fui apresentada aos seus amigos, todos jogadores de futebol também, cada um com sua loira. Fiquei espantada! Já tinha ouvido falar que jogadores de futebol têm certa predileção por loiras, mas ali tive a confirmação. César ficou um pouco destacado conversando com seus amigos. Estendi minha canga na areia e deitei. Conversava com algumas das meninas, mas, tomada pelo calor do sol de janeiro, fui dar um mergulho. Me refrescava na água quando César veio ao meu encontro. Ficamos dando uns amassos, porém não dava pra ir muito além pois a praia estava cheia, sábado de verão no Rio, já viu né?! Só levei uma dedada na buceta e não tive como retribuir colocando seu cacete pra fora da sunga, limitei-me a apertar gostoso a cabeçorra do tarado que estava em ponto de bala. Ao sairmos da água ele fechou ainda mais a cortininha do meu biquíni atrás, deixando tudo dentro da minha bunda, e puxou bem pra cima a parte da frente de modo a deixar a xota toda marcada.
- Vai na frente! – ele disse.
Caminhei em direção à minha canga reparando nos olhares dirigidos a mim. César ficou parado na beira do mar observando. A cada passo que eu dava, a parte da frente do biquíni, sem forro, ia se instalando entre os lábios da buceta, deixando minha racha totalmente delineada. Deitei novamente na canga, agora de bundinha pra cima. O pagode rolava solto quando um dos caras veio até onde estávamos e nos chamou. Fomos na direção deles, perto do calçadão:
- Pô, dança aí pra gente, você só fica lá longe torrando no sol?! Tâmo quase no carnaval, pô! – exclamou um dos caras.
Olhei pro lado e as meninas começaram a ensaiar uns passinhos. Assim como César, seus amigos tinham entre 20 e 25 anos, eram altos e bem fortes. Todos com brincos de brilhante, cordões de ouro e sungão. Aquele estilo bem ‘faveladinho’, mas com dinheiro, muito dinheiro. A coisa foi ficando mais descontraída, nos deram bebida e nós sambávamos mais soltas. Eu, pra variar, abusando do rebolado, quando dos caras gritou:
- Aí, Cesinha, é essa mermo?!
Dito isso, apontou a tela do smartphone em sua direção. Era um site de fofocas que trazia uma matéria comigo mais algumas fotos sensuais, sob o título: “A nova musa da ‘escola x’ arranca suspiros nos ensaios”. César veio na minha direção com o iPhone na mão e abraçou-me como se estivesse exibindo um troféu:
- É essa mermo, parcêro! Não disse que eu ia pegá, taí ó! Pego e venho mostra pros amigo! – caiu na gargalhada.
Com a mesma mão que me abraçava ele forçou para que eu desse uma voltinha. Nunca havia sido exibida dessa maneira. Ele não estava me dando moral, mas sim me diminuindo, mostrando aos amigos que ele era ‘o cara’ e eu um objeto qualquer. Mesmo sem graça forcei-me a sorrir, não podia perder o rebolado ali, mas por dentro morria de raiva dele... Moleque escroto! Me sacaneando!
Assim que a música parou sai do grupo e cai no mar, César veio por trás me abraçando, roçando o cacete duro na minha bunda, chamado de gostosa, tesuda, que queria meter... Virei e olhei séria pra ele, mas antes que eu começasse a falar ele tomou a dianteira:
- Naquele dia na quadra da escola quando eu quis trocar ideia contigo você não falou pra eu me colocar no meu lugar? Então! Tá reclamando do que? Não esqueci não!
- Mas eu reclamei de alguma coisa?! - retruquei.
Me segurando pelo queixo ele continuou:
- Vamos mais lá pro fundo que eu quero roçar meu pau nessa rabão.
Adoro homem mandão e marrento. Submissa e resignada caminhei em direção ao fundo, chegou num ponto que não dava mais pé pra mim, só pra ele. O safado me abraçou por trás colando o meu corpo ao dele, liberei a pirocona e posicionei-a entre as nádegas, ele chegou o biquíni pro lado e atolou dois dedos na buça da putinha. Ficamos nesse esfrega-esfrega tesudo, eu rebolava gostoso com a rola presa nas nádegas tinha a orelha mordiscada pelo tarado que, a todo momento dizia que eu era a sua puta gostosa. Nesse intere, percebemos alguns surfistas se aproximando e paramos.
Quando saímos do mar ele mandou que eu ajeitasse o biquíni do mesmo jeito que ele havia feito antes, socado no bumbum e bem marcado na pepeka. Retornamos pra perto do grupo, eram quase 18hs e, mesmo com o horário de verão, o sol já mostrava sinais de fraqueza. Achei que iríamos embora, mas alguém colocou funk pra tocar e eles começaram a dançar. As meninas eram as mais serelepes, os caras pouco dançavam, ficavam atrás delas sarrando. Como não danço nada de funk me limitei a imitá-las, com a mão no joelho rebolando e indo até o chão em alguns momentos. César atrás de mim aproveitava, mas via que a situação não estava me agradando muito. Não via a hora de sair dali, odeio funk! Pra completar o meu calvário, justamente a menina que estava do meu lado grita pro cara que controlava o som do quiosque:
- Põe Gaiolaaaaaa!!! (fazendo menção à Gaiola da Popozudas)
Imediatamente começa a tocar uma música que depois, fiquei sabendo, se chama ‘Sem Calcinha’. O início é mais ou menos assim: “Eu vou pro baile, eu vou pro baile / Sem, sem calcinha / Agora eu sou piranha e ninguém vai me segurar / Daquele jeito! / Sem, sem calcinha!”.
As meninas requebravam frenéticas! César, me sarrando, disse que queria que eu enrolasse a canga na cintura e tirasse a parte de baixo do biquíni dançando ali pra ele. Retruquei dizendo que não ia fazer isso e que queria ir embora. Irritado, me segurou pelo braço e entramos no carro. Ele estava puto da vida, engatou a 1ª e saiu em disparada. Instaurou-se um silêncio fúnebre entre nós até que ele entrou num posto de gasolina na Avenida das Américas, estacionou em frente à loja de conveniência e perguntou rispidamente:
- Quando é que você vai aprender a me obedecer, hein, cadela?!
- Estamos na praia desde 10hs da manhã, já são quase 7hs da noite. Tô cansada, cheia de areia! Quero tomar banho, tirar o sal do corpo, passar um creme no cabelo! – respondi.
- Puta fresca do caralho... – ele resmungou e desceu do carro.
Caminhou em direção a minha porta, abriu e mandou eu descer. Mal me coloquei de pé, fui puxada por ele e entramos no banheiro masculino do posto. Não entendi nada. O lugar era um cubículo, com uma privada, um mictório e uma pia. Fedia horrores e não tinha uma janela sequer, somente aquela porta de alumínio com um trinco bem vagabundo que qualquer um abre.
Naquele lugar fétido e abafado ele puxou minha a canga e deu um tapão na minha bunda. Arregalei os olhos assustada com sua atitude, ele botou o pau pra fora e disse: “Vem!”. De cócoras abocanhei a rola e comecei a chupar, o safado me segurava pelos cabelos socando forte a pica na garganta da vadia, depois batia com o pau na minha cara mandando eu fazer biquinho, pra logo em seguida me fazer engolir tudo de novo. Estava toda babada quando ele fechou a tampa da privada e disse pra eu ficar de quatro. Foi difícil me posicionar ali, ajoelhada naquele espaço desprezível e calorento, cheia de areia no corpo, e com o cabelo duro de sal do mar. Era o fundo do poço! Cansada, totalmente entregue àquele sujeito, eu simplesmente obedeci colocando-me em posição de sacrifício. Com a bunda pro alto, toda aberta, ele pincelou o cacete na minha buceta e deu umas bombadas apenas para molhá-lo. Depois cuspiu no meu cuzinho e enterrou a piroca. Gritei de tesão e dor:
- Aiiiinnnnnnnn!!! Porraaannnn!!!
César investiu no meu rabo feito uma britadeira, metia rápido e forte ao mesmo tempo em que segurava-me pelas ancas arreganhando minhas nádegas ao máximo.
- Isso tarado, soca essa rola no meu cu! ... Uuuiiiiiiiii!!! Uuuuiiiiiii!!! Aaiiiiieeeeee!!!
- Tu gosta de um pau no cu, né cachorra?!
Naquele momento, além dos meus gritos, a trilha sonora que ecoava naquele cubículo asqueroso era o barulho do seu saco batendo contra a minha bunda, num compassado ‘tof... tof... tof... tof’. Ali, toda minha frescura e empáfia desciam por aquela privada. Nunca imaginaria que eu, putinha de luxo da Barra, sempre perfumada, cheia de joias, musa de uma escola de samba, estava literalmente tomando no cu dentro do banheiro imundo de um posto de gasolina. A rola daquele molecote rasgava o que ainda restava de pregas no meu rabo. Meus joelhos doíam de ficar de quatro por tanto tempo em cima daquela tampa de privada.
Vendo minha situação, mudamos de posição. Agora, de cócoras, com os dois pés sobre a privada eu jogava o tronco pra frente e o bumbum pra trás, abrindo as nádegas com as duas mãos, deixando meu cuzinho totalmente indefeso as investidas daquela rola cabeçuda que me invadia sem dó. O safado enterrava tudo até eu sentir seus pentelhos, bombava forte e tirava, repetiu isso diversas vezes, quando não aguentava mais segurar, meteu e não tirou mais de dentro. Me chamando sempre de puta gostosa, gozou fartamente alagando o meu reto. Ainda ficamos engatados por alguns segundos até ele tirar o caralho do meu rabo. Moída, permaneci por mais alguns instantes na mesma posição pois literalmente eu estava cagando leite, tamanha era a quantidade de porra que saia do meu cu. Como não havia papel higiênico, o jeito foi me limpar com a canga, vestir o mesmo fio-dental e voltar pro carro.
Quando César abriu a porta do banheiro, saímos rapidamente. A sensação de respirar um ar que não fedia a urina ou fezes era sublime! Tanto que nem reparamos se havia algum frentista nos observando. No caminho de volta ele disse que me deixaria em casa, pois iria a uma festa naquela noite e não me levaria com ele. Além do que, no dia seguinte ele embarcaria de volta à França. Fiquei quieta, pois, depois de um dia desses, eu não teria pique pra encarar uma balada. Fomos até o flat onde ele estava para buscar as minhas coisas, depois me deixou em casa. Ao nos despedirmos trocamos um longo beijo de língua, como ainda não havíamos feito. Quando eu desci do carro, César disse que tinha colocado uma surpresa pra mim junto das minhas coisas na bolsa.
Atravessei a portaria naquele estado, descabelada, suja e arrombada. Entrei em casa e fui direto tomar banho, não via a hora de entrar debaixo do chuveiro. Mas, curiosa que sou, abri a bolsa para ver qual era a tal surpresa. No meio das minhas coisas encontrei o plug anal que me levou a loucura no dia anterior, decorado com um laço de fita e um envelope com o cachê em espécie. Levei o plug comigo pro banho e o guardei no armário com outro coleguinha movido a pilha que uso mais na buceta. Ensaboava-me calmamente até encostar a esponja no grelinho e lembrar que eu não tinha gozado naquele banheiro sujo. Ao acabar o banho mantive o chuveiro ligado, peguei meus dois amiguinhos no armário e comecei a brincar. Espalhei bastante óleo de coco na buceta e no cuzinho, deslizava o vibro pela racha friccionando bem no grelo. Mas não esqueci do plug, estrategicamente posicionado num banquinho que mantenho dentro do box. Com o rabinho bem besuntado de óleo dei uma sentadinha de leve encaixando o plug no cuzinho, mas sem meter tudo, e segui com o vibro no grelo até gozar gostoso soltando gritinhos bem tímidos: “Ainn... Ainn... Ainn”. O relaxamento do gozo aliado ao meu cansaço fizeram minhas pernas bambear, não aguentei e soltei meu peso sobre o banco... Ploft!