Eu tenho 1,80m de altura, 65 kg, silhueta já aumentada pela academia frequentada, estou no auge das punhetas, apesar de estar namorando e dar umas escapadinhas.
Eu adoro ir para a academia fazer musculação, é um dos meus hobbies. Adoro ter o corpo aumentado, por saber que ficarei mais bonito, mas principalmente por ver mulheres de todos os tipos com calças legging justíssimas, apertadinhas, sutiãs também justíssimos. Sempre andava de maneira estranha tentando esconder meu cacete duro.
Eu sempre gostei de mulheres possíveis, as quais sei que tenho alguma chance. Nunca imaginaria trepar com uma mulher de 24 anos, com peitos G, cintura fina, bunda enorme, coxas torneadas, tudo isso com 1,60m. Claro, se elas me derem oportunidade, vou aproveitar com prazer. Mas como sei que elas nunca iriam me dar, comecei a olhar mulheres um pouco mais velhas: 40, 43, 45, 47 e até 50, ou mais. Sempre com tudo em cima, via que algumas me davam bola, até paquerava-as um pouco, mas sempre quando tinham conhecimento que eu tinha só 18 anos davam para trás. Uma delas, Márcia, mulher com cabelo loiro-escuro, com poucas mechas castanhas, 1,65m, 45 kg, um belo par de seios de médios para grandes, ainda em pé, cintura fina, um belo umbiguinho, coxas torneadas, uma bundinha em forma de maçã. Sempre usava uma calça legging camuflada (como do exército), uma camisa verde escura, como se fosse baby-doll, justa nos peitos, deixava aparecer o umbiguinho.
Ela passava por mim e eu a comia com os olhos, e ela olhava para mim nos olhos, como se me provocasse. Na academia, a sala de musculação tem dois andares: um para exercícios de perna e outro para os membros superiores. Eu, Márcia e uma mulher estávamos no andar de baixo. Eu subi, estava fazendo uns exercícios, quando ela subiu. Estávamos só nós no andar de cima. Eu dei uma olhadela na bunda dela e voltei a fazer os exercícios. Ela fez também uns exercícios, mas ela logo acabou, parecia meio perdida e veio até mim:
— Pode me ajudar?
— Posso.
— Qual é esse aparelho?
Ela apontava para a ficha na qual estavam seus exercícios:
— É ali — apontei o lugar.
— Obrigado.
— Nada... Mas qual é o seu nome?
— Márcia. E o seu?
— Nicolau. Você tem quantos anos?
— 53.
— Nossa, não parece.
— Obrigado, Nicolau. E você tem quantos?
— 18.
— Uau, parabéns.
Devo dizer que aquilo me encheu o ego por mais de uma semana:
— Não parece que você tem 18.
— Obrigado.
— Sério, daria para você uns 20.
— Obrigado.
— Se eu te visse numa festa não pensaria duas vezes.
... (Aquilo me deixou sem palavras.)
— Mas você estuda aonde?
— Faculdade de Educação Física.
— Hum.
— E você trabalha com o que?
— Eu não trabalho, vivo às custas do maridão.
Não vou negar que aquilo me desanimou:
— Mas assim, como se faz esse exercício?
— Assim (eu mostrei como se faz o exercício).
— Assim? (ela fez o exercício).
— Junta mais os ombros.
— Ah, não consigo!
— Perai, você consegue. É assim (fiz o exercício de novo).
— Assim? (ela fez o exercício de novo).
— Junta mais os ombros.
— Vai por trás e junta os meus ombros.
Eu fiz o que ela mandou. Ela estava em pé fazendo o exercício com os braços (para quem faz academia, ela estava fazendo tríceps no cross over), e eu cheguei por trás, a encaixei entre os meus braços, juntei os ombros dela e fiz o exercício com ela. Eu estava muito excitado, minha piroca estava dura como pedra.
— O que é isso nas minhas costas?
— O que é o quê?
— Isso que tá crescendo, parece que não é só sua cara que não parece ter 18 anos.
... Bri..ga..do.
Ela se virou e me deu um beijo:
— Vamos lá para o banheiro. Venha atrás de mim.
Ela desceu as duas escadarias até o banheiro, e eu fui atrás. Ela entrou na sala antes da entrada dos banheiros (eram banheiros individuais), me deu a mão e me levou até o banheiro feminino:
— Por que não o masculino? — perguntei.
— Porque o feminino tem janela.
Ela se virou para mim, ficou de costas para a porta do banheiro, me deu um beijo, abriu a porta, me jogou em cima da privada, que estava fechada. O banheiro era pequeno, mas com certo espaço. Ela trancou a porta, praticamente rasgou minha camisa, arrancou meu calção, fiquei só de cueca. Ela tirou-a rapidamente, se ajoelhou na minha frente, deu uma lambidinha no meu cacete e subiu em cima de mim, e começou a cavalgar virada para mim. Ela ainda estava toda vestida, ainda com a calça legging camuflada e com a camisa verde. Eu tirei a camisa verde e em seguida o sutiã. Ela não parava de me beijar toda afobada, beijava minha boca, meu peito, minha barriga. Logo tirei a calça legging e sua calcinha. Ela logo encaixou aquela bucetinha encharcada na minha piroca:
— ISSSSSOOOOOOO! ERA DISSO QUE EU ESTAVA PRECISANDO!
Morri de medo que alguém ouvisse, mas depois pensei: "E daí?"
— ME DÁ O QUE EU TO PRECISANDO, GAROTÃO!
— ENFIA BEM FUNDO, QUERO SENTIR ELE DENTRO DE MIM!
— QUERO SENTIR ELE PULSANDO!
— GEME, MEU GAROTÃO, GEME!
— Ugh!
— MAIS ALTO, MEU GAROTO!
— UGH!
— ISSO, MEU GAROTINHO!
— UGH!
Ela me beijava, cavalgava, desesperada:
— VOCÊ TEM SIDO UM BOM GAROTO??? ME RESPONDEEEEEEEEEEE, TEM SIDOOOO?
— NÃOOOO! TENHO SIDO UM GAROTO MAUUUU, MUITOOO MAUUUU!
Ela me deu um tapa de leve e gemeu:
— AHHH, ISSSSO GAROTÃO! UM GAROTINHO MAU, OHHHHHHHH SIMMMMMMMM!
— VAI, PUTINHA! GEME, GEME PRA MIM!
— LAMBE MINHAS TETAS, GAROTÃO! OHHHHHHHHH!
— SIM, PROFESSORINHA!
— OHHHHHHHHH ASSSSSSSIMMMM! CONTINUA, GAROTÃOOOOO!
— VOU GOZAR!
— GOZA! GOZA DENTRO DESSA XOXOTINHA! GOZA, GAROTÃO! NA TUA TIA, KÊ? DÁ PRA TIA, GAROTÃO!!!!
— AHHHHHHHHHHH! ISSSSSOOOO!
— AHHHHHHHHH! ISSSSSOOOO! ME ENCHI DE LEITINHO, NÉ GAROTÃO? GOSTOU DE ENFIAR NA TIA, NÉ?
— GOSTEI.
Ela me deu um beijo e se desencaixou:
— Agora se veste e pula pela janela.
— Ok, a gente vai repetir algum dia?
— Talvez... quem sabe?
Fiz o que ela mandou, pulei pela janela sem problema, porque o banheiro era no térreo da academia. E quem sabe? Talvez repetiremos.
FIM
ESSE É O MEU MSN: adolescentextarado@hotmail.com. Adoro fazer um sexo virtual, se quiserem me add.