Uma breve descrição minha, tenho 18 anos, cabelos castanhos, pele clara, busto médio, bundinha média e redondinha, barriguinha modelada.
Bem, certo dia minha melhor amiga Alisse, ela é linda, 18 aninhos, vai fazer 19 em dezembro. Cabelos pretos e longos, pele clara, olhos azuis, peitinhos médios, mais redondinhos e completamente firmes, bundinha pequena mas redondinha e gorduchinha. É a garota mais cobiçada do colégio. Seu rosto é de uma anjinha maravilhosa.
Estava lá em casa, estávamos na minha cama, um pouco maior do que a normal, uma cama de casal. Como de hábito, assistindo televisão. Bem, vocês sabem que garotas vivem de mão dada e tudo mais, estávamos bem juntinhas já que estava um tanto frio. Eu estava de calça jeans e uma blusinha vermelha meio larga. Ela com uma blusinha branca justinha com o umbiguinho de fora. O filme que víamos era muito chato. E mais ou menos na metade do filme, ela virou o rosto para mim e disse:
— Tá frio, né?
Respondi afirmativamente, com a cabeça. Ela pegou na minha mão e colocou na sua barriguinha:
— Olhe, está geladinha.
Eu achei aquilo natural, pois sempre fomos assim. Ali quase toda garota é assim. Mas nossos rostos estavam muito próximos, e quando ergui a cabeça e tirei os olhos de sua barriga, nossos narizes se tocaram. Aliás, esqueci desse detalhe: Alisse tem um narizinho pequenininho, lindinho, perfeito.
Nesse toque ficamos um tempo paradas. Foi estranho, eu senti sua pele na minha, tão perto. Então rolou, inesperadamente, nossos lábios se tocaram. Fechei os olhos e a beijei, um beijo de língua, profundo, quente. Pela primeira vez senti aquilo, um lábio feminino, delicadíssimo, tocando nos meus lábios. Aquele cheirinho de menina, aquele perfume delicado.
Ficamos nisso durante pelo menos cinco minutos. Pode parecer estranho, mas foi... foi o melhor beijo que já tinha dado. Eu afastei meu rosto dela. Fiquei olhando em seus olhos. Então ela disse:
— Desculpe, eu... mas eu a interrompi.
— Não, eu é que peço desculpas. Eu não devia ter feito isso.
Então ela, sem dizer mais nada, levantou da cama, disse que precisava ir para casa e foi embora. Conduzi até a porta e ela se foi.
O dia passou e eu não parei de pensar naquilo. Deitei na cama e dormi.
No dia seguinte, sexta-feira, estava combinado que eu dormiria em sua casa. Estava preocupada com isso, mas como sempre fazia, peguei meu pijaminha de cetim, vermelho, camisa apertadinha de manga curta e rendinha e um shortinho quase calcinha, pois só vai até a virilha. Coloquei na mala, escova de dentes, e fui para o colégio depois de tomar café da manhã que minha mãe fez.
Chegando no colégio, demos oi como se nada tivesse acontecido. Assistimos aula, então fomos até sua casa. Sua mãe foi nos buscar no dia. Fomos até sua casa e fizemos o que sempre fazemos: rimos, conversamos, lanchamos, como se nada tivesse acontecido.
Estava ficando aliviada, pois achei que aquilo não havia passado de um susto. Mas estava enganada. Na hora de dormir, fui no banheiro e me troquei. Pensei que meu pijaminha fosse muito sensual para a ocasião onde eu queria apagar o acontecido, pois além de curtinho era justinho e minha calcinha preta aparecia claramente, pois o pijaminha era quase transparente. Mas me enganei novamente: o dela era muito mais. Era quase igual ao meu, mas era um pouco mais transparente e tão justo que eu podia ver facilmente a marca da sua xaninha.
Quando entrei no quarto, deparei com ela deitada na cama, com aquele pijaminha, de pernas abertas. Era uma enorme cama de casal. Deitei ao seu lado para conversarmos, mas não saiu nada de minha boca e ficamos ali trocando olhares. Então ela falou:
— Acho que não dá mais pra resistir, né?
Eu, sem pensar, concordei e a beijei. Ficamos nos beijando mais uma vez, mas agora seus seios tocaram os meus. Que sensação mais fogosa! Aquelas tetinhas endurecidas tocando meus seios. Então suas mãos me afastaram e ela acariciou meu seio, colocando sua mão por baixo de minha blusinha. Então ela apertou meus biquinhos e chupou meu pescoço. Eu estava indo ao delírio, mas ela correndo levantou da cama e trancou a porta:
— É mais seguro.
Disse ela.
Então levantei, deitei ela na cama. Então falei:
— Você é virgem, não é?
Ela respondeu que sim. Então eu disse:
— Deixe que eu conduzo.
Eu me aproximei de seus pés e comecei a chupar seus dedinhos lindos e cheirosos. Fui subindo, e esfregando meu rosto em sua perna, uma pele delicada e sensível, uma pele feminina. Fui lambendo e beijando suas enormes coxas até chegar à sua virilha. Lá eu dei uma fungada na sua xana, umas narizadinhas. Então subi e fui erguendo sua blusinha, erguendo até tirar. De novo até seus seios firmes e modeladinhos. Dei um belo chupão no meio deles. Então a Alisse deu um gemidinho. Eu dei umas leves chupadinhas em seus biquinhos, umas apertadinhas, beijos e tudo mais. Ela segurava firme minha cabeça contra seu corpo. Então fui descendo mais uma vez e descí seu shortinho até sua canela. Sua calcinha era rosa bem clarinha, de rendinhas. Eu passei o dedo em seu ventre e descí até o meio de suas pernas, e me molhei inteira quando pela primeira vez senti aquele pequeno voluminho na calcinha dela, seu grelinho gorduchinho. Meu Deus, meu gozo estava quase escorrendo de tesão pelas minhas pernas.
Comecei a afofar aquele gordinho e ela a gemer. Já sentia meus dedos úmidos pois sua xana começava a deixar escorrer seu gozo, e que quentinho era. Então eu coloquei minha mão por dentro de sua calcinha e toquei uma siririca pra ela. Fiquei sabendo depois que era sua primeira siririca.
Tirei então sua calcinha e com minha linguinha chupei e lambi. Sentia uma xana em meu rosto, que loucura! Enquanto isso eu escutava os gemidos da Alisse eram muito fininhos... lindos. Então deitei sobre ela e comecei a beijá-la. Nos agarramos um monte. Então ela finalmente tirou minha blusinha, chupou meus seios e desceu até minhas pernas e mordeu a região da minha xana com muita leveza. Eu me desesperei, fiquei muito excitada. Então ela abaixou meu shortinho, puxou para o lado a parte da calcinha que cobre minha xana, enfiou seu dedinho indicador, começou a remexer como se eu tivesse algo escondido ali. Eu gemia de levinho, mas então ela enfiou a boca ali e vários dedos me levando à loucura. Não sei calcular por quanto tempo ficamos nesse troca-troca. Eu sei que para finalizar ela me virou de costas, fez uma massagem e ao chegar na bunda (eu ainda estava de calcinha), enfiou sua mão dentro dela e foi com um único dedinho no meu cuzinho. Eu perdi o fôlego, me deu um friozinho na barriga. Então ela foi enfiando cada vez mais e mais. Então começou a mexer rapidamente. Eu me excitei muito, e com a outra mão ela enfiou quatro dedos na minha xana e me masturbou em dobro. Eu dei um leve gritinho. Então ela tirou. Eu estava... suando.
Ela pediu para eu fazer o mesmo com ela. Ela, sem calcinha, ficou de quatro. Aquela bundinha perfeitinha virada para mim. Abri de leve suas nádegas e atraquei meu dedo em seu cuzinho... remexi muito meu dedo lá. Então não aguentei, enfi a boca e meti até a língua. É nojento, mas eu fiz. Ela deu um gemido, então eu meti a língua também em sua xana e a fiz ter um super orgasmo, pois fiquei mexendo com meus dedos e lambendo o interior de sua vagina. Estávamos exaustas. Tomamos uma ducha, nos vestimos e dormimos agarradinhas, nossas pernas e seios entrelaçados. Demos um beijo de boa noite e dormimos assim. Eu completamente fundida aquele corpo feminino que se encaixava tão bem com o meu.
No dia seguinte, quando acordei, estava deitada de barriga pra cima e Alisse estava com uma cabeça em um de meus seios e uma mão no outro. Fiquei acariciando seus lisos cabelos. Foi então que sua mãe entrou e nos flagrou (havíamos destrancado a porta). Alisse acordou e levantou assustada, mas sua mãe a tranquilizou, dizendo que só queria a sua felicidade e que não ligava para isso. Beijou-lhe a testa e implorou para não contar nada ao seu pai, pois ele era violento quando coisas que ele desaprova para sua família estivesse acontecendo.
Fomos tomar café. Estamos completamente apaixonadas, mas ainda não resolvemos assumir compromisso. Embora, quem sabe.
Bom, espero que tenham gostado. Votem no meu conto e vejam o com fotos. Beijos.
E-mail: parvarti@ig.com.br